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Uso coletivo, profissional e individual 
Profa. Shirley Passos 
2020 
 
 
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS-UEA 
ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAÚDE 
CURSO DE ODONTOLOGIA 
FLÚOR 
MÉTODOS UTILIZADOS PARA A PREVENÇÃO 
DA CÁRIE DENTÁTIA 
Promoção de saúde / Educação em saúde 
Dieta 
Controle do biofime: mecânico e químico 
Uso do flúor: Comunidade 
 Autoaplicável 
 Profissional 
Selantes 
 
 
PAPEL DO FLÚOR NA PREVENÇÃO DA CÁRIE 
DENTÁRIA 
1. Uma das histórias mais bem sucedidas na história 
da odontologia 
2. Uso do flúor em todas as populações x contra o 
uso do flúor 
3. Efeitos benéficos e deletéricos na dentição 
4. Prevenção da cárie x fluorose 
5. Usado para maximizar os efeitos anticárie 
 
 
OBJETIVOS 
Como o flúor surgiu na odontologia? 
 
Métodos atuais de liberação do flúor 
 
Uso apropriado do flúor no controle da cárie 
 
Uso racional do flúor em diferentes populações 
 
 
FLÚOR 
 Latim: FLUERE 
 “ fluo” significa fluidez, 
 escoamento 
 
• Componente natural da biosfera, estando presente 
no solo, na água, nas rochas, no ar, nos alimentos, 
nas plantas e nos animais em variadas 
concentrações. 
FLÚOR 
 É o elemento químico mais reativo e eletronegativo 
 
 As principais fontes minerais de flúor são: fluorita 
(CaF2) e criolita(Na3 AlF6) 
 
 
Fluorita (CaF2) - Bom Jesus da Lapa/BA 
• Pertence à família 17 (halogênios) da Tabela 
Periódica 
• F, CL, Br, I, At e Ts. 
• Número Atômico: 9 . 
• Símbolo Químico: F. 
• Config. Eletrônica:1s2 2s2 2p5 
http://www.webelements.com/webelements/elements/text/F/econ.html
 
COMO O FLÚOR SURGIU NA ODONTOLOGIA? 
 
• Durango descreveu o esmalte 
mosqueado em algumas pessoas 
1888 – Kuhns no México – 
• dentes manchados - água - húmus 
vulcânico “denti de “Chiaie” 
1901 – Eager e Chiaie : 
Nápoles(Itália) – 
• esmalte mosqueado = menor 
prevalência de cárie. 
Mckay 1916 – Mckay e 
Black: Colorado Spring-
EUA 
Sugeriram associação entre o efeito estrutural do esmalte 
com constituinte desconhecido das fontes de água 
Narvai, P. C. Cárie dentária e flúor: uma relação do século XX. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):381-392, 2000 
 
 
COMO O FLÚOR SURGIU NA ODONTOLOGIA? 
 
• alta prevalência de esmalte mosqueado – 
hipótese de associação entre a água e 
alteração dental. 
1928 – Kempf e 
Mckay – Bauxita 
(Arkansas) – 
• encontrou concentração de íons flúor na 
proporção de 13,7 ppm – confirmando a 
hipótese de Mckay 
1931 – Churchil 
• constataram a diminuição na prevalência das 
manchas. 
1938 – Dean, Mckay 
e Elvore 
Narvai, P. C. Cárie dentária e flúor: uma relação do século XX. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):381-392, 2000 
 
COMO O FLÚOR SURGIU NA ODONTOLOGIA? 
HISTÓRICO 
 
• realizou estudo das 21 cidades 1942 Dean 
• redução no índice de CPO sem 
provocar manchas 
O flúor presente em 
concentração em 
torno de 1 ppm 
Possibilidade de controle da cárie por 
meio da fluoretação artificial. 
Narvai, P. C. Cárie dentária e flúor: uma relação do século XX. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):381-392, 2000 
 
COMO O FLÚOR SURGIU NA ODONTOLOGIA? 
HISTÓRICO 
 
• Fluorose: É um distúrbio específico na formação dos 
dentes causado por aumento crônico de depósitos 
de flíor durante o período de sua mineralização. 
1943 – Dean e 
Arnold 
• fluoretação artificial da água de abastecimento 
público em torno de 1 ppm de F. 
1945 – Primeiros 
estudos 
experimentais 
• Após 15 anos da fluoretação artificial as crianças de 
até 14 anos tinham se beneficiado com o advento do 
flúor. 
1959 – em Grand 
Rapids 
Narvai, P. C. Cárie dentária e flúor: uma relação do século XX. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):381-392, 2000 
 
