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A ampliação objetiva dos limites da coisa julgada à questão prejudicial pode ser feita de ofício pelo juiz, desde que:
da resolução dessa questão dependa o julgamento de mérito, mas o contraditório precisa ser prévio e efetivo e o juiz precisa ser competente em razão da matéria e da pessoa, porém, essa ampliação não pode ocorrer se o réu for revel ou em processos que possuam limitações da cognição que impeçam o aprofundamento da análise da questão prejudicial ou restrição probatória.
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há 3 anos

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ano passado

A ampliação objetiva dos limites da coisa julgada à questão prejudicial pode ser feita de ofício pelo juiz, desde que a resolução dessa questão dependa do julgamento de mérito. No entanto, é imprescindível que o contraditório seja prévio e efetivo, e que o juiz seja competente tanto em razão da matéria quanto da pessoa. Além disso, essa ampliação não pode ocorrer se o réu for revel ou em processos que tenham limitações da cognição que impeçam um aprofundamento adequado da análise da questão prejudicial ou que restrinjam a produção de provas.

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há 3 anos

A afirmação apresentada na pergunta está correta. A ampliação objetiva dos limites da coisa julgada à questão prejudicial pode ser feita de ofício pelo juiz, desde que da resolução dessa questão dependa o julgamento de mérito, mas o contraditório precisa ser prévio e efetivo e o juiz precisa ser competente em razão da matéria e da pessoa, porém, essa ampliação não pode ocorrer se o réu for revel ou em processos que possuam limitações da cognição que impeçam o aprofundamento da análise da questão prejudicial ou restrição probatória.

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No que concerne à jurisdição, assinale a alternativa incorreta: É uma técnica de composição de conflitos por heterocomposição, pois um terceiro imparcial se substitui às partes para solucionar o litígio. A jurisdição sempre foi associada ao Estado, porquanto constitui um atributo da soberania. O exercício da jurisdição pressupõe a instrumentalização por um processo justo, em que se garanta o devido processo legal. A jurisdição pode ser vista como poder, função e atividade. A origem da jurisdição como função estatal de resolução de conflitos remonta ao período do direito romano da cognitio extra ordinem.

a) E
b) A
c) D
d) C
e) B

Acerca dos limites da jurisdição brasileira, é correto afirmar: Uma sentença estrangeira de inventário e partilha de bens situados no Brasil de um cidadão brasileiro domiciliado na Noruega pode ser homologada no país para produzir seus efeitos. Uma ação de alimentos ajuizada por um português em face de seu genitor brasileiro não pode tramitar no Brasil. A determinação de uma limitação espacial da jurisdição brasileira visa a evitar conflitos entre Estados, que certamente ocorreriam se houvesse uma jurisdição ilimitada. O consumidor brasileiro é obrigado a processar o fornecedor estrangeiro no domicílio da empresa. Qualquer ação intentada em tribunal estrangeiro com tríplice identidade (pedidos, causa de pedir e partes) induz litispendência no Brasil, devendo o juiz extinguir o processo sem resolução do mérito.

a) A
b) E
c) C
d) D
e) B

Acerca da Cooperação Jurídica internacional, é correto afirmar: Inexiste a possibilidade de serem praticados atos de cooperação internacional entre autoridades administrativas de países diferentes. É vedado o cumprimento de decisões interlocutórias estrangeiras no Brasil, por ofensa à ordem pública e à soberania nacional, excetuando-se os casos nos quais haja previsão em tratado de seu cabimento. Existe a possibilidade de a lei ou o tratado internacional dispensar o prévio exercício de juízo de delibação pelo STJ para a execução, em nosso país, de provimentos jurisdicionais estrangeiros. O auxílio direto necessita do juízo de delibação para ser atendido, por envolver matérias de natureza administrativa. A carta rogatória é o instrumento de cooperação internacional exclusivo para o cumprimento de atos como a citação, a intimação, a notificação judicial, a colheita de provas, bem como a obtenção de informações e cumprimento de decisões.

a) A
b) E
c) C
d) D
e) B

Dadas as assertivas a seguir, assinale a alternativa correta: Considerando o ordenamento processual na vigência do Código de Processo Civil de 2015, a substituição processual é o instituto que se aplica quando se troca a pessoa em algum dos polos da relação processual como, por exemplo, no caso de falecimento de uma das partes que seja pessoa natural. A legitimação extraordinária permite que alguém postule, em nome de outrem, direito desse terceiro. As condições da ação não estão previstas no código, o que impede o indeferimento da petição inicial por ilegitimidade para a causa ou falta de interesse processual. A legitimidade para a causa deve ser examinada no caso concreto, considerada a pretensão deduzida. Um dos elementos da ação é o pedido, que pode ser imediato e mediato. O primeiro corresponde ao bem da vida pretendido, e o segundo, à atividade jurisdicional postulada para o alcance do bem da vida almejado.

a) E
b) D
c) C
d) B
e) A

Acerca dos requisitos que a petição inicial deve indicar, segundo o Novo Código de Processo Civil, assinale a alternativa correta: A petição inicial dispensa a indicação do valor da causa. O pedido não precisa ser determinado. A petição inicial deve mencionar, dentre outras informações, a existência de união estável. Caso o autor não disponha dessa informação, poderá requerer ao juiz as diligências necessárias para a sua obtenção. Não se admite em nenhuma hipótese pedido genérico.

a) E
b) D
c) C
d) B
e) A

A petição inicial será considerada inepta quando:
A parte for manifestamente ilegítima.
O autor carecer de interesse processual.
O autor, advogando em causa própria, não declinar o seu endereço.
O autor não a instruir com os documentos indispensáveis à propositura da ação, cuja juntada foi determinada pelo juiz.
Faltar pedido ou causa de pedir.

