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Mulher 60a, é atendida no domicilio pelo SAMU apresentando intensa falta de ar e tosse com expectoração clara há 20 minutos. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica e cardiopata em uso losartana, furosemida e AAS. Exame físico: PA= 240x130mmHg; FC= 115bpm; FR= 30irpm; pulmões: estertores crepitantes nas bases e campo médio. Realizada avaliação primária, suporte ventilatório, posicionamento adequado do paciente e acesso venoso. A CONDUTA MEDICAMENTOSA A SEGUIR É:
A Nitroprussiato de sódio, clonidina e furosemida.
B Dinitrato de isossorbida, sulfato de morfina e furosemida.
C Nitroprussiato de sódio, sulfato de morfina e cedilanide.
D Dinitrato de isossorbida, nitroglicerina e digoxina.
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há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para analisar a situação clínica apresentada, temos uma paciente de 60 anos com hipertensão arterial sistêmica e cardiopatia, apresentando intensa falta de ar, tosse com expectoração clara, e sinais de descompensação cardíaca (PA muito elevada, taquicardia e taquipneia, além de estertores crepitantes). A conduta medicamentosa deve focar em reduzir a pressão arterial e aliviar a congestão pulmonar. Vamos analisar as alternativas: A) Nitroprussiato de sódio, clonidina e furosemida - O nitroprussiato é um vasodilatador potente que pode ser usado em crises hipertensivas, e a furosemida é um diurético que ajuda na congestão. A clonidina não é a primeira escolha em situações agudas. B) Dinitrato de isossorbida, sulfato de morfina e furosemida - O dinitrato de isossorbida é um vasodilatador que pode ajudar a reduzir a pressão arterial e a furosemida ajuda na congestão. O sulfato de morfina também pode ser utilizado para aliviar a dispneia. C) Nitroprussiato de sódio, sulfato de morfina e cedilanide - O nitroprussiato é bom, mas a cedilanide não é uma escolha comum em situações agudas. D) Dinitrato de isossorbida, nitroglicerina e digoxina - O dinitrato e a nitroglicerina são vasodilatadores, mas a digoxina não é indicada para o manejo agudo. A opção que melhor se encaixa na conduta medicamentosa para a situação apresentada, considerando a necessidade de controle da pressão arterial e alívio da congestão, é a B) Dinitrato de isossorbida, sulfato de morfina e furosemida.

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Mulher, 42a, em tratamento de hipertensão arterial sistêmica, de difícil controle, em uso de enalapril 40 mg/dia, nifedipina 40 mg/dia e hidroclorotiazida 12,5 mg/dia. Antecedente pessoal: acromegalia em tratamento com cabergolina. Exame físico: IMC = 28 kg/m2, PA= 160x110 mmHg. Glicemia de jejum= 101 mg/dL; colesterol total= 190 mg/dL; triglicerídeos= 152 mg/dL; creatinina= 0,9 mg/dL; sódio= 133 mEql/L, potássio= 2,6 mEq/L.
DEVE-SE INVESTIGAR:
a. Hiperaldosteronismo.
b. Doença de Addison.
c. Feocromocitoma.
d. Macroadenoma de hipófise.

Mulher, 71a, retorna ao Ambulatório para resultado de exames. Antecedente pessoal: tabagismo 40 maços/ano. Espirometria com teste com broncodilatador (salbutamol spray): Pré-broncodilatador Pós-broncodilatador Valor previsto % variação CVF 1,54 L 52% 1,89L 63% 2,98 L 22 VEF1 0,62L 25% 0,83L 33% 2,45L 33 VEF1/CVF 40 48 44 52 82.
BASEADO NA ESPIROMETRIA O DIAGNÓSTICO É:
a. Distúrbio ventilatório restritivo grave com resposta ao broncodilatador.
b. Distúrbio ventilatório obstrutivo grave com resposta de fluxo e volume ao broncodilatador, CVF reduzida.
c. Distúrbio ventilatório misto (obstrutivo grave e restritivo grave) com resposta parcial ao broncodilatador.
d. Distúrbio ventilatório obstrutivo grave com resposta parcial ao broncodilatador.

Homem, 57a, assintomático, traz exames solicitados para admissão em seguro de saúde. Antecedente pessoal: uso de suplementos nutricionais há 2 meses; ingestão de 3 a 4 latas de cerveja/dia. Exames: AST= 106 U/L ; ALT= 51 U/L ; fosfatase alcalina= 98 U/L; gamaGT= 260 U/L ; bilirrubina= 1,0 mg/dL ; albuminemia= 3,9 g/dL ; RNI= 1,03; sorologia anti-HCV e Ag-HbS e anti-Hbc negativas; Ultrassonografia abdominal: esteatose leve.
ALÉM DE SUSPENDER A INGESTA ALCOÓLICA A CONDUTA É:
a. Elastografia hepática e reavaliação laboratorial em dois meses.
b. Tomografia de abdome e reavaliação laboratorial em quatro semanas.
c. Realizar reação em cadeia da polimerase para hepatite B e C.
d. Suspender suplementos e reavaliação laboratorial em quatro semanas.