 FLUORETAÇÃO NO BRASIL 
 
Narvai, P. C. Cárie dentária e flúor: uma relação do século XX. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):381-392, 2000 
• Primeira cidade a fluoretar artificialmente sua água 
de abastecimento. 
• Redução de 65,4% da cárie em crianças de 6 a 12 
anos, após 14 anos. 
1953 – Baixo Guandu – 
(ES) 
• redução de 30,4% no CPOD, de 6 para 4,2 ( 7 a 12 
anos). 
Bauru – SP – 
• redução do índice de CPOD em 67,8% (7 a 14 anos) 
de 8,2 para 2,1. 
1980 – 1994 – Paulínia 
(SP) 
 
FLUORETAÇÃO NO BRASIL 
• Redução de 79%. 
Piracicaba – SP 
(1980 a 1994) 
• Após 30 anos de fluoretação – CPOD aos 12 
anos igual 1,7. Paulínia (2001) 
• Primeira capital estadual e a quarta cidade 
brasileira a ter suas águas fluoretadas no Brasil Curitiba – 1958 
(Muniz, 1968 apud Amarante et al., 1993). 
 
 FLUORETAÇÃO NO BRASIL 
 Redução do CPOD em municípios brasileiros 
após fluoretação das águas de abastecimento 
 
FLUORETAÇÃO NO BRASIL 
↓ em torno de 50% 
↓ cerca de 34% - populações expostas a outras fontes de 
flúor 
Medida econômica e altamente efetiva do ponto de vista do 
administrador de saúde 
Ramirez; Buzalaf, 2007 
 
RECONHECIMENTO DO MÉTODO 
“A não agregação do F à água de abastecimento é juridicamente ilegal, 
cientificamente insustentável e socialmente injusta” (Narvai, 1997) 
“medida de saúde pública, prática e efetiva” 
Reconhceu a fluoretação das águas de abastecimento público como 
Em 1969 – 22a. Assembléia da OMS – Boston 
 
LEGISLAÇÃO BRASILEIRA 
• Dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas 
públicos de abastecimento. 
LEI FEDERAL N. 6060 DE 
24 DE MAIO DE 1974 
• Regulamenta a lei. 
DECRETO FEDERAL N. 
76.872, DE 22 DE 
DEZEMBRO DE 1975 
• Aprova e determina normas e padrões a serem 
seguidos para correta fluoretação das águas dos 
sistemas de abastecimento. 
Portaria MS n. 635/Bsb, de 
26 de Dezembro de 1975 
 
REQUISITOS BÁSICOS PARA A CORRETA ADIÇÃO 
DO FLÚOR 
Realizar levantamento epidemiológico de cárie e fluorose; 
Determinar por meio de análise química o teor natural de Fluoreto 
existente na água; 
Deve ser definido o ponto de Aplicação da solução fluoretada, sendo 
recomendada ao final do tratamento da água; 
Implantação de um sistema de vigilância sanitária. 
 
PRODUTOS RECOMENDADOS 
 
a) Fluoreto de Sódio (NaF) 
b) Fluoreto de Cálcio (CaF2) 
c) Ácido Fluossilícico (H2Si F6 ) 
d) Fluossilicato de Sódio (Na2 Si F6 ) 
 
 
 INTRODUÇÃO DO FLÚOR 
 
1. Água Potável 
2. Desenvolvimento de outros produtos a base de flúor: 
◦ Dentifrícios 
◦ Tabletes 
◦ Géis 
◦ Vernizes 
 
 FONTES DE IÓNS FLUOTETO 
 
 As principais fontes de íons fluoreto são: 
 Água; 
 algumas espécies de vegetais e animais marinhos; 
 As águas superficiais, como as de rios e lagos, não 
apresentam teores de fluoreto maior que 0,3 ppm, 
mas nas águas subterrâneas podemos encontrar 
valores superiores. 
 
 
 FONTES DE IÓNS FLUOTETO 
 
 Algumas folhas de chá são ricas em fluoreto; 
 
 Na carne é baixo o teor de fluoretos exceto se os 
animais são alimentados com farinha de peixe ou 
de ossos; 
 
 No peixe e derivados, encontram-se quantidades 
significativas; 
 
 
 FONTES DE IÓNS FLUOTETO 
 
 Leite apresenta baixa concentração; 
 
 Fórmulas a base de soja apresentam teores mais 
elevados; 
 
 Nos sucos, bebidas, águas minerais e alimentos – 
depende concentração da fonte. 
 
