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O lançamento da obra Quarto de despejo, em 1960, fez de Carolina de Jesus o maior sucesso editorial da história da literatura brasileira, com cerca de um milhão de cópias vendidas. A autora deixou registrado o seguinte depoimento: “Enquanto escrevo vou pensando que resido num castelo cor de ouro que reluz na luz do sol. Que as janelas são de prata e as luzes de brilhantes. Que a minha vista circula no jardim e eu contemplo as flores de todas as qualidades.”(1976). Tendo em vista que a obra de Quarto de despejo não se encaixa exatamente no s chamados períodos literários, como o depoimento da autora de Jesus atesta o que sobre a obra:
Tendo em vista que a obra de Quarto de despejo não se encaixa exatamente no s chamados períodos literários, como o depoimento da autora de Jesus atesta o que sobre a obra:
seu estilo é romântico, com tendência a idealizar a realidade e a enxergar o mundo numa ótica maniqueísta, tanto na literatura como na vida
apesar de seu estilo ser realista e espelhar a realidade da vida na favela, a narradora desta obra permite-se penetrar no mundo onírico com as digressões subjetivas.
a narrativa segue os princípios do Realismo Fantástico, em que realidade e sonho se sobrepõem confundindo o leitor.
seu estilo é neossimbolista na literatura, mas tem uma tendência realista na relação com a vida
a escritora vale-se do realismo, retratando a vida como ela é, inclusive com personagens retirados do mundo real das favelas, permite-se sublimar tudo isso na vida real, vendo assim o mundo idealizado em seu pensamento.
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Estudando com Questões

há 2 anos

Respostas

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ano passado

A obra "Quarto de despejo" de Carolina de Jesus é marcada por um estilo realista, que retrata a dura realidade da vida nas favelas. No entanto, o depoimento da autora revela que, apesar de sua escrita ser ancorada na realidade, ela também permite-se sonhar e idealizar, criando um contraste entre a vida que vive e a visão que tem dela. Portanto, a alternativa que melhor reflete essa dualidade é: "apesar de seu estilo ser realista e espelhar a realidade da vida na favela, a narradora desta obra permite-se penetrar no mundo onírico com as digressões subjetivas."

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Os seres humanos são como prisioneiros. Quando olham para o mundo material, tudo o que veem é uma disposição enganosa de sombras e cópias. Os poucos que “escaparam” dessa visão ingênua o fizeram devido ao seu conhecimento e matemática pura e geometria. E as formas perfeitas só podem ser “vistas” mentalmente porque são iluminadas pela Forma primária da “Bondade em si” – tão brilhante quanto o sol. (Dave Robison & Judy Groves, Entendendo Platão: um guia ilustrado. São Paulo, Leya, 2013)
Sobre o mito da caverna é correto afirmar:
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham podia ser recuperado, sem perdas, pelas sombras projetadas na parece.
As sombras representam a silhueta dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens era correspondente ao real fora da caverna.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era distorcido assim como as sombras projetadas na parece.
As sombras não distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era o das sombras projetadas na parece.
As sombras distorcem a forma dos objetos de acordo com a posição e projeção da luz. Portanto, o conhecimento do mundo que esses homens tinham era como as sombras projetadas na parece.

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