Ed
ano passado
Para analisar a situação clínica apresentada, temos um paciente idoso, tabagista, com dispneia progressiva, tosse seca, cianose e baqueteamento digital, além de uma saturação de oxigênio baixa (87%). Esses sinais e sintomas são sugestivos de uma condição pulmonar crônica, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) ou fibrose pulmonar. Vamos analisar as opções de ruídos adventícios: A) Estertor em velcro - Geralmente associado a doenças intersticiais, como fibrose pulmonar. Pode ser considerado, mas não é o mais comum em tabagistas com DPOC. B) Grasnido - É um som mais relacionado a secreções nas vias aéreas, mas não é o mais característico para o quadro apresentado. C) Estertor grosso - Associado a secreções mais espessas e pode ser ouvido em condições como bronquite crônica, que é comum em tabagistas. D) Ronco - Geralmente associado a obstrução das vias aéreas superiores, mas não é o mais característico para o quadro respiratório descrito. Diante do quadro clínico e dos sinais apresentados, o ruído adventício mais provável na ausculta respiratória desse paciente é o C) Estertor grosso, que se relaciona com a presença de secreções nas vias aéreas, comum em pacientes com DPOC ou bronquite crônica.


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