Absorção flúor depende quantidade e tipo alimento 
presente estômago 
Reduzida em 50% quando ingestão for após 
refeições 
Estômago vazio a absorção é completa 
Absorção flúor 
 
 Absorção flúor 
 
 Não existe um mecanismo homeostático para manter a 
concentração de flúor em qualquer parte do organismo; 
 Os níveis de flúor dependem da ingestão diária; 
 
 
ABSORÇÃO DO FLÚOR 
INGESTÃO 
DE FLÚOR 
CORRENTE 
SANGUÍNEA 
TECIDOS 
MINERALIZADOS EXCREÇÃO 
URINA 
FEZES 
SUOR 
0 1 2 3 Horas 
Absorção Eliminação/ Retenção em tecido ósseo 
C
o
n
c
e
n
tr
a
ç
ã
o
 d
e
 F
 n
o
 p
la
s
m
a
 
WHITFORD, 1996 
MECANISMO DE AÇÃO DO FLÚOR 
A princípio achava-se ação do flúor fosse somente sistêmica 
devidosua incorporação ao esmalte na formação da 
fluorapatita. 
O flúor confere maior resistência à superfície do esmalte 
dentário, ao longo de toda a vida através de sucessivos 
episódios de DES-RE superficial – apatita fuoretada 
(Chaves, 1977; Viegas, 1989; Cury, 2002) 
MECANISMO DE AÇÃO DO FLÚOR 
Efeito preventivo: presença contínua, ao longo de toda a vida do 
indivíduo, de pequenas quantidades de flúor no meio bucal. 
F presentes saliva, fluído, placa atua aumentando ou favorecendo 
a remineralização Cury, 2002 
Ocorre a formação de fluoreto de cálcio na etapa de 
remineralização (Cury, 1992) 
O F atua na superfície dental sujeita a trocas minerais entre saliva 
x esmalte (Cury, 2002) 
MECANISMO DE AÇÃO DO FLÚOR 
Efeito preventivo - presença contínua, ao longo de toda a vida do 
indivíduo, de pequenas quantidades de flúor no meio bucal. 
O flúor exercerá um de seus efeitos em relação ao 
desenvolvimento da cárie em uma faixa de pH entre 4,5 e 5,5. 
MÉTODOS ATUAIS NA 
ADMINISTRAÇÃO DO FLÚOR 
•COLETIVO 
•INDIVIDUAL 
•PROFISSIONAL 
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO 
 Flúor Sistêmico = ingestão, absorção e 
circulação do fluoreto no organismo 
 
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO 
 
FLÚOR SISTÊMICO 
Fluoretação das águas de abastecimento público 
Fluoretação escolar 
Fluoretação do sal 
Fluoretação do leite 
Fluoretação do açúcar, bebidas e gomas de mascar 
Atualmente é aceito que o efeito predominante do 
flúor não é sistêmico, mas principalmente local. 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
 
Manaus Ambiental, 2014 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
 
 
 Adição controlada de um composto de flúor à água de 
abastecimento pública – aumentar a concentração da 
mesma a um teor predeterminado e atuar no controle 
de cárie dentária; 
 Método mais antigo de se utilizar fluoretos no combate 
à cárie dentária; 
 Uma das mais significativas medidas de saúde pública 
em todo mundo. 
 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
BENEFÍCIOS 
REDUÇÃO DE 50 A 60% NA PREVALÊNCIA DE CÁRIE 
80% MENOS EXTRAÇÕES DE PRIMEIROS MOLARES 
06 VEZES MAIS CRIANÇAS LIVRES DE CÁRIE 
REDUÇÃO DE CERCA DE 95% NAS CÁRIES PROXIMAIS, DENTES ÂNTERO-
SUPERIORES 
 UFRN, 1997 
DESVANTAGENS 
 Desperdício 
 Pessoas excluídas do 
acesso 
 Organização e monitoramento 
 Somente 0,5% da água é 
usada para o consumo 
 
VANTAGENS E DESVANTAGENS 
VANTAGENS 
 Elevado poder preventivo 
 Baixo custo 
 Ausência de efeitos 
tóxicos 
 Simplicidade 
 Universalidade de 
consumo 
UFRN, 1997 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
“Tem sido implementado em mais de 39 países, 
atingindo mais de 200 milhões de pessoas” 
“A segurança de agregação de flúor à água é 
incontestável e reconhecida mundialmente” 
Medida econômica e altamente efetiva do ponto 
de vista do administrador de saúde 
 Ramirez; Buzalaf, 2007 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
“Efeito halo - produtos e bebidas 
processados em áreas fluoretadas acabam 
beneficiando áreas não fluoretadas, onde 
são consumidos” 
 
 Ramirez; Buzalaf, 2007 
SAIS UTILIZADOS 
LEGISLAÇÃO 
 LEI FEDERAL N. 6060 DE 24 DE MAIO DE 1974 
 
Dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas públicos de 
abastecimento 
 
Determina a obrigatoriedade de fluoretação das águas em todos 
os municípios com estação de tratamento 
 
 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
Descontinuação aumento do índice de cárie 
Efetividade da medida continuidade da sua execução durante anos seguidos 
 Manutenção do teor adequado de flúor na água 
Dose de flúor = média da temperatura máxima 
diária em um ano 
 
• Climas tropicais - maior consumo de água – ↓[flúor] 
na água. 
 
