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Genética

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Em camundongos, a coloração da pelagem é determinada por dois pares de genes, A e C, com segregação independente. O gene A determina coloração aguti e é dominante sobre seu alelo a que condiciona coloração preta. O gene C determina a produção de pigmentos e é dominante sobre seu alelo c que inibe a formação de pigmentos dando origem a indivíduos albinos. Do cruzamento de um camundongo preto com um albino, foram obtidos apenas descendentes agutis. Qual é o genótipo desse casal?
a. AaCc x AaCc
b. Aacc x aaCc
c. aaCC x AAcc
d. aaCc x AAcc
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Para resolver essa questão, vamos analisar as informações fornecidas: 1. O camundongo preto tem o genótipo que deve incluir o alelo dominante A (aguti) e o alelo recessivo a (preto). Como o cruzamento resulta apenas em descendentes agutis, isso indica que o camundongo preto deve ter pelo menos um alelo A. 2. O camundongo albino tem o genótipo cc, pois o alelo c inibe a formação de pigmentos. 3. Os descendentes são todos agutis, o que significa que todos têm pelo menos um alelo A. Agora, vamos analisar as opções: a. AaCc x AaCc - Este cruzamento poderia gerar descendentes agutis, mas também poderia gerar descendentes pretos e albinos, o que não é o caso. b. Aacc x aaCc - O camundongo Aacc é preto e o aaCc é aguti. Este cruzamento poderia gerar descendentes agutis, mas também poderia gerar descendentes albinos, o que não é o caso. c. aaCC x AAcc - O camundongo aaCC é preto e o AAcc é albino. Este cruzamento não poderia gerar descendentes agutis. d. aaCc x AAcc - O camundongo aaCc é preto e o AAcc é albino. Este cruzamento poderia gerar descendentes agutis (AaCc), que é o que foi observado. Portanto, a opção correta é: d. aaCc x AAcc.

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O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição, entre os países consumidores da bebida. O Brasil responde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos. Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a cafeicultura brasileira é uma das mais exigentes do mundo, em relação às questões sociais e ambientais, e há uma preocupação em se garantir a produção de um café sustentável. Alguns pesquisadores admitem que a espécie Coffea arabica tenha se originado na Etiópia, a partir da hibridização natural entre duas espécies ancestrais: Coffea eugenioides (2n = 22 cromossomos) e Coffea canephora (2n = 22 cromossomos). No híbrido resultante, teria havido uma duplicação do número de cromossomos (poliploidização): em uma das divisões celulares, as cromátides de todos os cromossomos, ao invés de migrarem cada uma delas para ambas as células-filhas, teriam permanecido na mesma célula. Deste modo, originou-se um novo ramo, ou uma nova planta, tetraplóide. Esta nova planta é a Coffea arabica, que hoje cultivamos e que tem importante papel em nossa economia.
A partir destas informações, é possível dizer que o número de cromossomos: no gameta da espécie C. eugenioides, no gameta da espécie C. canephora e na célula somática e no gameta de C. arábica são, respectivamente:
a. 11, 11, 22 e 11
b. 22, 22, 88 e 44.
c. 11, 11, 44 e 22.
d. 22, 22, 44 e 22.

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