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Manejo clinico na infantil

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Manejo clinico na infantil 
O choro é normal e faz parte da vida do bebê e das crianças 
 
Dentro da infância existem sinais 
 
É imprescindível que o odontopediatra conheça o desenvolvimento infantil para 
individualizar o atendimento com base no perfil do paciente, ressaltando que 
não existe formula mágica que garanta a melhor conduta psicológica do 
profissional, já que as crianças são distintas uma das outras ( Correa, 2017) 
sallet 
O desenvolvimento passa por fases, Froid trouxe a primeira contextualização 
 
 
 Fálica- ‘’ criança quer o pai so pra ela’’ 
 Latência- mais calmo, poucas mudanças 
Importância do BRICNAR, principalmente nos primeiros anos de vida, por meio 
do brincar a criança metaboliza o atendimento odontopediátrico; 
Portanto, é fundamental a utilização do LÚDICO para aproximação com a 
criança (Correa, 2017) 
 
Atualmente, existe a era virtual em que as crianças são nativas virtuais e os 
profissionais devem estar conectados com a atualidade. 
A geração ta muito enfraquecida da noção de autoridade, os pais tem tentado 
ser colegas dos filhos. Existem pais que trabalham em excesso e tais 
mudanças repercutem no relacionamento criança e odontopediatra 
 
Como fazer para realizar um bom atendimento odontopediátrico? 
 As técnicas de manejo objetivam desenvolver na criança um 
comportamento na criança um comportamento mais adequado para receber 
o tratamento odontológico. 
 É necessário construir uma relação de confiança, aliviando o medo e a 
ansiedade 
 A comunicação deve ser estabelecida desde a sala de espera 
 Ir buscar a criança sem gorro ou óculos 
 Buscar a aproximação e estabelecer o primeiro contato físico 
 É preciso olhar nos olhos quando se está falando 
 Falar de modo simples e claro 
 Os comentários devem ser breves 
 Os procedimentos devem ser rápidos 
 Utilização do lúdico 
 
Técnicas básicas de gestão comportamental 
 
Falar-mostrar-fazer 
 Expor o que será feito passo a passo 
 Habilidade na comunicação verbal e não verbal 
 Atendimento deve sempre terminar com o fazer 
Modelagem 
 É a exposição do paciente a um ou mais indivíduos que tenham 
comportamento adequado (ex: boneca, pai,mãe..) 
 Recomenda-se utilizar junto com mostrar-falar-fazer 
Distração 
 Desviar a atenção da criança dos procedimentos desagradáveis 
 Brinquedos coloridos, histórias, músicas, diálogo 
Reforço positivo 
 Gratificar o paciente por comportamentos desejáveis 
 Saber premiar no momento certo 
 A partir dos 3 anos a criança já compreende que recebeu o premio pela sua 
colaboração 
Estabilização protetora 
 Pacientes que não cooperam por imaturidade ou por alterações físicas e 
mentais 
 Explicar aos pais a utilização dessa técnica 
 Assinar o termo de consentimento esclarecido 
Preciso avaliar o tamanho da criança, explicar ao pai e a mãe, além de que 
quem faz a estabilização é o responsável 
 
Ativa: 
 Joelho a joelho ( mãe de frente para o bebê e a profissional por trás)- so 
utilizamos com bebê 
 Colo- mais utilizada para tomadas radiográficas (o pai deita e coloca a 
criança por cima) 
 Sela- ( A mãe senta como se a cadeira odontológica fosse uma cela. As 
pernas da criança passam por cima da coxa da criança) 
 Corpo a corpo- melhor estabilização do bebê e mais utilizada. (Pai deita 
barriga com barriga, segurando as duas mãos e olhando nos olhos. O 
auxiliar contem a cabeça) 
 
Passiva: 
 Abridores de boca 
 
 Pacote pediátrico 
 
 
 macri 
 
 
Exclusivo do bebê 
Técnicas avançadas de gestão comportamental 
 
 Álbum motivacional também é outra técnica

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