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Gestante, 40 anos, com 8 semanas de gestação, chega à consulta de pré-natal para levar exames realizados há 15 dias. É sua quarta gestação, teve um abortamento espontâneo e dois partos cesarianos. Não é tabagista, faz uso de carbamazepina 200 mg 3 vezes ao dia, com controle adequado das crises. Os resultados dos exames foram Hb: 11,7 mg/dL, Ht: 38%, Tipo sanguíneo: A Rh negativo, Glicemia jejum: 90 mg/dL. Teste rápido HIV: negativo, Teste rápido sífilis: negativo, Sorologia Toxoplasmose: IgG positivo alta avidez, IgM negativo. Diante do caso, a médica de família e comunidade decidiu encaminhar a gestante para o pré-natal de alto risco. De acordo com os Protocolos da Atenção Básica - Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016, entre as alternativas abaixo o motivo para esse encaminhamento é:

A. Sorologia para toxoplasmose.
B. Epilepsia.
C. Tipo sanguíneo da gestante.
D. Idade da gestante.
E. Histórico obstétrico.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para determinar o motivo do encaminhamento da gestante para o pré-natal de alto risco, vamos analisar cada uma das alternativas em relação ao caso apresentado: A. Sorologia para toxoplasmose - A gestante apresenta IgG positivo com alta avidez e IgM negativo, o que indica que não há infecção aguda, portanto, não é um motivo para encaminhamento. B. Epilepsia - A gestante faz uso de carbamazepina, que é um medicamento utilizado para controle de crises epilépticas. Isso é um fator relevante e pode justificar o encaminhamento para pré-natal de alto risco. C. Tipo sanguíneo da gestante - O tipo sanguíneo A Rh negativo pode ser uma preocupação, mas não é um motivo isolado para encaminhamento ao pré-natal de alto risco. D. Idade da gestante - A gestante tem 40 anos, o que a classifica como gestante de idade avançada, um fator que pode aumentar os riscos, mas não é o único motivo. E. Histórico obstétrico - O histórico de abortamento espontâneo e dois partos cesarianos é um fator importante, pois pode indicar riscos adicionais na gestação atual. Analisando as opções, a mais relevante e que justifica o encaminhamento para o pré-natal de alto risco é a B. Epilepsia, devido ao uso de carbamazepina e a necessidade de monitoramento adequado durante a gestação.

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Paciente de 35 anos procurou a Emergência por quadro de febre, dor lombar e disúria. Negou comorbidades. Ao exame, encontrava-se prostrada, com temperatura axilar de 38° C e sinais vitais estáveis, sem outras alterações. A punho-percussão lombar foi positiva à direita. Diante desse quadro, que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?
(A) Solicitar ultrassonografia de vias urinárias e iniciar antibioticoterapia empírica por via oral.
(B) Solicitar urocultura, iniciar antibioticoterapia empírica por via oral e liberar a paciente.
(C) Internar a paciente, solicitar urocultura e aguardar o resultado do exame para iniciar o tratamento.
(D) Internar a paciente, solicitar urocultura e iniciar antibioticoterapia por via intravenosa de amplo espectro.

Assinale a assertiva correta sobre o manejo preventivo de litíase renal recorrente.
(A) A prevenção requer uso de medicação contínua, independentemente do tipo de cálculo.
(B) O consumo de fluidos deve ser suficiente para manter o débito urinário em 2 litros/dia.
(C) O consumo de cálcio deve ser inferior a 1.000 mg/dia, e o de sódio, superior a 100 mEq/dia.
(D) O consumo de frutas e vegetais deve ser evitado pelo risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio.

Mulher de 23 anos apresenta quadro de dor lombar à direita, iniciado há dois dias, de forte intensidade, com irradiação para a vagina, associado a náuseas e vômitos e refratário a analgésicos comuns. Procura a emergência ao apresentar pico febril de 38,8°C. A TC de abdômen sem contraste evidenciou cálculo em ureter distal direito, de cerca de 9mm, com hidronefrose ipsilateral e borramento de gordura perirrenal. Nesse caso, o melhor esquema antibiótico e a conduta definitiva mais adequada para o caso, respectivamente, são:


A amoxicilina com clavulanato / realização de litotripsia extracorpórea
B sulfametoxazol com trimetoprima / prescrição de tansulosina
C levofloxacina / realização de nefrolitotomia percutânea
D ceftriaxona / realização de ureterorrenolitotripsia

Um paciente chega ao hospital com febre há 2 dias e dor em região lombar direita. Ao realizar exames, recebe o diagnóstico de ureterolitiase obstrutiva à direita, com hidronigrose ipsilateral, alteração significativa da função renal e infecção associadas com sinais de sepse. Qual é a melhor abordagem para esse paciente?


A. Administração de anti-inflamatório não esteroidais e analgésicos e realização de litotripsia ureteroscópica.
B. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e litotripsia extracorpórea - por ser o método menos invasivo para o paciente nesse momento.
C. Analgesia, prescrição de alfa-bloqueadores, como a doxazosina, e litotripsia ureteroscópica de urgência.
D. Analgesia e reposição volêmica, anti-inflamatórios não esteroidais e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefostomia percutânea.
E. Compensação clínica sintomática, administração de antibióticos e, por cistoscopia, descompressão do trato urinário superior à direita com urgência, além de inserção de cateter ureteral (duplo j) retrógrado ou por inserção de nefrostomia percutânea.

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