• Temperatura mais baixa - consumo de água é menor 
- ↑[Flúor] na água 
 
• Temperatura média anual: 21,5º a 26,2º - [F] de 0,8 
ppm - variação de 0,7 a 1,3 ppm. 
 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
Relação entre a média das temperaturas 
máximas diárias do ar e os limites 
recomendados para [F] na água 
 
Fonte: Portaria 635/1975 
FLORETAÇÃO DE ÁGUA NO BRASIL 
 1953 – INÍCIO – BAIXO GUANDU(ES) 
 
 DE 5.507 MUNICÍPIOS PESQUISADOS: 
 
 97,9% ABASTECIMENTO DE ÁGUA 
 75,0% ÁGUA TRATADA 
 45,7% ÁGUA FLUORETADA 
IBGE, 2000 
FLORETAÇÃO DE ÁGUA NO BRASIL 
 Dados IBGE mostram que 45,7% cidades adicionam o flúor 
nas águas de abastecimento público. 
 
 Existe desigualdade quando a avaliação é feita por regiões. 
 70% Sul e sudeste 
 7,8% Norte 
 16,7% Nordeste 
 5,5% Centro oeste 
FLUORETAÇÃO DA ÁGUA 
 
 
 Lei 8080; 1990 - SUS 
 
 Não é suficiente apenas fluoretar a água de 
abastecimento, mas sim exercer um controle 
sistemático quanto aos teores de F 
efetivamente disponíveis. 
 Schneider Filho et al.,1995 
 É necessário mecanismos que controle a 
qualidade da água fornecida à população 
 
 Assegurar a população o máximo de benefício. 
 Narvai, 2001 
VIGILÂNCIA SANITÁRIA 
 
 Análise da água de abastecimento em 25 estados 
brasileiros entre os anos de 1986 e 1994 revelou 
que a grande maioria dos municípios possuíam 
teores de F abaixo do recomendável. 
 
Clavera et al.,1995 
VIGILÂNCIA SANITÁRIA 
 De um total de 1233 amostras de água obtidas ano 
2000 em Niterói –RJ: 
 47 % apresentaram teores desprezíveis de F 
 13% limite ótimo 
 21% acima do limite ótimo. 
 
 É necessário mecanismos controle qualidade água 
fornecida população 
 Assegurar população máximo benefício. 
 
Narvai, 2001 
Resolução 518 de 25/3/2004 
 
• Valor Máximo Permitido – VMP de fluoreto - 
1,5 ppm - 1,5 mg de fluoreto por litro de 
água. 
 
• Teor ideal de flúor - 0,7 ppm ou 0,7 mg de 
flúor por litro. 
 
• Levantamento epidemiológico de cárie e fluorose - 
antes da implantação 
 
• Após sua implementação - a cada 5 anos . 
 
• Análise química do teor de F natural respeitando-se 
os limites em função da temperatura. 
• Teores acima do recomendado – fluorose 
• Baixos teores de flúor - dispensa o levantamento 
de fluorose???? 
 
 
Heterocontrole 
órgão de vigilância se encarrega 
da coleta e análise dos dados 
Segurança na fidedignidade dos 
dados 
Vigilância com base no controle operacional 
dados fornecidos pelas empresas 
de tratamento da água 
não há segurança da 
fidedignidade dos dados 
A vigilância, o controle e a orientação à população quanto às várias 
formas de utilização do flúor são medidas necessárias para o 
controle das formas agudas e crônicas de intoxicação por flúor 
Teor de Flúor na água 
Hipofluorada 
Teores 
inferiores a 
0,55 ppm F 
Isofluoradas 
Hiperfluoradas 
Teores 
superiores a 
0,84 ppm F 
FLUORETAÇÃO ESCOLAR 
 4,5 vezes a concentração 
 
