Ed
há 2 anos
Para avaliar a presença terapêutica, é fundamental considerar a relação entre terapeuta e paciente, a comunicação e a adaptação do profissional às necessidades do paciente. Vamos analisar as alternativas: a) Só olhar pros números tipo nota de escola - Isso não considera a qualidade da interação e a conexão terapêutica. b) Tapar os ouvidos pro que o paciente fala achando que isso é ser profissional - Ignorar o que o paciente diz é contraproducente e não é uma prática terapêutica adequada. c) Misturar um monte de coisa boa: ouvir o que o paciente tá falando, perceber como tá indo aquela conexão terapeuta-paciente, se avaliar com sinceridade e ir ajustando o jeito de ser presente conforme cada pessoa e momento - Esta opção abrange a escuta ativa, a avaliação da conexão e a adaptação ao paciente, o que é essencial na presença terapêutica. d) Seguir o manual como se fosse receita de bolo - Isso pode limitar a flexibilidade necessária para atender às necessidades individuais dos pacientes. e) Só ligar pro resultado final tipo nota do vestibular - Focar apenas no resultado final ignora o processo terapêutico e a importância da relação. A alternativa que melhor representa a forma correta de avaliar a presença terapêutica é: c) Misturar um monte de coisa boa: ouvir o que o paciente tá falando, perceber como tá indo aquela conexão terapeuta-paciente, se avaliar com sinceridade e ir ajustando o jeito de ser presente conforme cada pessoa e momento.
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