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A respeito do policiamento comunitário, é falso afirmar que:

a) Propõe uma parceria entre a população e a polícia baseada na ideia de que devem trabalhar juntos.
b) Baseia-se na ideia de que os problemas sociais são solucionados na medida em que há envolvimento de todas as esferas.
c) Já se provou em experiências de vários países que não dá resultados efetivos.
d) No Brasil, encontra barreiras na cultura política autoritária.
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Para identificar a afirmação falsa sobre o policiamento comunitário, vamos analisar cada alternativa: a) Propõe uma parceria entre a população e a polícia baseada na ideia de que devem trabalhar juntos. - Esta afirmação é verdadeira, pois o policiamento comunitário realmente busca essa parceria. b) Baseia-se na ideia de que os problemas sociais são solucionados na medida em que há envolvimento de todas as esferas. - Esta afirmação também é verdadeira, já que o policiamento comunitário envolve a comunidade e outras esferas sociais. c) Já se provou em experiências de vários países que não dá resultados efetivos. - Esta afirmação é falsa, pois há diversas experiências positivas de policiamento comunitário em vários países que demonstraram resultados efetivos. d) No Brasil, encontra barreiras na cultura política autoritária. - Esta afirmação é verdadeira, pois a cultura política autoritária pode dificultar a implementação do policiamento comunitário. Portanto, a alternativa que é falsa é: c) Já se provou em experiências de vários países que não dá resultados efetivos.

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13. Zygmunt Bauman inicia a discussão de seu livro, Vida para Consumo: A transformação das pessoas em mercadorias, relatando três casos distintos coletados a partir da leitura da edição do jornal The Guardian, de Londres, em 02 de março de 2006. Os casos são os seguintes: I. O acesso às redes sociais virtuais aumenta cada vez mais: o site MySpace um ano antes era o líder em números de acessos e seu crescimento no ano anterior tinha sido de seis vezes, enquanto seu rival Spaces MSN tinha crescido 11 vezes e o Bebo tinha crescido 61 vezes. Os sites mais acessados em um ano específico não eram nada no ano seguinte. Mesmo assim, 61% dos adolescentes britânicos tinham um perfil em algum site de rede, compartilhando fotografias, inclusive. II. Empresas do Reino Unido estavam adotando um decodificador de chamadas interligado a um sistema de cadastro de informações de modo que, quando um cliente telefonasse para a empresa em questão, fosse automaticamente classificado a partir de seu “perfil” e atendido de acordo. Assim, um “cliente tipo 1” seria imediatamente atendido e sua ligação transferida para um agente sênior, que lhe daria o devido atendimento; enquanto um “cliente tipo 3” iria para o “fim da fila” de atendimentos e, se aguentasse esperar o atendimento, falaria com um agente de baixo escalão. III. O Ministro do Interior da Inglaterra, Charles Clarke, falava sobre o novo sistema de imigração para o Reino Unido, que iria classificar o candidato a migrante por meio de um sistema de pontuação na qual se escolheria os mais “qualificados” a serem aceitos no país, separando os “desejáveis” dos “indesejáveis”. A partir das considerações acima, marque a afirmação correta:

a) O autor afirma que a internet cresce porque os jovens se recusam a compartilhar suas informações on line e preferem estabelecer participações indiretas por meio de redes sociais.
b) O autor quer dizer que não há uma conexão entre o fato dos adolescentes compartilharem seus dados na internet e o fato das empresas agora classificarem seus clientes entre desejáveis e indesejáveis a partir do que podem pagar ou dos serviços que desejam acessar.
c) O autor quer destacar, com os três casos, dois aspectos fundamentais das sociedades contemporâneas: a maneira como as “coisas” (pessoas, empresas, sistemas, clientes, perfis etc.) são descartáveis e rapidamente substituídas por outras a partir do interesse gerado por elas, ou seja, se atendem ou não a uma “demanda”; e a disponibilidade das pessoas em se submeter a tal seleção, participando de processos diversos nos quais é avaliada e procura maneiras de se tornar mais adequado a tal “demanda”, mesmo que de modo inconsciente, como fica claro no exemplo dos adolescentes nas redes sociais.
d) O autor afirma que tanto a classificação de clientes por empresas quanto às novas políticas imigratórias são demonstrações de que os jovens não querem aderir às novas formas de sociabilidade impostas pela nova sociedade. Por isso, estariam os adolescentes tão dispostos a fornecer seus dados nas redes sociais.

Fazendo um diálogo dessa classificação com o caso de Fortaleza, pode-se dizer que:

a) Fortaleza poderia ser incluída na categoria das cidades globais, pois seu grande porte e sua importância turística (sendo o segundo destino mais visitado no Brasil, atrás apenas do Rio de Janeiro) a credencia para tal.
b) Fortaleza poderia ser incluída na categoria das metrópoles, já que é uma cidade grande, tem uma longa história e tem mais de 2,5 milhões de habitantes, colocando-a no mesmo rol de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, com os típicos problemas sociais que acometem essas cidades. O potencial turístico de Fortaleza também a coloca em capacidade de rivalizar e ser comparada com outras metrópoles, como Lisboa e Paris.
c) Tal classificação excluiu cidades medianas como Fortaleza, deixando de perceber graves problemas sociais que podem emergir de casos como esse. Afinal, esta cidade tem grande impacto em uma área circunscrita (no Ceará e estados vizinhos), o que lhe dá muita importância (não apenas econômica), mesmo que não esteja no plano de impacto global como àquelas exemplificadas nos itens I, II e III. É por isso que surge a nova categoria, defendida por alguns pesquisadores, de metrópole regional.
d) Por ter apenas 2,5 milhões de habitantes, Fortaleza não está incluída em nenhuma das categorias acima elencadas e que a Sociologia Urbana deve mesmo focar sua atenção em cidades maiores, com maiores problemas e deixar de lado aquelas de impacto regional como Fortaleza, que têm problemas irrelevantes.

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