Homem, 23a, estudante, procurou o Pronto Socorro com dor de cabeça intensa, febre não medida e vômitos há um dia. Exame físico: T= 38,9ºC; neurológico: rigidez de nuca presente. Líquor: leucócitos= 3.305/mm3 (78% de neutrófilos, 21% de linfócitos e 1% de monócitos), proteínas= 250 mg/dL glicorraquia= 10mg/dL; glicemia= 85 mg/dL.
A TERAPEUTICA ANTIMICROBIANA INTRAVENOSA É:
a. Ceftriaxona.
b. Cefepima.
c. Penicilina cristalina.
d. Cloranfenicol.

Mulher, 51a, procedente de São Luís (MA), procura Unidade Básica de Saúde após mudança para região de Campinas para retomar seguimento ambulatorial devido a plaquetopenia, diagnosticada há 6 meses em hemograma de rotina. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana há 5 anos. Exame físico: abdome: baço percutível, mas não palpável; pele: raras petéquias em membros inferiores. Hemoglobina= 13,8 g/dL, volume corpuscular médio= 91fL, leucócitos =8,6*109/L (segmentados= 69%, linfócitos 22%, monócitos 6%, eosinófilos 3%), plaquetas= 30*109/L.
O DIAGNÓSTICO É:
a. Hiperesplenismo por hipertensão portal.
b. Púrpura trombocitopênica imune.
c. Plaquetopenia relacionada ao uso de losartana.
d. Plaquetopenia transitória relacionada a infecção viral subclínica.

Homem, 63a, assintomático, retorna à Unidade Básica de Saúde para resultado de exames. Exame físico: PA= 140x90 mmHg e IMC= 24 kg/m2. Glicemia= 191 mg/d; HbA1c= 7,1%.
A CONDUTA É:
a. Metformina associada a agonista SGLT2.
b. Agonista SGLT2.
c. Metformina em monoterapia.
d. Agonista do receptor de GLP1.

Homem, 29a, retorna a consulta com exames solicitados por apresentar sonolência às atividades laborais. Antecedentes pessoais: anemia em diversas ocasiões na infância e adolescência, tratada com reposição de ferro, de forma irregular, sem melhora completa. Hemácias= 5,80*109/L; hemoglobina= 10,3g/dL, volume corpuscular médio= 57 fL, RDW= 12,8%; contagem de reticulócitos= 162*109/L; leucócitos= 5,7*109/L (sem alterações no diferencial); plaquetas= 189*109/L; Eletroforese de hemoglobina= HbA= 93,5%, HbA2= 4,5% e HbF= 2,0%; ferritina= 35 ng/ml e ferro sérico= 65μg/dL.
O DIAGNÓSTICO É:
a. Anemia por deficiência de ferro.
b. Anemia da doença crônica.
c. Traço talassêmico.
d. Traço falciforme.

Quatro mulheres, acima dos 60 anos, retornam ao Centro de Saúde com exames laboratoriais (hemograma, vitamina D, PTH, creatinina e cálcio) dentro dos valores de normalidade. Apresentam as seguintes densitometrias ósseas e radiogramas da coluna: Paciente 1: Densitometria L1-L4=-1,9; fêmur total= -0,7; antebraço direto=-1,2. Paciente 2: Densitometria L1-L4=-2,6; fêmur total= -0,9; antebraço direto=-2,0. Paciente 3: Densitometria L1-L4=+1,2; fêmur total= -0,5; rádio distal direto=-2,7. Paciente 4: Densitometria L1-L4=-2,1; fêmur total= -0,5.
OS DIAGNÓSTICOS DAS PACIENTES 1, 2, 3 E 4 SÃO, RESPECTIVAMENTE:
a. Osteopenia; osteoporose; osteopenia, osteopenia.
b. Osteopenia; osteoporose; osteoporose, osteopenia.
c. Osteoporose; osteoporose; osteopenia; osteopenia.
d. Osteoporose; osteoporose; osteoporose; osteopenia.

Homem, 22a, vítima de colisão frontal de carro a 90 km/hora, em banco dianteiro, sem usar cinto de segurança, colidindo a cabeça contra o para brisas. Exame físico na cena: inconsciente, FR= 30 irpm, FC= 110 bpm PA= 130x80 mmHg; oximetria (máscara de oxigênio 10 litros/minuto) = 90%, trauma de face, sangue em cavidade oral e anisocoria. Após duas tentativas frustradas de intubação orotraqueal com o uso de medicações apropriadas, optou-se pela ventilação através de máscara laríngea.
A CONDUTA É:
a. Manter a ventilação pela máscara laríngea e tomografia computadorizada de crânio.
b. Providenciar uma via aérea definitiva e tomografia computadorizada de corpo inteiro.
c. Manter a ventilação pela máscara laríngea e tomografia computadorizada de corpo inteiro.
d. Realizar cricotireoideostomia por punção e tomografia computadorizada de crânio.

Adolescente, 14a, admitido no Pronto Atendimento com dor inguinal a direita com irradiação escrotal, de início súbito há cerca de 3 horas, com melhora parcial há cerca de 1 hora. O paciente referia ter participado de atividades esportivas na manhã do mesmo dia. Exame físico: Genital: testículo esquerdo elevado no escroto e fora do eixo longitudinal habitual, aumento de volume e da consistência com discreta hiperemia.
A CONDUTA É
a. Trauma testicular; analgesia e seguimento ambulatorial.
b. Torção testicular; ultrassonografia escrotal.
c. Orquite; analgesia e antibioticoterapia.
d. Neoplasia; biópsia.

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