De acordo com o disposto no art. 240 do NCPC, a citação válida produz alguns efeitos. Dentre esses efeitos, podemos citar:
I. Induz a litispendência.
II. Torna litigiosa a coisa.
III. Interrompe a prescrição.
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
III, apenas.

No que se refere ao instituto da revelia, é incorreto afirmar que:
Se o réu não contestar a ação, será considerado revel, e serão presumidas verdadeiras as alegações de fato formuladas pelo autor.
Os prazos contra o revel que não tenha patrono nos autos fluirão da data de publicação do ato decisório no órgão oficial.
Será considerado revel e se presumirão verdadeiras as alegações de fato formuladas pelo autor quando o litígio versar sobre direitos indisponíveis.
Ao revel é permitido intervir no processo em qualquer fase, recebendo-o no estado em que se encontrar.
Não se opera à revelia quando, havendo pluralidade de réus, algum deles contestar a ação.

Sobre a réplica, assinale a alternativa incorreta.
A réplica é a resposta do autor à contestação.
É cabível a réplica quando o réu, na contestação, alega defesa processual.
Se o réu apresenta documento novo em sede de contestação, mas oferece apenas defesa de mérito direta, não precisa o juiz intimar o autor para se manifestar acerca dos documentos.
Quando apresentada contestação e reconvenção pelo réu, o juiz deve intimar o autor para, em quinze dias, oferecer contestação à reconvenção e réplica.
É cabível a réplica quando o réu, na contestação, alega defesa de mérito indireta.

A parte não é obrigada a depor sobre fatos:
Quando se declarar constrangida.
Somente sobre fatos criminosos que lhe forem imputados.
Quando entender dispensável o seu depoimento.
A cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar sigilo.
Quando não souber responder as perguntas formuladas.

Em relação à audiência de instrução e julgamento, é correto afirmar:
A audiência poderá ser integralmente gravada em imagem ou em áudio, em meio digital ou analógico, inclusive, diretamente por qualquer das partes, nesse caso, desde que haja autorização judicial.
Enquanto depuserem o perito, os assistentes técnicos, as partes e as testemunhas, não poderão os advogados e o Ministério Público intervir ou apartear, sem licença do juiz.
O juiz poderá dispensar a produção das provas requeridas pela parte cujo advogado ou defensor público não tenha comparecido à audiência, regra, porém, não aplicável ao Ministério Público, em face dos interesses indisponíveis defendidos.
A audiência é una e contínua, podendo ser excepcionalmente adiada, mas, em caso algum, cindida, ainda que haja concordância das partes.

Será realizada uma audiência de instrução e julgamento em que previamente houve realização de perícia e existe pedido de depoimento pessoal das partes, bem como arrolamento de testemunhas. Diante disso, assinale a alternativa correta:
Antes de instalar a instrução, em regra, não cabe ao juiz tentar conciliar as partes.
Em primeiro lugar, o juiz tomará os depoimentos pessoais, primeiro do autor e depois do réu.
Por último, o perito e os assistentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos, requeridos no prazo e nos termos do disposto no Código de Processo Civil.
As provas orais serão produzidas preferencialmente na seguinte ordem: após ouvir os peritos e assistentes técnicos e realizados os depoimentos pessoais, serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu.
O juiz não poderá dispensar a produção de prova requerida pela parte cujo advogado não tenha comparecido à audiência.

Sobre a sentença, pelo que dispõe a atual legislação processual, é correto afirmar que:
A decisão que acolhe a existência de convenção de arbitragem não resolve o mérito da questão e pode ser declarada de ofício pelo juiz.
Caso o juiz verifique que o processo ficou parado por mais de um ano por negligência das partes, antes de extingui-lo com resolução do mérito, deverá conceder prazo de cinco dias para que as partes supram a falta.
Caracterizada a perempção, a sentença deverá ser sem resolução do mérito, não podendo o autor propor nova ação, sendo que a argumentação poderá ser usada em eventual defesa de seus direitos.
A sentença que reconhece a prescrição poderá ser prolatada de ofício em qualquer caso, extinguindo o processo com conhecimento do mérito, independentemente da oitiva das partes.
A renúncia e a desistência à pretensão formulada nos autos extinguirão a ação com conhecimento do mérito.

Acerca da coisa julgada, considere:
Denomina-se coisa julgada formal a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.
Os motivos não fazem coisa julgada, ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença.
Transitada em julgado a decisão de mérito, consideram-se formuladas e rejeitadas todas as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento quanto à rejeição do pedido.

João ajuizou ação visando obter reparação de danos decorrentes de ato ilícito praticado por Pedro. Recebida a ação, Pedro foi citado e apresentou, tempestivamente, a contestação. Após a tramitação do processo, a juíza proferiu sentença de improcedência do pedido e as partes foram devidamente intimadas. Apesar de não concordar com os fundamentos da sentença, João deixou transcorrer in albis o prazo para apelação e a sentença transitou em julgado. No entanto, João foi informado de que Pedro e a juíza são casados há 20 anos. Sabendo que o trânsito em julgado ocorreu há um ano, assinale a alternativa correta.
Visando obter nova decisão judicial, João deverá propor ação rescisória, fundamentada no fato da sentença ter sido proferida por juiz impedido.

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