Ed
há 2 anos
Para analisar a situação apresentada, temos um paciente de 62 anos com palpitações e uma frequência cardíaca elevada (139 bpm), o que sugere uma taquicardia. O ECG não foi descrito, mas considerando a idade e os sintomas, é importante considerar a possibilidade de uma taquicardia supraventricular. Vamos analisar as alternativas: A) Administrar metoprolol e iniciar anticoagulação. - O metoprolol pode ser útil, mas a anticoagulação não é a primeira conduta em casos de taquicardia sem evidência de tromboembolismo. B) Cardioversão elétrica sincronizada (120J) e posteriormente, anticoagulação. - A cardioversão é indicada em casos de taquicardia com instabilidade hemodinâmica, mas o paciente não apresenta sinais de instabilidade. C) Reverter ritmo com adenosina e, se refratário, cardioversão elétrica sincronizada. - A adenosina é uma boa opção para taquicardias supraventriculares, especialmente se o paciente estiver estável. D) Administrar amiodarona e iniciar anticoagulação. - A amiodarona é mais utilizada em casos de taquicardias ventriculares ou em situações de instabilidade. Diante da análise, a conduta mais apropriada para um paciente estável com taquicardia supraventricular é: C) Reverter ritmo com adenosina e, se refratário, cardioversão elétrica sincronizada.
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