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Homem, 72 anos, tabagista. Refere dispneia progressiva (atualmente a mínimos esforços) e tosse seca esporádica há 2 anos. Exame físico: BEG, corado, cianótico, com baqueteamento digital. FR: 28 ipm. Sat O₂: 87% em ar ambiente.
Qual ruído adventício mais provável na ausculta respiratória?
A Estertor em velcro.
B Grasnido.
C Estertor grosso.
D Ronco.
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ano passado

Para analisar a situação clínica apresentada, temos um paciente idoso, tabagista, com dispneia progressiva, tosse seca, cianose e baqueteamento digital, além de uma saturação de oxigênio baixa (87%). Esses sinais e sintomas são sugestivos de uma condição pulmonar crônica, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) ou fibrose pulmonar. Vamos analisar as opções de ruídos adventícios: A) Estertor em velcro - Geralmente associado a doenças intersticiais, como fibrose pulmonar. Pode ser considerado, mas não é o mais comum em tabagistas com DPOC. B) Grasnido - É um som mais relacionado a secreções nas vias aéreas, mas não é o mais característico para o quadro apresentado. C) Estertor grosso - Associado a secreções mais espessas e pode ser ouvido em condições como bronquite crônica, que é comum em tabagistas. D) Ronco - Geralmente associado a obstrução das vias aéreas superiores, mas não é o mais característico para o quadro respiratório descrito. Diante do quadro clínico e dos sinais apresentados, o ruído adventício mais provável na ausculta respiratória desse paciente é o C) Estertor grosso, que se relaciona com a presença de secreções nas vias aéreas, comum em pacientes com DPOC ou bronquite crônica.

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Sônia, 65 anos, fumante há 40 anos, apresenta dispneia progressiva e tosse.
O diagnóstico relacionado ao tabagismo é:
A Asma brônquica.
B Pneumonia.
C Refluxo gastroesofágico.
D Bronquite crônica.

Um programa de reabilitação intensivo da doença pulmonar obstrutiva crônica tem impacto positivo sobre qual das opções abaixo?
A Taxa de fluxo expiratório.
B Função cardiovascular.
C Sobrevida.
D Tolerância ao exercício.

Homem, 52 anos, trabalhador da indústria têxtil, tabagista (30 maços/ano), apresenta dispneia aos moderados esforços, tendo apresentado uma exacerbação leve nos últimos 12 meses, sem necessidade de internação, mMRC (escala de dispneia modi cada) = 3 e CAT (teste de avaliação de sintomas COPD assessment test) = 11 pontos. Não faz uso de medicações. Sem outras comorbidades. Traz espirometria com volume expiratório forçado no 1º segundo de 65 % pós prova farmacodinâmica.
Qual o tratamento de manutenção mais recomendado para ser iniciado para este paciente, considerando a classificação de sintomas do GOLD (Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease)?
A Brometo de umeclidínio + vilanterol
B Brometo de tiotrópio + salbutamol
C Budesonida
D Formoterol

Um homem de 55 anos, tabagista por 30 anos, procura atendimento de emergência com queixa de dispneia progressiva, tosse produtiva e sibilos nos últimos dois dias. No exame físico, apresenta taquipneia, tiragem e diminuição dos murmúrios vesiculares em bases pulmonares. A gasometria arterial revela pH de 7,33, pO2 de 58 mmHg e pCO2 de 60 mmHg. A radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar e áreas de atenuação vascular.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente com base no quadro clínico e gasometria arterial?
A Insuficiência cardíaca aguda.
B DPOC Exacerbado.
C Pneumonia adquirida na comunidade.
D Tromboembolismo pulmonar.
E Asma aguda grave.

Paciente, 66 anos, ex-tabagista (carga tabágica de 40 anos-maço), apresenta dispneia aos esforços (mMRC 3), tosse pouco produtiva e sibilos ocasionais de longa data. Há 5 meses paciente teve um quadro de piora desses sintomas, sendo necessário o uso de antibiótico em regime ambulatorial. Feita espirometria que mostrou VEF1/CVF < 70, com VEF de 55%.
Qual das alternativas traz a classificação e tratamento para este paciente, de acordo com as diretrizes GOLD de 2023?
A GOLD 1A / LABA isolado.
B GOLD 2B / LABA + LAMA.
C GOLD 2E / LABA + LAMA + corticoide inalatório.
D GOLD 3B / LABA + LAMA.
E GOLD 3E / LABA + LAMA + corticoide inalatório.

Considerando a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), assinale a alternativa correta.
A É caracterizada principalmente por uma obstrução ao fluxo aéreo predominantemente reversível.
B Pacientes com DPOC frequentemente apresentam hiperinsuflação pulmonar como resposta à obstrução crônica das vias aéreas.
C A principal causa da DPOC é a exposição prolongada à poluição atmosférica, enquanto o tabagismo tem um papel menor na sua etiologia.
D A administração de corticosteroides sistêmicos é a abordagem preferencial para o tratamento das exacerbações agudas da DPOC.
E O uso de oxigenoterapia contínua domiciliar é recomendado apenas para pacientes com DPOC grave que apresentem hipoxemia durante o sono.

