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1. Assinale a alternativa correta: ( ) segundo o STF é proibida a nomeação de cônjuge, companheiro, filhos, netos, sobrinhos, primos e cunhados da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investida em cargo de direção, chefia e assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança na administração direta e indireta. Súmula Vinculante 13, STF -> incorreta, pois proíbe a nomeação até 3º grau. ( ) a legislação administrativa pátria somente prestigia, no plano da finalidade pública, a boa-fé subjetiva manifestada pela intenção ou vontade do indivíduo, especialmente para apurar o (des)conhecimento da ilicitude da conduta praticada. ( ) o princípio jurídico da moralidade administrativa impõe o dever de atendimento à moral comum vigente na sociedade. -> dever de atender ao interesse público. ( ) da publicidade dos atos e programas dos órgãos públicos não poderão constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos, exceto se tal publicidade possuir caráter educativo e informativo. -> art. 37, §1º, CF. ( X ) o princípio da proteção à confiança legítima constitui dimensão subjetiva do princípio constitucional da segurança jurídica, configurando, assim, a boa-fé nas relações jurídicas.

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há 2 anos

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há 2 anos

A alternativa correta é a que menciona que "o princípio da proteção à confiança legítima constitui dimensão subjetiva do princípio constitucional da segurança jurídica, configurando, assim, a boa-fé nas relações jurídicas." Essa afirmação está alinhada com os princípios do Direito Administrativo e a jurisprudência do STF. As demais alternativas apresentam incorreções ou interpretações que não refletem com precisão a legislação e os princípios administrativos.

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8. Lei estadual concedeu adicional de função aos médicos da rede pública de saúde prevendo os respectivos valores, mas sem fazer referência aos critérios de sua concessão. Por meio de cabal decreto executivo, o Governador do Estado de Santa Catarina regulamentou referida lei de modo a estabelecer os critérios para a concessão do adicional de função, além de prever que somente fariam direito à sua percepção os médicos atuantes em unidades ambulatoriais do Estado. Diante de tal aspecto, responda, com fundamento na ordem jurídica, se o decreto executivo está compreendido dentro do princípio da legalidade. RESPOSTA: Não, o Decreto Executivo contraria a Lei Estadual, visto que, estabelece que somente os médicos atuantes em unidades ambulatoriais farão jus ao adicional de função, enquanto que a Lei Estadual estipula que os médicos da rede pública de saúde farão jus ao adicional de função, ou seja, todos os médicos independentemente do tipo de unidade em que atue. Dessa forma, o Decreto executivo está fora do princípio da legalidade em razão de beneficiar apenas uma fração dos médicos enquanto que a Lei Estadual beneficia a todos os médicos atuantes na rede pública de saúde. -> O referido Decreto Executivo não está compreendido dentro do princípio da legalidade. Isto é, o Decreto não pode limitar o alcance da lei, pois se trata de norma primária, sendo que está só poderá ser regulamentada e não limitada, pois fere, justamente, o princípio da legalidade.

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