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Questão 004 A relação entre objetividade e subjetividade do conhecimento produzido é um dilema para a Historiografia. Sobre esse debate, assinale a alternativa correta.

A) A objetividade e a subjetividade coexistem em um trabalho de História. A objetividade, porém, tem um valor maior perante a subjetividade, pois é função do historiador descrever o passado e trazer resoluções para a sociedade.
B) A objetividade é sempre danosa ao trabalho historiográfico. Através dela, anulam-se outras visões sobre o passado, trazendo uma única versão para o fato.
C) A objetividade deve ser premissa essencial para aqueles que pretendem estudar e compreender o passado. Dessa maneira, deve-se buscar a verdade e a perfeita descrição dos fatos, não deixando dúvidas ou debates pendentes na produção do conhecimento histórico.
D) Tanto a objetividade quanto a objetividade fazem parte do trabalho do historiador. A subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado excedem a realidade dos ocorridos.
E) O debate tem pouco ou nenhum valor para a Historiografia, visto que o conhecimento produzido é sempre uma interpretação subjetiva do passado, realizada por um indivíduo, o historiador.
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Questões para Estudantes

há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas uma a uma para encontrar a correta sobre a relação entre objetividade e subjetividade na historiografia. A) A objetividade e a subjetividade coexistem em um trabalho de História. A objetividade, porém, tem um valor maior perante a subjetividade, pois é função do historiador descrever o passado e trazer resoluções para a sociedade. - Essa alternativa reconhece a coexistência, mas dá um valor maior à objetividade, o que pode ser questionável. B) A objetividade é sempre danosa ao trabalho historiográfico. Através dela, anulam-se outras visões sobre o passado, trazendo uma única versão para o fato. - Essa afirmação é extrema e não reflete a complexidade do debate. C) A objetividade deve ser premissa essencial para aqueles que pretendem estudar e compreender o passado. Dessa maneira, deve-se buscar a verdade e a perfeita descrição dos fatos, não deixando dúvidas ou debates pendentes na produção do conhecimento histórico. - Essa alternativa é muito rígida e ignora a importância da subjetividade na interpretação histórica. D) Tanto a objetividade quanto a subjetividade fazem parte do trabalho do historiador. A subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado excedem a realidade dos ocorridos. - Esta alternativa reconhece a importância de ambas as abordagens e a necessidade de um equilíbrio entre elas. E) O debate tem pouco ou nenhum valor para a Historiografia, visto que o conhecimento produzido é sempre uma interpretação subjetiva do passado, realizada por um indivíduo, o historiador. - Essa afirmação minimiza a relevância do debate entre objetividade e subjetividade. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a complexidade da relação entre objetividade e subjetividade na historiografia é a D. Portanto, a resposta correta é: D.

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há 2 anos

Neste debate sobre a relação entre objetividade e subjetividade na Historiografia, é importante considerar a natureza do conhecimento histórico e a influência do historiador na interpretação dos fatos passados. Analisando as alternativas: A) A objetividade e a subjetividade coexistem em um trabalho de História. A objetividade, porém, tem um valor maior perante a subjetividade, pois é função do historiador descrever o passado e trazer resoluções para a sociedade. - Esta alternativa destaca a importância da objetividade, mas não reconhece a relevância da subjetividade na construção do conhecimento histórico. B) A objetividade é sempre danosa ao trabalho historiográfico. Através dela, anulam-se outras visões sobre o passado, trazendo uma única versão para o fato. - Esta alternativa apresenta uma visão extrema contra a objetividade, o que não reflete a complexidade do debate. C) A objetividade deve ser premissa essencial para aqueles que pretendem estudar e compreender o passado. Dessa maneira, deve-se buscar a verdade e a perfeita descrição dos fatos, não deixando dúvidas ou debates pendentes na produção do conhecimento histórico. - Esta alternativa destaca a importância da objetividade na busca pela verdade histórica, mas não considera a influência da subjetividade na interpretação dos fatos. D) Tanto a objetividade quanto a objetividade fazem parte do trabalho do historiador. A subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado excedem a realidade dos ocorridos. - Esta alternativa reconhece a importância tanto da objetividade quanto da subjetividade, destacando a complementaridade desses aspectos na produção do conhecimento histórico. E) O debate tem pouco ou nenhum valor para a Historiografia, visto que o conhecimento produzido é sempre uma interpretação subjetiva do passado, realizada por um indivíduo, o historiador. - Esta alternativa desconsidera a importância do debate sobre objetividade e subjetividade na construção do conhecimento histórico. Assim, a alternativa correta é: D) Tanto a objetividade quanto a subjetividade fazem parte do trabalho do historiador. A subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado excedem a realidade dos ocorridos.

