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Paciente 19 anos, primigesta e na 32º semana. Classificação sanguínea materna AB Rh negativo, classificação sanguínea paterna A Rh positivo e coombs indireto positivo. Assinale a alternativa que NÃO justifica essa possibilidade clínico-epidemiológica:

A. Histórico de uso de hemoderivados
B. Usuária de drogas
C. Uso de Imunoglobulina anti-D na 28º semana
D. Feto A Rh positivo
E. Classificação sanguínea da avó materna: O positivo
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para analisar a questão, precisamos entender o contexto da incompatibilidade Rh e o que pode levar a um Coombs indireto positivo em uma gestante. A mãe é AB Rh negativo e o pai é A Rh positivo. Isso significa que o feto pode ser Rh positivo, o que pode causar sensibilização da mãe se houver exposição ao sangue fetal. O Coombs indireto positivo indica que a mãe tem anticorpos contra o fator Rh. Vamos analisar as alternativas: A. Histórico de uso de hemoderivados - Isso pode justificar a presença de anticorpos, pois a transfusão pode levar à sensibilização. B. Usuária de drogas - Isso não é uma justificativa direta para a presença de anticorpos anti-Rh. C. Uso de Imunoglobulina anti-D na 28º semana - O uso de imunoglobulina anti-D é uma medida preventiva para evitar a sensibilização, então isso não justificaria um Coombs indireto positivo. D. Feto A Rh positivo - Isso é uma possibilidade que justifica a sensibilização e a presença de anticorpos. E. Classificação sanguínea da avó materna: O positivo - Isso não tem relação direta com a sensibilização da mãe. A alternativa que NÃO justifica a possibilidade clínico-epidemiológica é: C. Uso de Imunoglobulina anti-D na 28º semana.

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Paciente de 35 anos procurou a Emergência por quadro de febre, dor lombar e disúria. Negou comorbidades. Ao exame, encontrava-se prostrada, com temperatura axilar de 38° C e sinais vitais estáveis, sem outras alterações. A punho-percussão lombar foi positiva à direita. Diante desse quadro, que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?
(A) Solicitar ultrassonografia de vias urinárias e iniciar antibioticoterapia empírica por via oral.
(B) Solicitar urocultura, iniciar antibioticoterapia empírica por via oral e liberar a paciente.
(C) Internar a paciente, solicitar urocultura e aguardar o resultado do exame para iniciar o tratamento.
(D) Internar a paciente, solicitar urocultura e iniciar antibioticoterapia por via intravenosa de amplo espectro.

Assinale a assertiva correta sobre o manejo preventivo de litíase renal recorrente.
(A) A prevenção requer uso de medicação contínua, independentemente do tipo de cálculo.
(B) O consumo de fluidos deve ser suficiente para manter o débito urinário em 2 litros/dia.
(C) O consumo de cálcio deve ser inferior a 1.000 mg/dia, e o de sódio, superior a 100 mEq/dia.
(D) O consumo de frutas e vegetais deve ser evitado pelo risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio.

Mulher de 23 anos apresenta quadro de dor lombar à direita, iniciado há dois dias, de forte intensidade, com irradiação para a vagina, associado a náuseas e vômitos e refratário a analgésicos comuns. Procura a emergência ao apresentar pico febril de 38,8°C. A TC de abdômen sem contraste evidenciou cálculo em ureter distal direito, de cerca de 9mm, com hidronefrose ipsilateral e borramento de gordura perirrenal. Nesse caso, o melhor esquema antibiótico e a conduta definitiva mais adequada para o caso, respectivamente, são:


A amoxicilina com clavulanato / realização de litotripsia extracorpórea
B sulfametoxazol com trimetoprima / prescrição de tansulosina
C levofloxacina / realização de nefrolitotomia percutânea
D ceftriaxona / realização de ureterorrenolitotripsia

Um paciente chega ao hospital com febre há 2 dias e dor em região lombar direita. Ao realizar exames, recebe o diagnóstico de ureterolitiase obstrutiva à direita, com hidronigrose ipsilateral, alteração significativa da função renal e infecção associadas com sinais de sepse. Qual é a melhor abordagem para esse paciente?


A. Administração de anti-inflamatório não esteroidais e analgésicos e realização de litotripsia ureteroscópica.
B. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e litotripsia extracorpórea - por ser o método menos invasivo para o paciente nesse momento.
C. Analgesia, prescrição de alfa-bloqueadores, como a doxazosina, e litotripsia ureteroscópica de urgência.
D. Analgesia e reposição volêmica, anti-inflamatórios não esteroidais e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefostomia percutânea.
E. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefrostomia percutânea.

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