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Paciente com 20 semanas de gestação, com informação de imunização completa para tétano em gestação passada, que ocorreu há um ano. Essa gestante deve receber:

A. nenhuma dose de imunizante contra tétano.
B. uma dose de DTPa a partir da 20ª semana de gestação.
C. uma dose de DT no primeiro trimestre e uma de DTPa.
D. três doses de DT na primeira metade da gestação.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder a essa questão, precisamos considerar as recomendações de imunização para gestantes em relação ao tétano. A gestante mencionada já teve uma imunização completa para tétano em uma gestação anterior, que ocorreu há um ano. De acordo com as diretrizes de imunização, a vacina DTPa (que protege contra difteria, tétano e coqueluche) é recomendada para gestantes a partir da 20ª semana de gestação, especialmente se a última dose foi há mais de 5 anos. Vamos analisar as alternativas: A. nenhuma dose de imunizante contra tétano. - Incorreto, pois a gestante deve ser imunizada para proteção do recém-nascido. B. uma dose de DTPa a partir da 20ª semana de gestação. - Correto, pois é recomendado que gestantes recebam a DTPa a partir da 20ª semana. C. uma dose de DT no primeiro trimestre e uma de DTPa. - Incorreto, pois a DTPa deve ser administrada a partir da 20ª semana, não no primeiro trimestre. D. três doses de DT na primeira metade da gestação. - Incorreto, pois não é necessário administrar três doses de DT. Portanto, a alternativa correta é: B. uma dose de DTPa a partir da 20ª semana de gestação.

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Paciente de 35 anos procurou a Emergência por quadro de febre, dor lombar e disúria. Negou comorbidades. Ao exame, encontrava-se prostrada, com temperatura axilar de 38° C e sinais vitais estáveis, sem outras alterações. A punho-percussão lombar foi positiva à direita. Diante desse quadro, que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?
(A) Solicitar ultrassonografia de vias urinárias e iniciar antibioticoterapia empírica por via oral.
(B) Solicitar urocultura, iniciar antibioticoterapia empírica por via oral e liberar a paciente.
(C) Internar a paciente, solicitar urocultura e aguardar o resultado do exame para iniciar o tratamento.
(D) Internar a paciente, solicitar urocultura e iniciar antibioticoterapia por via intravenosa de amplo espectro.

Assinale a assertiva correta sobre o manejo preventivo de litíase renal recorrente.
(A) A prevenção requer uso de medicação contínua, independentemente do tipo de cálculo.
(B) O consumo de fluidos deve ser suficiente para manter o débito urinário em 2 litros/dia.
(C) O consumo de cálcio deve ser inferior a 1.000 mg/dia, e o de sódio, superior a 100 mEq/dia.
(D) O consumo de frutas e vegetais deve ser evitado pelo risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio.

Mulher de 23 anos apresenta quadro de dor lombar à direita, iniciado há dois dias, de forte intensidade, com irradiação para a vagina, associado a náuseas e vômitos e refratário a analgésicos comuns. Procura a emergência ao apresentar pico febril de 38,8°C. A TC de abdômen sem contraste evidenciou cálculo em ureter distal direito, de cerca de 9mm, com hidronefrose ipsilateral e borramento de gordura perirrenal. Nesse caso, o melhor esquema antibiótico e a conduta definitiva mais adequada para o caso, respectivamente, são:


A amoxicilina com clavulanato / realização de litotripsia extracorpórea
B sulfametoxazol com trimetoprima / prescrição de tansulosina
C levofloxacina / realização de nefrolitotomia percutânea
D ceftriaxona / realização de ureterorrenolitotripsia

Um paciente chega ao hospital com febre há 2 dias e dor em região lombar direita. Ao realizar exames, recebe o diagnóstico de ureterolitiase obstrutiva à direita, com hidronigrose ipsilateral, alteração significativa da função renal e infecção associadas com sinais de sepse. Qual é a melhor abordagem para esse paciente?


A. Administração de anti-inflamatório não esteroidais e analgésicos e realização de litotripsia ureteroscópica.
B. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e litotripsia extracorpórea - por ser o método menos invasivo para o paciente nesse momento.
C. Analgesia, prescrição de alfa-bloqueadores, como a doxazosina, e litotripsia ureteroscópica de urgência.
D. Analgesia e reposição volêmica, anti-inflamatórios não esteroidais e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefostomia percutânea.
E. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefrostomia percutânea.

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