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Questão 001 (ENADE 2017) A história se faz com documentos. Documentos são os traços que deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado. Entre os pensamentos e os atos dos homens, poucos há que deixam traços visíveis, e estes, quando se produzem, raramente perduram: basta um acidente para os apagar. Ora, qualquer pensamento ou ato que não tenha deixado traços visíveis tenham desaparecido, está perdido para a história: é como se nunca houvesse existido. Por falta de documentos, a história de enormes períodos de passado da humanidade ficará para sempre desconhecida. Porque nada supre os documentos: onde não há documentos não há história. LANGLOIS, C.; SEIGNOBOS, C. Introdução aos Estudos Históricos. São Paulo: Editora Renascença, 1946 (adaptado). O trecho apresentado foi publicado originalmente em 1898, na França, em um manual de História muito influente à época. Com base nesse excerto, infere-se que os documentos

A) fornecem testemunho sobre uma parcela dos acontecimentos do passado sem os quais a escrita da história é impossível.
B) recuperam o passado em si, na medida em que expressam ações e ideias de homens que viveram em épocas pretéritas.
C) são registros textuais, preferencialmente produzidos por organismos vinculados ao Estado, o que assegura sua autenticidade.
X D) podem ser substituídos por traços que denotem tanto a presença humana no tempo quanto os gostos, gestos e valores do ser humano em determinado período.
E) são equivalentes aos acontecimentos humanos, pois carregam em si os pensamentos e os atos pretéritos.

Questão 003 (MONTE HOREBE 2019) Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios: I- O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais. II- Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos. III- O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos. É CORRETO o que se afirma em

A) I apenas.
B) I e III.
C) II e III.
D) I e II.
X E) I, II e III.

Questão 004 A relação entre objetividade e subjetividade do conhecimento produzido é um dilema para a Historiografia. Sobre esse debate, assinale a alternativa correta.

A) A objetividade e a subjetividade coexistem em um trabalho de História. A objetividade, porém, tem um valor maior perante a subjetividade, pois é função do historiador descrever o passado e trazer resoluções para a sociedade.
B) A objetividade é sempre danosa ao trabalho historiográfico. Através dela, anulam-se outras visões sobre o passado, trazendo uma única versão para o fato.
C) A objetividade deve ser premissa essencial para aqueles que pretendem estudar e compreender o passado. Dessa maneira, deve-se buscar a verdade e a perfeita descrição dos fatos, não deixando dúvidas ou debates pendentes na produção do conhecimento histórico.
X D) Tanto a objetividade quanto a objetividade fazem parte do trabalho do historiador. A subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado excedem a realidade dos ocorridos.
E) O debate tem pouco ou nenhum valor para a Historiografia, visto que o conhecimento produzido é sempre uma interpretação subjetiva do passado, realizada por um indivíduo, o historiador.

Questão 005 (IFPE 2012) “Seria uma desgraça para nós, agora que os amplos espaços do mundo material, as terras e os mares foram atingidos e explorados, se os limites do mundo intelectual fossem dados pelas descobertas dos antigos.” Francis Bacon, apud BURKE, Peter. “Uma história social do conhecimento: de Gutemberg a Diderot.” Rio de janeiro: Jorge Zahar, 2003, p. 105. A crença na superioridade da razão é a base do pensamento Iluminista, tão bem expresso por Francis Bacon. Nesse sentido, os itens abaixo versam sobre o processo histórico Iluminista. I. A afirmativa de Francis Bacon apresenta uma das ideias fundamentais do pensamento científico: a crítica. Para o europeu do século XVI em diante, apesar da herança clássica, havia sido ele, e não os gregos, que tinha realizado as grandes navegações e a ciência experimental. II. A invenção da imprensa conseguiu expandir o conhecimento por meio da difusão dos diversos tipos de conhecimento, indo dos relatos aos dicionários e às enciclopédias. Apesar disso, o intenso analfabetismo europeu acabou impedindo o acesso ao conteúdo das obras e ao desenvolvimento intelectual advindo desse fato. III. A fé na razão e no entendimento se opunha, para os iluministas, à ignorância do pensamento embasado nos mitos da Bíblia e nos dogmas da Igreja. A partir do Iluminismo, o homem é livre para construir uma nova religião, e em seu altar, colocar a razão. IV. A Enciclopédia publicada por Diderot propunha-se a difundir todo o conhecimento humano, pronto para ser compartilhado por todos, afinal a palavra enciclopédia significa a inter-relação das ciências, nas palavras do próprio Diderot. V. Se para o filósofo iluminista a razão era libertadora, para a maior parte das monarquias europeias ela era reformista. Assim, buscando estimular o acesso às obras iluministas, os reis absolutistas providenciaram a distribuição da Enciclopédia em todo o seu reino, por isso foram chamados de Déspotas Esclarecidos. Estão corretos, apenas

A) I, II e III.
B) III, IV e V.
C) I, III e V.
X D) I, III e IV.
E) II, IV e V.