 Método recomendado para áreas onde não 
existe a possibilidade de fluoretação da água de 
abastecimento público e em zonas rurais 
PINTO, 2000 
FLUORETAÇÃO DO SAL 
 Composto utilizado – NaF 
 Deve ser considerada onde a fluoretação da 
água não for factível 
 Padrão mínimo: 200mgF/Kg 
OMS,1994 
DESVANTAGENS 
 Variações de consumo 
 Tecnologia complexa 
 Consumo de sal associado a 
hipertensão 
 Consumo de sal é menor na 
infância 
FLUORETAÇÃO DO SAL 
VANTAGENS 
 Facilidade de aplicação 
 Viabilidade de 
implementação em 
pequenas localidades 
UFRN, 1997 
FLUORETAÇÃO DO LEITE 
 Possibilidade de utilização em programas 
sociais 
 Reduzida por ser um produto não consumido 
por todas as crianças 
FLÚOR E GOMAS DE MASCAR 
 Não deve ser utilizado como guloseima e sim em casos 
específicos como xerostomia 
SUPLEMENTOS DIETÉTICOS COM FLÚOR 
 Limitada aplicação como medida preventiva 
de saúde pública; 
 
 Dosagem de 0,5 mg flúor ao dia para 
pessoas de risco a cárie maiores de03 anos. 
FLÚOR TÓPICO 
 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
Legislação brasileira, 1989: 
Concentração mínima: 1000ppm 
 máxima: 1500ppm 
São utilizados para levar substâncias a cavidade bucal 
objetivando redução da cárie dentária, doenças gengivais e 
periodontais, calculo, hipersensibilidade e halitose. 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
 Função – F aumenta 
em 2 vezes a 
capacidade da saliva 
em repor o mineral na 
superfície do esmalte. 
(Cury, 2002) 
 
 
Cada um dos componentes tem uma função para garantir 
a formulação os efeitos cosmético e preventivo-
terapêuticos desejado 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
1988 - Dentifrício 50% de vendas - fluoretado 
1990 – todos os dentifrícios fluoretados 
 
 Um dos método mais racionais de prevenção das cáries 
 Remoção do biofilme dental + exposição constante ao flúor. 
 Redução - 20 e 35% na cárie dentária em um período de 3 anos 
 Áreas com ou sem fluoretação das águas 
 
Compostos: Monofluorfosfato de sódio e o fluoreto de sódio 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
Ação na prevenção das cáries 
 
 Aumento da concentração de flúor na saliva por cerca de 40 minutos 
após a escovação 
 F retém nas superfícies dentais limpas 
 F reage com o dente - fluoreto de cálcio na superfície do esmalte-
dentina 
 Residuais de placa não removidos pela escovação - F se deposita 
na forma de reservatórios com Ca. 
Portaria 22 de 20 
/12/1989 
Concentração inicial de flúor iônico ou ionizável de no mínimo de 1.000 
ppm e no máximo 1.500 ppm. Composto de flúor contido no dentifrício 
reativo com esmalte e/ou dentina. Manutenção da concentração mínima 
de flúor solúvel iônico ou ionizável, até seu prazo de validade. 
Portaria 108 de 
26/09/1994; ANVISA 
Concentração inicial de flúor de no mínimo 1.000ppm e no máximo 1.500 
ppm. . Composto de flúor contido no dentifrício reativo com esmalte 
e/ou dentina. Manutenção da concentração mínima de flúor até seu prazo 
de validade. 
Portaria 71 de 
29/05/1996; ANVISA 
Concentração máxima de 0,15% expressa em flúor (1.500pmm F). 
Diversidade de sais de fluoreto que podem ser usadas em dentifrícios. 
Mistura entre compostos de flúor permitidos, desde que a [total] não 
exceda 1500 ppm. 
Resolução n° 79 de 
28/08/2000;ANVISA 
Concentração máxima de 0,15% expressa em flúor (1.500pmm F). 
Diversidade de sais de fluoreto que podem ser usadas em dentifrícios. 
Mistura entre compostos de flúor permitidos, desde que a [total] não 
exceda 1500 ppm. 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
ESTAR ATENDO A QUANTIDADE : 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
COMPONENTES PRODUTOS FUNÇÕES 
Abrasivos 
(Polidores ou Limpadores) 
Carbonato de Cálcio, 
Fosfato de Cálcio, Fosfato Tricálcico, Hidróxido 
de Alumínio, 
Sílica. 
Citrato de Zinco, Pirofosfato Solúvel 
 
Efeito cosmético, removem manchas dos dentes (polimento) e 
terapêutico, removem placa bacteriana 
 
