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As chamadas classes populares ganharam grande destaque nas análises da Nova História Cultural, a obra “O grande massacre de gatos” de Robert Darnton é um dos grandes exemplos desta abordagem. No entanto, ela se diferencia da própria História Cultural ao propor que:


as classes populares sejam reconhecidas assim como E.P.Thompson ao falar sobre a formação do proletariado na Inglaterra.
as classes populares sejam entendidas não apenas a partir de aspectos economicistas, como a luta de classes, mas sobre a vida cultural vivida pelos desprivilegiados.
as classes populares sejam entendidas de acordo com o materialismo histórico.
as classes populares sejam entendidas pela sua condição nas relações de produção.
as classes populares sejam reconhecidas de acordo com o contexto cultural em que vivam, mas privilegiada a sua condição de vida material.
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Praticando Para o Saber

há 2 anos

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há 8 meses

A obra "O grande massacre de gatos" de Robert Darnton se diferencia da História Cultural ao propor que as classes populares sejam entendidas não apenas a partir de aspectos economicistas, como a luta de classes, mas sobre a vida cultural vivida pelos desprivilegiados. Essa abordagem enfatiza a importância da cultura e das práticas sociais das classes populares, reconhecendo sua agência e experiências.

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há 2 anos

A obra "O grande massacre de gatos" de Robert Darnton propõe que as classes populares sejam entendidas não apenas a partir de aspectos economicistas, como a luta de classes, mas sobre a vida cultural vivida pelos desprivilegiados. Essa abordagem se diferencia da própria História Cultural ao ampliar o olhar para além da cultura erudita e privilegiada, buscando compreender a cultura popular e suas práticas cotidianas.

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A partir do conceito de cultura apropriado da Antropologia, e a forte ligação que a História teve com esta área das ciências sociais, muitas mudanças foram importantes, principalmente aquelas sentidas sobre os sujeitos históricos. Com a Nova História Cultural, houve uma apropriação maior dos estudos de gênero e da perspectiva feminista na História, este fato foi importante para:


a compreensão do gênero feminino como um sujeito histórico, protagonista de diversas ações dentro da História e desconstrução de uma visão da História feita só por homens.
confirmar de maneira inquestionável a supremacia dos valores masculinos presentes na História.
reconhecer o papel consolidado das mulheres e sua atuação em eventos menos importantes na História.
justificar atualmente as diferenças de remuneração, trabalho e condições de vida atuais entre homens e mulheres.
reconhecer o papel importante da maternidade da mulher e a função de manutenção da vida humana nos cuidados com o ambiente doméstico.

Uma das maiores contribuições da Antropologia para as análises históricas foi:


o uso da antropometria como técnica de análises.
reconhecer o ponto de vista nativo, e assim, a possibilidade de entender sua cultura.
o uso da craniologia como técnica de análises.
o uso do método monográfico.
o fim da visão eurocêntrica da História.

Entre os antropólogos do século XX, Clifford Geertz (1926-2006) talvez tenha sido o autor que mais dialogou com a História e trabalhou em conjunto com historiadores, a sua proposta metodológica de uma “descrição densa” foi importante para se pensar uma:


macrohistória.
microhistória.
história provisória.
história das grandes batalhas.
história dos grandes heróis.

O historiador Robert Darnton considerava de extrema importância o trabalho empírico de lidar diretamente com as fontes e frequentar arquivos, pois:


o autor desconsiderava pesquisas baseadas em fontes indiretas.
a História só é feita a partir de documentos encontrados em arquivos nacionais e internacionais.
o trabalho do historiador não pode cair em uma narrativa abstrata, beirando a narrativa ficcional, seu interesse de pesquisa é real, como a cultura.
não há outros lugares para se obter dados de um objeto que não as fontes escritas.
assim como um escritor de ficção, o historiador necessita ter como referencia outras obras ficcionais.

A Antropologia de Clifford Geertz se diferencia de outras formas do fazer antropológico do início do século XX, por relacionar-se de outra maneira com a História. São autores deste início de século:


Frazer e Tylor.
Lévi-Strauss e Marshall Sahlins.
Victor Turner e Mary Douglas.
James Clifford e George Marcus.
Edward Said e HomiBhabha.

O antropólogo Lévi-Strauss (1908-2009) foi reconhecidamente um dos grandes contribuintes às reflexões sobre a História, suas definições foram importantes para perceber a diversidade de temporalidades com o conceito sobre sociedades:


atrasadas do ponto de vista do progresso histórico.
“quentes” e “frias”, e “estacionárias” e “cumulativas”.
desenvolvidas do ponto de vista do progresso histórico.
etnocêntricas, como um atributo positivo.
com ou sem história.

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