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O Mito da Caverna apresenta dois movimentos do prisioneiro. Primeiro, o movimento ascendente de libertação do olhar intelectual, mas, posteriormente, o retorno do prisioneiro à caverna. Na alegoria este descenso ilustra:
A) a degradação do olhar intelectual.
B) a responsabilidade social do filósofo de libertar os demais e o papel comunitário da filosofia.
C) o fracasso da filosofia.
D) o pensamento dogmático.
E) a fraqueza do filósofo diante dos dogmas.
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Aprendendo com Desafios

ano passado

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ano passado

No "Mito da Caverna", Platão ilustra a jornada do prisioneiro que, após ser libertado, ascende para a luz do conhecimento e da verdade. No entanto, o retorno à caverna representa um momento crucial, onde o filósofo, ao voltar, tem a responsabilidade de compartilhar esse conhecimento com os que ainda estão presos à ignorância. Analisando as alternativas: A) a degradação do olhar intelectual - Embora o retorno possa ser visto como um desafio, não é exatamente uma degradação, mas sim uma responsabilidade. B) a responsabilidade social do filósofo de libertar os demais e o papel comunitário da filosofia - Esta opção reflete bem a ideia de que o filósofo deve ajudar os outros a alcançar o conhecimento. C) o fracasso da filosofia - Não é uma interpretação correta, pois o retorno não implica fracasso, mas sim um desafio. D) o pensamento dogmático - O retorno não se relaciona diretamente com dogmas, mas sim com a tentativa de iluminar os outros. E) a fraqueza do filósofo diante dos dogmas - Embora o filósofo enfrente resistência, a ideia central não é a fraqueza, mas a responsabilidade. Portanto, a alternativa correta é: B) a responsabilidade social do filósofo de libertar os demais e o papel comunitário da filosofia.

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Craque NetoCraque Neto

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Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha assertivas que são incorretas.
I. O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado memorial, longínquo e fabuloso; voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, preocupa-se em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
II. O mito narrava a origem através de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas. A Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos e causas naturais e impessoais.
III. O mito falava em Urano, Ponto e Gaia; a Filosofia fala em céu, mar e terra. O mito narra a origem dos seres celestes (os astros), terrestres (plantas, animais, homens) e marinhos pelos casamentos de Gaia com Urano e Ponto. A Filosofia explica o surgimento desses seres por composição, combinação e separação dos quatro elementos - úmido, seco, quente e frio, ou água, terra, fogo e ar.
IV. O mito se importava com contradições, com o fabuloso e o compreensível, não só porque esses eram traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosa do narrador. A Filosofia, ao contrário, admite contradições, fabulação e coisas incompreensíveis, não exige que a explicação seja coerente, lógica e racional; a autoridade da explicação vem da pessoa do filósofo, não da razão.
a) Apenas a I;
b) Apenas a II;
c) Apenas a I e a IV;
d) Apenas a II e a IV;
e) Apenas a I e a III.

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