Previnem a formação de cálculo dental 
 
Detergentes Lauril Sulfato de Sódio e suas derivações Limpam os dentes, reduzem a tensão superficial. 
Umectantes Glicerol, Propilenoglicol, Sorbitol, Xilitol Mantém a hidratação da pasta, evitam o endurecimento dentro da 
embalagem. 
Flavorizantes, Sabor Sacarina, Sorbitol, Xilitol, Hortelã, Cravo, 
Pimenta, Eucalipto, Cítricos, Mentol, Canela 
Proporcionam gosto agradável, estimulam o seu uso e mascaram o 
gosto dos demais componentes. 
Conservantes Diclorofeno, Benzoato, P-hidroxibenzoato, 
Formaldeído 
Impedem crescimento bacteriano, aumentam o prazo de validade 
Flúor Fluoreto de Sódio, Monofluorofosfato de 
Sódio (MFP) 
Reduz a incidência de cárie, auxilia na hipersensibilidade 
dentinária; é bacteriostático 
Agentes Dessensibilizantes Cloreto de Estrôncio, Citrato de Potássio, 
Nitrato de Potássio 
Combatem a hipersensibilidade dentinária e colos 
sensíveis. Obliteram os túbulos dentinários expostos. 
Agente Antimicrobiano, 
Antiinfalmatório 
Triclosan Antimicrobiano de amplo espectro, eficaz em bactérias gram + e gram 
- , atua no S. mutans, tem efeito antiplaca moderado 
Copolímero, Agente 
Potencializador do 
Triclosan 
PVM/MA (Gantrez= nome comercial), 
polivinilmetil-éter, Ácido Maleico 
Associado ao Triclosan, permanece mais tempo na saliva e na placa 
bacteriana 
Aglutinantes CMC (carboximetilcelulose) Mantém a homogeneidade da formulação 
Compostos 
Fluoreto de sódio 
Fluoreto 
Estanhoso 
Monofluorfosfato 
de sódio 
Fluoreto de amina* 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
Efeito 
Anticáire 
Efeito antibacteriano/ 
antigengivite 
Efeito 
Antierosivo 
Compatibilidade 
abrasivos Ca 
Fluoreto 
 estanhoso 
Sim Sim 
Forte 
(Sn+ F) 
Não 
Monofluorfosfato de sódio Sim Não Não Relativo 
Fluoreto de sódio Sim Não Fraco 
Não 
 
Fluoreto de amina sim fraco fraco Não 
•Nem todos os dentifrícios são capazes de manter durante o 
prazo de validade uma concentração mínima de 1.000 ppm F. 
 
•A Resolução 79, Anvisa, 28/8/2000) apenas estabelece que 
um dentifrício não pode conter mais que 0,15% (1.500 ppm F) 
de flúor total, sem estabelecer o mínimo de flúor solúvel que 
ele deveria conter para ter potencial anticárie. 
 
•Revisão das recomendações para fluoretos nos dentífricos no 
país 
 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
Cury, 2010 
 
A Maioria dos dentifrícios – [flúor] de acordo com o declarado 
pelo fabricante 
 
Pelo menos 50% dos dentifrícios - [F] solúvel menor que a [F] 
total; 
• Incompatibilidade do F com o abrasivo 
 
flúor do MFP - ligação instável com o P e se liga ao cálcio do 
CaCO3 - Fluoreto de cálcio (CaF2) – insolúvel 
 
Cury, 2010 
 
DENTIFRÍCIO FLUORETADO 
 
• Conhecer os principais compostos utilizados em sua 
composição e sua função; 
 
• Proteção anti-cárie – diferentes compostos de flúor e sua 
concentração; 
 
• Data de validade; 
Como indicar um dentifrício? 
BOCHECHOS FLUORETADOS 
 SOLUÇÕES NEUTRAS DE NaF 
 USO DIÁRIO: 0,05% 
 USO SEMANAL: 0,2% 
 
 Deve ser preparado no momento do uso ou 
adicionar conservantes para maior tempo de 
armazenamento 
BOCHECHOS FLUORETADOS 
VANTAGENS 
 
 Poder preventivo 
 Facilidade de aplicação 
 Custo reduzido 
 Aplicação fora do ambiente clínico 
 Interligado a atividades educativas 
BOCHECHOS FLUORETADOS 
RESTRIÇÕES 
 
 Não utilizar em crianças menores de 06 anos 
 Necessidade de um nível de organização do programa 
odontológico e do sistema educacional 
ATF – APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR 
 
 Solução ou gel de flúor-fosfato acidulado 
 1,23% de fluoreto de sódio 
FLUORETOS EM FORMA DE GEL 
 
Cuidado na aplicação: 
 
 - isolamento relativo; 
 - usar o sugador; 
 - cadeira em posição vertical; 
 - instruir o paciente para cuspir; 
 - pode ser aplicado com moldeiras, cotonetes 
 ou escova dental. 
FLUORETOS EM FORMA DE GEL 
 
 uma moldeira por vez; 
 ajustar a moldeira na arcada; 
 remover o excesso de flúor dos dentes. 
VERNIZES COM FLÚOR 
 
