Ed
ano passado
A ampliação objetiva dos limites da coisa julgada à questão prejudicial pode ser feita de ofício pelo juiz, desde que a resolução dessa questão dependa do julgamento de mérito. No entanto, é imprescindível que o contraditório seja prévio e efetivo, e que o juiz seja competente tanto em razão da matéria quanto da pessoa. Além disso, essa ampliação não pode ocorrer se o réu for revel ou em processos que tenham limitações da cognição que impeçam um aprofundamento adequado da análise da questão prejudicial ou que restrinjam a produção de provas.
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Ed
há 3 anos
A afirmação apresentada na pergunta está correta. A ampliação objetiva dos limites da coisa julgada à questão prejudicial pode ser feita de ofício pelo juiz, desde que da resolução dessa questão dependa o julgamento de mérito, mas o contraditório precisa ser prévio e efetivo e o juiz precisa ser competente em razão da matéria e da pessoa, porém, essa ampliação não pode ocorrer se o réu for revel ou em processos que possuam limitações da cognição que impeçam o aprofundamento da análise da questão prejudicial ou restrição probatória.
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