Mulher de 70 anos de idade refere intolerância ao esforço por cansaço e dispneia para andar 1 quarteirão no plano há cerca de 3 meses. Refere episódios de tosse há cerca de 1 ano, sem emagrecimento ou febre. Nega inchaços e nega intolerância ao decúbito. Apresenta episódios de chiado esporadicamente. É tabagista de 60 maços-ano e possui diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica em uso de anlodipina 5 mg ao dia.
Levando-se em consideração o diagnóstico mais provável que justifique as queixas apresentadas por esta paciente, assinale a alternativa correta em relação ao tratamento de primeira linha mais indicado para este caso.
A Associar budesonida inalatória diariamente e salbutamol para as crises.
B Associar carvedilol, enalapril, furosemida e espironolactona.
C Associar digoxina, losartana e metoprolol.
D Associar formoterol e/ou tiotrópio diariamente inalatórios.
E Associar salbutamol e ipratrópio diariamente para tratamento de base.

O paciente M.J.S, sexo masculino, 72 anos, com história de enfisema pulmonar crônico estável e saturação de oxigênio em repouso de 85%.
Considerando as terapias abaixo, assinale aquela que apresenta mais benefícios para o paciente mencionado.
A Prednisolona oral diariamente.
B Tiotrópio inalatório em dias alternados.
C Oxigênio suplementar usado diariamente.
D Albuterol inalado conforme a necessidade.
E Oxigênio suplementar usado à noite.

Um paciente seu de 68 anos, sabidamente portador de DPOC, sem tratamento específico, com prova de função pulmonar mostrando um VEF1 de 40% do previsto, tem apresentado 3 exacerbações no último ano.
Qual dos seguintes esquemas terapêuticos é o mais apropriado?
A Umeclidínio + Vilanterol inalatório uma vez ao dia, com salbutamol inalatório de demanda.
B Tiotrópio + olodaterol inalatório duas vezes ao dia associado a budesonida inalatória duas vezes ao dia.
C Tiotrópio inalatório uma vez ao dia, associado a salbutamol inalatório de demanda.
D Formoterol + budesonida inalatório duas vezes ao dia, associado a tiotrópio uma vez ao dia.

Maria, de 78 anos de idade, é tabagista e tem carga tabágica de oitenta anos‑maço. Ela foi à UBS para reavaliar uma tosse que não passa há mais de dois meses e recentemente piorou.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável no caso de Maria.
A asma crônica
B DPOC exacerbado
C tuberculose pulmonar
D crise asmática
E fibrose pulmonar

Genesio tem 58 anos, é hipertenso, diabético e extabagista com uma carga tabágica de 40 maçosano. Parou de fumar há 5 anos atrás ao receber o diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica e diabetes.
Com esses achados é possível diagnosticar a causa da dispneia do Sr Genesio. Qual seria sua estratégia terapêutica para tratar esse quadro?
A Iniciaria corticoide inalatório e beta agonista de curta ação por demanda, orientando sobre a importância da atividade física para seu tratamento.
B Iniciaria uma associação de antimuscarínico de longa ação e beta agonista de longa ação associado a corticoide inalatório, encaminharia para reabilitação pulmonar e para atualização do esquema vacinal recomendado para pneumopatas crônicos.
C Reforçaria a necessidade de manter-se sem fumar e prescreveria beta agonista de longa ação para uso de horário. Encaminharia para reabilitação pulmonar e para atualização do esquema vacinal recomendado para pneumopatas crônicos.
D Prescreveria bamifilina oral para auxiliar na sintomatologia, podendo associar codeína oral para controle da tosse. Orientaria sobre a importância da atividade física para seu tratamento e direcionaria para atualização do esquema vacinal recomendado para pneumopatas crônicos.

Paciente do sexo masculino, 74 anos de idade, ex-tabagista (60 maços/ano) parou há 3 anos. Alega que há 2 anos vem apresentando dispneia progressiva até a pequenos esforços mMRC 3, associado com tosse seca recorrentes.
Qual é o diagnóstico desse paciente?
A Pneumonia.
B DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).
C Asma.
D Tuberculose pulmonar.

Um homem de 47 anos de idade, diabético, hipertenso e com DPOC, foi ao pronto‑socorro com queixa de dispneia, tosse, febre e escarro purulento há três dias, com piora hoje.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada para o paciente.
A internação hospitalar e tazocin endovenoso
B internação hospitalar e rocefin endovenoso em monoterapia
C tratamento ambulatorial com amoxicilina
D tratamento ambulatorial com azitromicina
E tratamento ambulatorial com amoxicilina + clavulanato e azitromicina

Diante de um quadro de DPOC exacerbado na emergência, qual seria o alvo de saturação de oxigênio e qual o dispositivo de escolha para atingir esse alvo?
A Alvo superior a 94%, sendo indicado o uso do cateter nasal.
B Alvo Superior a 94% sendo indicado uso de máscara não reinalante com reservatório.
C Alvo entre 88% e 92%, sendo indicado uso de máscara e Venturi.
D Alvo entre 88% e 92% sendo indicado uso de máscara não reinalante com reservatório.

