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A pedagoga Leila, da cidade de Luiz Antônio (SP), ouviu os seguintes relatos de professores de uma determinada unidade escolar: “Planejamento? Não vou não, tenho outras coisas para fazer e, além disso, não resolve nada, não muda nada” (professora A) “E se eu for demitido? Trabalho por contrato, não vou fazer mais do que o necessário não” (professor Y)
Como servidora responsável pelo assunto na secretaria de educação do município, o que a pedagoga Leila pode fazer frente a esses relatos? Assinale a alternativa correta.
Leila pode sugerir que a direção da escola faça o planejamento didático pedagógico sem incomodar os docentes.
Leila deve sensibilizar esses docentes para a importância do planejamento didático pedagógico e de suas contribuições para o aperfeiçoamento dos processos pedagógicos da unidade.
Leila deve desconsiderar essas falas, afinal, ela não precisa lidar com isso.
Leila deve sensibilizar os professores para que eles participem, porque, do contrário, serão demitidos sumariamente.
Leila deve encaminhar uma reclamação formal e solicitar a demissão desses docentes.
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A alternativa correta é: Leila deve sensibilizar esses docentes para a importância do planejamento didático pedagógico e de suas contribuições para o aperfeiçoamento dos processos pedagógicos da unidade. Essa abordagem é fundamental para promover um ambiente colaborativo e melhorar a qualidade do ensino.

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Leia o trecho abaixo: “[...] São planejamentos de curso, de disciplina, de conteúdos, de atividades, de aulas, de provas, planejamento de reuniões para planejar, planejamento e mais planejamentos, enfim, só se planeja e pouco ou nada se executa a não ser planejar.” MENEGOLLA, M.; SANT’ANNA, I. M. Por que planejar? Como Planejar?. 22. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. p.37. Essa é uma impressão bastante comum entre os docentes na educação básica. Diante do trecho, assinale a alternativa que demonstra uma motivação para a situação colocada.
O trecho explora o mal estar docente em não perceber o cumprimento daquilo que propõem nos planos e planejamentos, sendo a responsabilidade desse fracasso exclusivamente das secretarias de educação.
O trecho coloca uma verdade, afinal, os professores são submetidos a uma série de planejamentos e não cabe a eles criar sentido nessa papelada.
O trecho trata do mal estar docente em não perceber o cumprimento daquilo que propõem nos planos e planejamentos, sendo a responsabilidade desse fracasso unicamente dos professores que não fazem os planos darem certo.
O trecho é um incômodo vazio, afinal, um professor sozinho é capaz de superar essas questões de modo rápido e simples.
O trecho discute o mal estar docente em não perceber o cumprimento daquilo que propõem nos planos e planejamentos. Essa sensação deve ser driblada com a vigilância constante sobre as metas e acordos firmados, de modo que elas sejam executadas no cotidiano escolar e ao longo do ano letivo, de forma leve e significativa para os sujeitos da escola.

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