Ed
há 2 anos
Para analisar a situação clínica apresentada, temos uma paciente de 60 anos com hipertensão arterial sistêmica e cardiopatia, apresentando intensa falta de ar, tosse com expectoração clara, e sinais de descompensação cardíaca (PA muito elevada, taquicardia e taquipneia, além de estertores crepitantes). A conduta medicamentosa deve focar em reduzir a pressão arterial e aliviar a congestão pulmonar. Vamos analisar as alternativas: A) Nitroprussiato de sódio, clonidina e furosemida - O nitroprussiato é um vasodilatador potente que pode ser usado em crises hipertensivas, e a furosemida é um diurético que ajuda na congestão. A clonidina não é a primeira escolha em situações agudas. B) Dinitrato de isossorbida, sulfato de morfina e furosemida - O dinitrato de isossorbida é um vasodilatador que pode ajudar a reduzir a pressão arterial e a furosemida ajuda na congestão. O sulfato de morfina também pode ser utilizado para aliviar a dispneia. C) Nitroprussiato de sódio, sulfato de morfina e cedilanide - O nitroprussiato é bom, mas a cedilanide não é uma escolha comum em situações agudas. D) Dinitrato de isossorbida, nitroglicerina e digoxina - O dinitrato e a nitroglicerina são vasodilatadores, mas a digoxina não é indicada para o manejo agudo. A opção que melhor se encaixa na conduta medicamentosa para a situação apresentada, considerando a necessidade de controle da pressão arterial e alívio da congestão, é a B) Dinitrato de isossorbida, sulfato de morfina e furosemida.
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