Questão 006 (MONTE HOREBE 2019) Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios: I. O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais. II. Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos. III. O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos. É CORRETO o que se afirma em:

A) I apenas.
X B) I, II e III.
C) I e II.
D) II e III.
E) I e III.

Desde o nascimento do cinema, a História tem servido de referência para a realização de filmes. Nesse sentido, ao longo do tempo, as produções cinematográficas passaram a despertar o interesse de professores e alunos em sala de aula e tornaram-se fonte de conhecimento. Frequentemente, nas aulas de História e nos livros didáticos, é possível encontrar indicação de filmes que tratam de assuntos do conteúdo programático daquele ano escolar. A partir dessas sugestões, o grande desafio está na leitura de uma obra cinematográfica, relacionando-a com uma abordagem histórica que permita o encontro entre cinema e História. Para usar a expressão cunhada por Marc Ferro, na conversa entre Cinema e História podemos afirmar que
A) o estudo da imagem tem como objetivo as intenções do cineasta ou do diretor de fotografia de modo a promover a compreensão do filme a partir de sua condição de obra de arte desvinculada da realidade social.
B) o principal objetivo do trabalho com filmes na sala de aula é recuperar o fascínio e o encantamento pela História de modo a motivar estudantes e professores para o estudo científico do passado pelo passado.
C) o foco dos esforços de interpretação não deve se confinar à realidade ficcional do filme projetado, mas deve abranger também a sociedade que o produziu e dele se utilizou para discutir determinados temas e épocas que lhe interessaram.
D) a utilização do filme na sala de aula faz com que sua projeção preencha o espaço de atuação do professor, reconduzindo metodologicamente a participação deste para a condição de espectador do processo de aprendizagem.
E) o método de compreensão de um filme no contexto da sala de aula exige que o professor filtre todo conhecimento prévio sobre a época e os temas tratados que não esteja sujeito a sua orientação.
A) o estudo da imagem tem como objetivo as intenções do cineasta ou do diretor de fotografia de modo a promover a compreensão do filme a partir de sua condição de obra de arte desvinculada da realidade social.
B) o principal objetivo do trabalho com filmes na sala de aula é recuperar o fascínio e o encantamento pela História de modo a motivar estudantes e professores para o estudo científico do passado pelo passado.
C) o foco dos esforços de interpretação não deve se confinar à realidade ficcional do filme projetado, mas deve abranger também a sociedade que o produziu e dele se utilizou para discutir determinados temas e épocas que lhe interessaram.
D) a utilização do filme na sala de aula faz com que sua projeção preencha o espaço de atuação do professor, reconduzindo metodologicamente a participação deste para a condição de espectador do processo de aprendizagem.
E) o método de compreensão de um filme no contexto da sala de aula exige que o professor filtre todo conhecimento prévio sobre a época e os temas tratados que não esteja sujeito a sua orientação.

No final do século XIX, Leopold Von Ranke afirmava: a História deve ser narrada como de fato aconteceu. Sobre esta busca da verdade na história, é CORRETO afirmar:
A) A imparcialidade se assemelha à proposta de uma Escola sem Partido quando, definitivamente, foi possível determinar a única verdade para a história.
B) A busca pela verdade na história, ou seja, da narrativa do passado como de fato aconteceu, esteve distante do debate de profissionalização da história.
C) A neutralidade deve ser sempre uma meta a ser atingida pelos historiadores no desenvolvimento de seu ofício.
D) A história, ao ser narrada como de fato aconteceu, deve ofertar múltiplas interpretações sobre os acontecimentos históricos.
E) Para narrar a história como de fato aconteceu, é preciso adotar toda a parcialidade e subjetividade possível.
A) A imparcialidade se assemelha à proposta de uma Escola sem Partido quando, definitivamente, foi possível determinar a única verdade para a história.
B) A busca pela verdade na história, ou seja, da narrativa do passado como de fato aconteceu, esteve distante do debate de profissionalização da história.
C) A neutralidade deve ser sempre uma meta a ser atingida pelos historiadores no desenvolvimento de seu ofício.
D) A história, ao ser narrada como de fato aconteceu, deve ofertar múltiplas interpretações sobre os acontecimentos históricos.
E) Para narrar a história como de fato aconteceu, é preciso adotar toda a parcialidade e subjetividade possível.

