Ed
há 2 anos
A colonialidade da linguagem, conforme discutido por Aníbal Quijano, reflete a estrutura de poder que perpetua o capitalismo, racismo e eurocentrismo nas práticas educacionais. Para decolonizar a linguagem, é essencial problematizar conceitos como sentipensar, corazonar, sulear e esperançar. Esses termos promovem uma abordagem mais inclusiva e interdisciplinar, valorizando as vozes e culturas dos estudantes. Assim, a prática docente deve ser ética e representativa, integrando diversas línguas e culturas na sala de aula, contribuindo para uma educação mais justa e plural.
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Ana Paula dos Santos Souza Moreira
há 2 anos
A ideia de sentipensar, corazonar, sulear e esperançar introduz um novo olhar para a educação, mais voltado para a valorização das saberes populares e locais, abordando a interdisciplinaridade e uma educação que envolva corpo, sentimento e coração, como propunha Paulo Freire.
Tudo isso contribui para uma prática educativa mais inclusiva, ética e decolonial.
Ana Paula dos Santos Souza Moreira
há 2 anos