Sobre os objetivos do tratamento da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é CORRETO afirmar que:
A O transplante de pulmão pode reverter ou curar a DPOC.
B O abandono do tabagismo pouco influencia a taxa de declínio no VEF1.
C A reabilitação pulmonar melhora a função pulmonar.
D A corticoterapia inalatória reduz as exacerbações e a taxa de declínio na qualidade de vida.

Paciente de 72 anos, IMC 18,5, ex-tabagista com diagnóstico de DPOC GOLD IV vem à consulta de rotina.
Sobre o caso, assinale a alternativa CORRETA.
A Deve-se, na consulta de rotina, checar a vacinação, sendo para esse paciente recomendado: vacinação para influenza anualmente; manter vacinação contra SarsCov2 (COVID19) atualizada; vacina pneumocócica (VPP23) anualmente; vacinação contra coqueluche (dTp/dTpa) caso não tenha sido vacinado na adolescência; vacina para herpes-zóster.
B Deve ser prescrita nessa consulta oxigenioterapia domiciliar prolongada e solicitado nova gasometria arterial para reavaliação em 60 a 90 dias.
C O paciente tem indicação, apesar da estabilidade clínica, de otimização da terapia associando um corticoide inalatório (ICS), pois tem uma doença grave -DPOC GOLD IV.
D Esse paciente, apesar de tabagista, deve ser rastreado para deficiência de alfa-1-antitripsina. A deficiência de alfa1-antitripsina é uma etiologia comum, de caráter genético, que apresenta tratamento específico que pode retardar a progressão do enfisema.
E A reabilitação pulmonar, incluindo treinamento físico, melhora a capacidade de exercício, os sintomas e a qualidade de vida para todos os graus de gravidade da DPOC, sendo, portanto, indicado ao paciente em questão.

Mulher, 65 anos de idade, procura a UPA com queixa de dispneia e tosse com expectoração amarelada, há três dias. Refere hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e tabagismo de 30 anos/maço. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 85%, FR: 22irpm, FC: 100bpm, afebril. Ausculta cardíaca sem alterações e ausculta respiratória com murmúrios vesiculares reduzidos globalmente e sibilos difusos. Extremidades sem edema, com cianose discreta.
Com base no caso clínico, indique a conduta imediata mais adequada:
A Fazer intubação orotraqueal e iniciar ventilação mecânica invasiva.
B Realizar uma gasometria arterial e iniciar suplementação de oxigênio.
C Realizar uma radiografia de tórax e iniciar broncodilatador.
D Realizar uma espirometria e iniciar corticoide inalatório.

Mulher, 65 anos de idade, procura a UPA com queixa de dispneia e tosse com expectoração amarelada, há três dias. Refere hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e tabagismo de 30 anos/maço. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 85%, FR: 22irpm, FC: 100bpm, afebril. Ausculta cardíaca sem alterações e ausculta respiratória com murmúrios vesiculares reduzidos globalmente e sibilos difusos. Extremidades sem edema, com cianose discreta.
Indique o achado mais provável, caso essa paciente seja submetida a uma radiografia de tórax:
A Aumento do espaço aéreo retroesternal.
B Abaulamento das cúpulas diafragmáticas.
C Velamento dos seios costofrênicos.
D Redução dos espaços intercostais

Mulher, 65 anos de idade, procura a UPA com queixa de dispneia e tosse com expectoração amarelada, há três dias. Refere hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e tabagismo de 30 anos/maço. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 85%, FR: 22irpm, FC: 100bpm, afebril. Ausculta cardíaca sem alterações e ausculta respiratória com murmúrios vesiculares reduzidos globalmente e sibilos difusos. Extremidades sem edema, com cianose discreta.
Identifique as medidas de primeira linha, a longo prazo, para evitar uma nova ida ao Pronto-Atendimento:
A Uso de broncodilatadores de curta duração e vacinação contra pneumococo.
B Uso de antibiótico profilático e cessação do tabagismo.
C Uso de broncodilatadores de longa duração e vacinação contra Influenza.
D Uso de corticosteroide sistêmico e mucolítico.

No paciente com exacerbação DPOC, um dos principais sintomas é a piora da dispneia aos esforços. Qual é o principal mecanismo que leva a piora da dispneia nesses pacientes?
Qual é o principal mecanismo que leva a piora da dispneia nesses pacientes?
A Hipoxemia.
B Hiperinsuflação pulmonar.
C Derrame pleural.
D Acidose respiratória.

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