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Ana Paula é empregada da sociedade empresária Laticínios Leite Bom Ltda., na qual exerce a função de auxiliar de serviços gerais e recebe a importâ...

Ana Paula é empregada da sociedade empresária Laticínios Leite Bom Ltda., na qual exerce a função de auxiliar de serviços gerais e recebe a importância correspondente a 1 salário-mínimo por mês. Desejando tornar-se microempreendedora individual para realizar venda de doces por conta própria, Ana Paula pediu demissão. Ocorre que, durante o aviso prévio descobriu que estava gravida. Considerando a situação de fato e o que dispõe a CLT e a CF, Ana Paula teria direito estabilidade gestante e poderia continuar no emprego?

💡 1 Resposta

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Sim, Ana Paula teria direito à estabilidade gestante e poderia continuar no emprego. De acordo com a Constituição Federal, a gestante tem direito à estabilidade provisória desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Além disso, a CLT também prevê a garantia de emprego à gestante, independentemente do tempo de serviço, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Portanto, Ana Paula poderia ter permanecido no emprego e, caso fosse demitida sem justa causa, teria direito à estabilidade gestante e à indenização correspondente.

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