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(ENEM 2010) O cádmio, presente nas baterias, pode chegar ao solo quando esses materiais são descartados de maneira irregular no meio ambiente ou quando são incinerados. Diferentemente da forma metálica, os íons Cd2+ são extremamente perigosos para o organismo, pois eles podem substituir íons Ca2+, ocasionando uma doença degenerativa nos ossos, tornando-os muito porosos e causando dores intensas nas articulações. Podem, ainda inibir enzimas ativadas pelo cátion Zn2+ que são extremamente importantes para o funcionamento dos rins.
Com base no texto, a toxicidade do cádmio em sua forma iônica é consequência de esse elemento:
a) Apresentar baixa energia de ionização, o que favorece a formação do íon e facilita a sua ligação entre os compostos.
b) possuir tendência de atuar em processos biológicos mediados por cátions metálicos com cargas que variam de +1 a +3.
c) Possui raios e cargas relativamente próximos aos de íons metálicos que atuam nos processos biológicos, causando interferência nesses processos.
d) Apresentar raio iônico grande, permitindo que ele cause interferência nos processos biológicos que, normalmente, íons menores participam.
e) Apresentar carga +2, o que permite que ele cause interferência nos processos biológicos em que, normalmente, íons com cargas menores participam.
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Matematicamente

há 10 meses

Respostas

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há 10 meses

Para responder à questão sobre a toxicidade do cádmio em sua forma iônica, precisamos analisar as alternativas em relação ao que foi apresentado no texto. O texto menciona que os íons Cd²⁺ podem substituir íons Ca²⁺ e inibir enzimas ativadas por Zn²⁺, o que sugere que a toxicidade do cádmio está relacionada à sua semelhança com outros cátions metálicos que participam de processos biológicos. Vamos analisar as alternativas: a) Apresentar baixa energia de ionização, o que favorece a formação do íon e facilita a sua ligação entre os compostos. - Isso não é o principal fator mencionado no texto. b) Possuir tendência de atuar em processos biológicos mediados por cátions metálicos com cargas que variam de +1 a +3. - O cádmio tem carga +2, e a comparação com cátions de cargas diferentes não é o foco. c) Possui raios e cargas relativamente próximos aos de íons metálicos que atuam nos processos biológicos, causando interferência nesses processos. - Esta opção parece se alinhar com a ideia de que o cádmio pode substituir íons como Ca²⁺ e Zn²⁺ devido à semelhança. d) Apresentar raio iônico grande, permitindo que ele cause interferência nos processos biológicos que, normalmente, íons menores participam. - O cádmio não é conhecido por ter um raio iônico grande em comparação com os íons que ele substitui. e) Apresentar carga +2, o que permite que ele cause interferência nos processos biológicos em que, normalmente, íons com cargas menores participam. - Embora a carga +2 seja correta, a questão não se limita apenas à carga, mas também à semelhança com outros íons. A alternativa que melhor explica a toxicidade do cádmio em sua forma iônica, considerando a substituição de íons em processos biológicos, é: c) Possui raios e cargas relativamente próximos aos de íons metálicos que atuam nos processos biológicos, causando interferência nesses processos.

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O uso de vinagre e sal de cozinha em uma salada de alface, além de conferir mais sabor, serve também para eliminar micro-organismos causadores de doenças, como as amebas, por exemplo. O inconveniente do uso desse tempero é que, depois de algum tempo, as folhas murcham e perdem parte de sua textura.
Esses fenômenos ocorrem por que:
a) As amebas morrem ao perderem água rapidamente por osmose. Já as células da alface possuem um envoltório que mantém sua forma mesmo quando perdem água por osmose e, por isso, murcham mais lentamente.
b) Tanto amebas quanto as células da alface não possuem barreiras para perda de água por difusão simples. Ocorre que, no caso da alface, trata-se de um tecido e não de um único organismo e, portanto, a desidratação é notada mais tardiamente.
c) As amebas morrem ao perderem água por osmose, um processo mais rápido. Em contrapartida, as células da alface perde água por difusão facilitada, um processo mais lento e, por isso, percebido mais tardiamente.
d) O vinagre, por ser ácido, destrói a membrana plasmática das amebas, provocando sua morte. No caso da alface, o envoltório das células não é afetado pelo vinagre, mas perde água por difusão simples, provocada pela presença do sal.
e) Nas amebas, a bomba de sódio atua fortemente capturando esse íon presente no sal, provocando a entrada excessiva de água e causando a morte desses. Organismos. As células da alface não possuem tal bomba e murcham por perda de água por osmose.

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