 Redução na prevalência esperada de 40% com duas 
aplicações 
 Poder preventivo 
 Naf a 5% 
 
Agente remineralizante nos processos iniciais de 
cárie e no tratamento de sensibilidade 
VERNIZES COM FLÚOR 
Método Uso coletivo Uso 
individual 
Uso profissional Recomendações 
Água fluoretada X Sem restrições 
Dentifrício X 
Diariamente para todos e 
supervisionado em crianças 
pré-escolares 
Solução diária X 
De acordo com o risco 
acima dos 6 nos 
Solução Semanal X 
Gel/Mousse x X Indicação individual 
/coletiva de acordo com o 
risco a cárie Verniz X 
Combinação De acordo com o risco a cárie individual ou populacional 
USO DO FLÚOR 
USO DO FLÚOR E O RISCO DE CÁRIE 
 < 6 anos > 6 anos 
Baixo risco Sem lesões incipientes, cavitações, lesões secundárias nos últimos 3 anos e 
sem fatores que podem aumentar o risco a cárie 
Risco moderado Sem lesões incipientes, cavitações, 
lesões secundárias nos últimos 3 anos, 
mas com ao menos 1 fatorque possa 
aumentar o risco a cárie. 
1 ou 2 lesões incipientes cavidades 
ou lesões secundárias nos últimos 3 
anos ; Sem lesões incipientes 
cavitações lesões secundárias nos 
últimos 3 anos mas com 1 fator que 
possa aumentar o risco a cárie; 
Alto risco Lesões incipientes, cavitações, lesões 
secundárias nos últimos 3 anos. 
Presença de múltiplos fatores que 
possam aumentar o risco a cárie 
Baixo nível socioeconômico 
Exposição subótima ao flúor 
Xerostomia 
 
3 ou mais lesões incipientes , 
cavitações, lesões secundárias nos 
últimos 3 anos. 
Presença de múltiplos fatores que 
possam aumentar o risco a cárie 
Baixo nível socioeconômico 
Exposição subótima ao flúor 
Xerostomia 
USO DO FLÚOR E O RISCO DE CÁRIE 
 < 6 anos 6- 18 anos >18 anos 
Baixo risco Pode não ter benéficos adicionais 
Risco 
moderado 
Verniz fluoretado 
a cada 6 meses 
Verniz fluoretado/ flúor 
gel a cada 6 meses 
Verniz fluoretado/flúor 
gel a cada 6 meses 
Alto risco 
Verniz fluoretado 
a cada 6 meses 
ou a cada 3 
meses 
Verniz fluoretado a 
cada 6 meses/ a cada 3 
meses ou flúor gel a 
cada 6 meses/ a cada 3 
meses 
Verniz fluoretado a cada 
6 meses/ a cada 3 
meses ou flúor gel a 
cada 6 meses/ a cada 3 
meses 
Unicamente aplicando fluoretos não 
teremos como resultado pacientes 
livres de cárie! 
O flúor não é capaz de interferir nos fatores responsáveis 
pela doença, isto é, a formação de placa dental. 
Cury, 2001 
RECONHECIMENTO DO MÉTODO (FLÚOR) 
22a. Assembléia da Organização Mundial da Saúde, 1969: 
“....uma medida de saúde pública prática e efetiva”. 
Recomendado por mais de 150 organizações de ciência e 
saúde, dentre as quais: 
 
FDI (Federação Dentária Internacional), 
IADR (Associação Internacional de Pesquisa em 
Odontologia) 
OPAS (Organização Pan-americana de Saúde) 
Pereira (2003) 
http://www.fdiworldental.org/home/home.html
http://www.who.int/en/
TOXICIDADE DO FLÚOR 
 Intoxicação Aguda 
 
 Intoxicação Crônica 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
TOXICIDADE 
INTOXICAÇÃO AGUDA 
Refere-se a ingestão de grande quantidade de 
fluoretos de uma única vez 
 
Dose provavelmente tóxica 
DPT = 5 mg F/ Kg 
 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
TOXICIDADE 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
Dose Provavelmente Tóxica (DPT) 
Dose certamente letal (DCL) 
5 mg F/Kg 
32 – 64 mg F/Kg 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
 
INTOXICAÇÃO AGUDA < 5 mgf/kg 
a. Gastrintestinais: 
 Náuseas, vômitos, diarréia, dores 
abdominais e cólicas; 
 
