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Diante do quadro clínico e dos exames apresentados, qual é o diagnóstico e o tratamento adequados para essa paciente?

A) Incontinência urinária de urgência. Tratamento com mudanças comportamentais e com fisioterapia de assoalho pélvico.
B) Incontinência urinária mista. Tratamento com Solifenacina.
C) Incontinência urinária de urgência. Tratamento com Oxibutinina.
D) Incontinência urinária mista. Tratamento com sling transobturatório.
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Respostas

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Para determinar a resposta correta, precisamos analisar as opções de diagnóstico e tratamento para incontinência urinária. 1. Incontinência urinária de urgência: caracteriza-se pela necessidade súbita e incontrolável de urinar. O tratamento geralmente envolve mudanças comportamentais e fisioterapia do assoalho pélvico, além de medicamentos como anticolinérgicos (ex: Oxibutinina, Solifenacina). 2. Incontinência urinária mista: é uma combinação de incontinência de urgência e de esforço. O tratamento pode incluir opções cirúrgicas, como sling transobturatório, além de medicamentos. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Incontinência urinária de urgência. Tratamento com mudanças comportamentais e com fisioterapia de assoalho pélvico. - Esta opção é correta para incontinência de urgência. B) Incontinência urinária mista. Tratamento com Solifenacina. - Solifenacina é mais indicada para incontinência de urgência. C) Incontinência urinária de urgência. Tratamento com Oxibutinina. - Oxibutinina é um anticolinérgico que pode ser usado, mas não é a primeira linha em todos os casos. D) Incontinência urinária mista. Tratamento com sling transobturatório. - Esta opção é válida, pois o sling é um tratamento cirúrgico para incontinência mista. Sem o quadro clínico e exames apresentados, não posso afirmar com certeza qual é a resposta correta. No entanto, se a paciente tem incontinência urinária de urgência, a opção A é a mais adequada. Se for incontinência mista, a opção D é a mais apropriada. Portanto, você precisa fornecer mais informações sobre o quadro clínico para que eu possa ajudar a identificar a resposta correta.

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03 - (Estratégia MED 2020 - Inédita) João, 49 anos, apresenta obesidade desde a adolescência e diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado há 5 anos, em seguimento com endocrinologista. Não possui outras comorbidades e já fez diversos acompanhamentos para perda ponderal, inclusive com tratamento farmacológico, sem conseguir manter o peso perdido (“efeito sanfona”). Há 2 anos, a glibenclamida e a sitagliptina foram suspensas e optou-se por iniciar insulinoterapia plena, mantendo-se a metformina. Apesar da mudança terapêutica, o controle glicêmico ainda encontrava-se inadequado, sendo, portanto, reforçadas as orientações dietéticas e de atividade física, além do ajuste posológico da insulina com o decorrer das consultas. Não houve ganho ponderal significativo nesses últimos 2 anos. Para avaliar a adesão ao tratamento, o paciente foi internado e constatou-se que a aplicação das insulinas e as doses estavam corretas. No momento, faz uso de insulina NPH 40 UI, 3 vezes ao dia, e insulina Regular 16 UI no café, almoço e jantar, associadas à metformina 1 g 12/12h. Ao exame físico, PA 130x80 mmHg, peso 110 kg, altura 1,78 m, IMC = 34,71 kg/m2, circunferência abdominal = 120 cm, sem outros achados dignos de nota. Traz exames laboratoriais: glicemia em jejum = 201 mg/dL, HbA1c 8,5%, Creatinina= 1,2 mg/dL, microalbuminúria = 18 mg/g de creatinina. Sobre o caso, é correto afirmar:

A) O paciente não possui indicação de cirurgia bariátrica e deve receber tratamento para perda ponderal com sibutramina 15 mg/dia.
B) A cirurgia metabólica seria uma opção terapêutica, visto que o paciente utiliza elevadas doses diárias de insulina, sem controle glicêmico adequado. Preenche os critérios de elegibilidade, pois possui diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado há menos de 10 anos. A técnica cirúrgica de escolha é a ilustrada abaixo.
C) O paciente não possui indicação de cirurgia bariátrica, porém, devemos recomendar que ganhe mais 1 kg de peso, pois, assim, teria IMC = 35 kg/m2, o que possibilitaria sua elegibilidade para o procedimento.
D) A cirurgia metabólica seria uma opção terapêutica, visto que o paciente utiliza elevadas doses diárias de insulina, sem controle glicêmico adequado. Preenche os critérios de elegibilidade, pois possui diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado há menos de 10 anos. A técnica cirúrgica de escolha é a ilustrada abaixo.

Assinale a alternativa que contemple a história clínica mais compatível com a biópsia acima:

A) Mulher de 19 anos apresenta-se com queixa de tosse com laivos de sangue há 10 dias, associada à dispneia e redução da diurese. Apresenta-se na avaliação com palidez cutânea - Edema 2+ em MMII – PA 170x90mmHg – Taquipneica – Murmúrio vesicular com crepitações inspiratórias. Exames laboratoriais: Hemoglobina 8,2 - Creatinina 5,2 – Ureia 188 – Hematúria dismórfica – Proteinúria 2+ - Complemento sérico normal - Radiografia de tórax com opacidades alveolares.
B) Jovem de 20 anos de idade com quadro de dor de garganta há 2 dias, que apresenta episódio de hematúria macroscópica. Exame físico sem anormalidades. Exames complementares mostram hematúria dismórfica, complemento sérico normal e função renal preservada.
C) Criança de 5 anos de idade com quadro de urina avermelhada há 3 dias, associada a edema e redução do débito urinário. Ao exame, apresenta PA 140x80mmHg – Edema 3+ MMII – Ascite – Murmúrio vesicular reduzido em bases – Lesões crostosas em MMII de aspecto cicatricial. Exames complementares mostram hematúria dismórfica, proteinúria 2+ e consumo da fração C3 do complemento.
D) Mulher de 23 anos apresenta-se com quadro de fraqueza, adinamia e febre baixa há 2 meses, com piora progressiva. Há 2 semanas, notou redução progressiva da diurese, associada à urina escura e edema MMII. Refere surgimento de lesões discoides em tronco e membros, que pioram com a exposição solar. Exames laboratoriais: Hemoglobina 8,2 - Creatinina 5,2 – Ureia 188 – Hematúria dismórfica – Proteinúria 2+ - Complemento sérico com consumo de C3 e C4.

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