Questão 003 (MONTE HOREBE 2019) Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios: I- O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais. II- Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos. III- O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos. É CORRETO o que se afirma em

A) I apenas.
B) I e III.
C) II e III.
D) I e II.
E) I, II e III.

Questão 006 (MONTE HOREBE 2019) Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios: I. O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais. II. Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos. III. O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos. É CORRETO o que se afirma em:

A) I apenas.
B) I, II e III.
C) I e II.
D) II e III.
E) I e III.

007 (IFPI-2014) Desde o nascimento do cinema, a História tem servido de referência para a realização de filmes. Nesse sentido, ao longo do tempo, as produções cinematográficas passaram a despertar o interesse de professores e alunos em sala de aula e tornaram-se fonte de conhecimento. Frequentemente, nas aulas de História e nos livros didáticos, é possível encontrar indicação de filmes que tratam de assuntos do conteúdo programático daquele ano escolar. A partir dessas sugestões, o grande desafio está na leitura de uma obra cinematográfica, relacionando-a com uma abordagem histórica que permita o encontro entre cinema e História. Para usar a expressão cunhada por Marc Ferro, na conversa entre Cinema e História podemos afirmar que
A) o estudo da imagem tem como objetivo as intenções do cineasta ou do diretor de fotografia de modo a promover a compreensão do filme a partir de sua condição de obra de arte desvinculada da realidade social.
B) o principal objetivo do trabalho com filmes na sala de aula é recuperar o fascínio e o encantamento pela História de modo a motivar estudantes e professores para o estudo científico do passado pelo passado.
C) o foco dos esforços de interpretação não deve se confinar à realidade ficcional do filme projetado, mas deve abranger também a sociedade que o produziu e dele se utilizou para discutir determinados temas e épocas que lhe interessaram.
D) a utilização do filme na sala de aula faz com que sua projeção preencha o espaço de atuação do professor, reconduzindo metodologicamente a participação deste para a condição de espectador do processo de aprendizagem.
E) o método de compreensão de um filme no contexto da sala de aula exige que o professor filtre todo conhecimento prévio sobre a época e os temas tratados que não esteja sujeito a sua orientação.
A) o estudo da imagem tem como objetivo as intenções do cineasta ou do diretor de fotografia de modo a promover a compreensão do filme a partir de sua condição de obra de arte desvinculada da realidade social.
B) o principal objetivo do trabalho com filmes na sala de aula é recuperar o fascínio e o encantamento pela História de modo a motivar estudantes e professores para o estudo científico do passado pelo passado.
C) o foco dos esforços de interpretação não deve se confinar à realidade ficcional do filme projetado, mas deve abranger também a sociedade que o produziu e dele se utilizou para discutir determinados temas e épocas que lhe interessaram.
D) a utilização do filme na sala de aula faz com que sua projeção preencha o espaço de atuação do professor, reconduzindo metodologicamente a participação deste para a condição de espectador do processo de aprendizagem.
E) o método de compreensão de um filme no contexto da sala de aula exige que o professor filtre todo conhecimento prévio sobre a época e os temas tratados que não esteja sujeito a sua orientação.

008 (CUITÉ 2019) No final do século XIX, Leopold Von Ranke afirmava: a História deve ser narrada como de fato aconteceu. Sobre esta busca da verdade na história, é CORRETO afirmar:
A) A imparcialidade se assemelha à proposta de uma Escola sem Partido quando, definitivamente, foi possível determinar a única verdade para a história.
B) A busca pela verdade na história, ou seja, da narrativa do passado como de fato aconteceu, esteve distante do debate de profissionalização da história.
C) A neutralidade deve ser sempre uma meta a ser atingida pelos historiadores no desenvolvimento de seu ofício.
D) A história, ao ser narrada como de fato aconteceu, deve ofertar múltiplas interpretações sobre os acontecimentos históricos.
E) Para narrar a história como de fato aconteceu, é preciso adotar toda a parcialidade e subjetividade possível.
A) A imparcialidade se assemelha à proposta de uma Escola sem Partido quando, definitivamente, foi possível determinar a única verdade para a história.
B) A busca pela verdade na história, ou seja, da narrativa do passado como de fato aconteceu, esteve distante do debate de profissionalização da história.
C) A neutralidade deve ser sempre uma meta a ser atingida pelos historiadores no desenvolvimento de seu ofício.
D) A história, ao ser narrada como de fato aconteceu, deve ofertar múltiplas interpretações sobre os acontecimentos históricos.
E) Para narrar a história como de fato aconteceu, é preciso adotar toda a parcialidade e subjetividade possível.

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