 Os cuidados se restringirão à ingestão de 
leite ou de outros alimentos ricos em cálcio; 
 Induzir vômito 
 (HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
INTOXICAÇÃO AGUDA < 5 mgf/kg 
 Gastrintestinais: 
náuseas, vômitos, diarréia, dores abdominais e 
cólicas 
 
 Cardiovasculares: 
pulso fraco, hipotensão, palidez, choque, 
irregularidade de batimentos cardíacos e falha, no 
último estágio 
 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
INTOXICAÇÃO AGUDA < 5 mgf/kg 
 Neurológicos: 
parestesia, tetania, depressão do sistema nervoso 
central e coma; 
 
 Bioquímica sanguínea: 
acidose, hipocalcemia e hipomagnesemia 
 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
TOXICIDADE 
 Se a dose de flúor for de até 4mgF/Kg de peso pode 
acontecer os primeiros sintomas toxicológicos como 
naúseas, vômitos e dores estomacais. 
 
 Os cuidados se restringirão à ingestão de leite ou de 
outros alimentos ricos em cálcio. 
 
 Para ingestão superior a 5mg de flúor por quilo 
recomenda-se: 
 Hospitalização 
 Lavagem gátrica 
 
(HEIFETZ E HOROWITZ, 1984 IN KRIGER,2003) 
DOSE PROVAVELMENTE TÓXICA 
Métodos Sistêmicos 
DPT 
Criança 10 kg 
Água fluoretada (0,7ppm F) 71 litros 
Sal fluoretado (300mg F/Kg) 166 gramas 
Comprimido de flúor (1mg/F) 50 
NaF 1% gotas 200 
Cury, JA (1988) 
FLUOROSE 
INTOXICAÇÃO CRÔNICA 
Fluorose Dental 0,07 mgF/Kg 
Fluorose Óssea 0,56 mgF/Kg 
Cortesia: Adriana B eatriz 
É uma hipomineralização, 
caracterizada por aumento de porosidade do esmalte, 
 resultante da intoxicação com fluoretos 
 na fase inicial de mineralização. 
A gravidade da fluorose depende: 
 da quantidade de fluoretos ingeridos, 
 da duração da exposição 
 e do estágio da amelogênese no período de 
exposição. 
 
D NTÁRIA 
nascimento 
6 meses 
1 ano 
1 ano e 6 meses 
3 anos 
5 anos 
8 anos 
11 anos 
> 11 anos 
> 11 anos 
11 anos 
8 anos 
5 anos 
3 anos 
1 ano e 6 meses 
1 ano 
6 meses 
nascimento 
Escala de desenvolvimento dos 
dentes permanentes 
 
 
Quanto mais precoce for a exposição, 
principalmente até 3 anos, maiores os riscos 
 Nas formas mais leves 
manifesta-se como estrias e 
linhas esbranquiçadas 
dificilmente visíveis no 
esmalte. 
Narvai, 2.000 
 
 Nos casos mais severos – 
depressões e cavidades no 
esmalte, deformando o dente, 
comprometendo seriamente 
estética. 
 
Cortesia: Adriana B eatriz 
Cortesia: Adriana B eatriz 
FLUOROSE DENTAL 
Cortesia: Adriana B eatriz 
Veneno 
Ineficaz 
Apenas retarda o 
processo de cárie 
Liberdade de escolha 
/ Direitos individuais 
Seguro a 0,7 – 1,2 ppm 
15 – 40% menos cáries 
Menos cáries em todas as 
idades 
Direitos individuais são 
relevados no interesse da 
Saúde Pública 
Argumentos Antifluoretação 
Adriana B S P Fernandes, 2011 
Questões: 
1. Suponha que você seja coordenador de saúde bucal de um 
município do interior do estado, com abastecimento de água do rio 
próximo a cidade, que atende a 45% da população do município. Foi 
feito teste na água e observado que a água apresenta teores de 
flúor abaixo do recomendado e as crianças do município apresentam 
índice de cpo-d acima de 3, com percentual de crianças livres de 
cárie muito baixo. Visando implementar a fluoretação da água de 
abastecimento público nesse munícípio, quais os critérios que você 
como coordenador de saúde bucal deve seguir, quais as etapas a 
serem seguidas, e quais os benefícios para a saúde bucal da 
população essa ação pode trazer? 
2. Suponha que você está numa UBS de Saúde da família 
realizando educação em saúde e higiene bucal com 
Adultos, explicando a forma correta de escovação e 
utilização de dentifrícios fluoretados, o que você orienta 
a esta população sobre os critérios que deverão ser 
observados para a compra de dentifrícios a serem 
utilizados por toda família? 
Obrigada! 
Profa. Shirley Passos 
smpassos@uea.edu.br 
leyshir_br@yahoo.com

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