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O garfo muito grande, com dois dentes, que era usado para servir as carnes aos convidados, é antigo, mas não o garfo individual. Este data mais ou menos do século XVI e difundiu-se a partir de Veneza e da Itália em geral, mas com lentidão. O uso só se generalizaria por volta de 1750.
No processo de transição para a modernidade, o uso do objeto descrito relaciona-se à
A construção de hábitos sociais.
B introdução de medidas sanitárias.
C ampliação das refeições familiares.
D valorização da cultura renascentista.
E incorporação do comportamento laico.
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Ensinando Através de Questões

ano passado

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Para responder à pergunta, precisamos analisar o contexto histórico e social mencionado no texto sobre o garfo. O texto fala sobre a transição para a modernidade e como o uso do garfo individual se generalizou. Vamos analisar as alternativas: A) A construção de hábitos sociais - Esta opção faz sentido, pois a introdução do garfo individual pode ter influenciado a maneira como as refeições eram compartilhadas e consumidas, refletindo mudanças nos hábitos sociais. B) Introdução de medidas sanitárias - Embora a higiene tenha se tornado mais importante, o texto não menciona diretamente a relação do garfo com medidas sanitárias. C) Ampliação das refeições familiares - Essa opção pode ser relevante, mas o foco do texto é mais sobre a mudança no uso do garfo do que sobre a ampliação das refeições em si. D) Valorização da cultura renascentista - O garfo individual se difundiu durante um período que coincide com a Renascença, mas o texto não menciona diretamente essa valorização. E) Incorporação do comportamento laico - Essa opção não parece se relacionar diretamente com o uso do garfo. Após analisar as alternativas, a que melhor se relaciona com a transição para a modernidade e o uso do garfo individual é: A) A construção de hábitos sociais.

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Fala-se muito nos dias de hoje em direitos do homem. Pois bem: foi no século XVIII — em 1789, precisamente — que uma Assembleia Constituinte produziu e proclamou em Paris a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Essa Declaração se impôs como necessária para um grupo de revolucionários, por ter sido preparada por uma mudança no plano das ideias e das mentalidades: o iluminismo.
Correlacionando temporalidades históricas, o texto apresenta uma concepção de pensamento que tem como uma de suas bases a
a) modernização da educação escolar.
b) atualização da disciplina moral cristã.
c) divulgação de costumes aristocráticos.
d) socialização do conhecimento científico.
e) universalização do princípio da igualdade civil.

A eugenia, tal como originalmente concebida, era a aplicação de “boas práticas de melhoramento” ao aprimoramento da espécie humana. Francis Galton foi o primeiro a sugerir com destaque o valor da reprodução humana controlada, considerando-a produtora do aperfeiçoamento da espécie.
Um resultado da aplicação dessa teoria, disseminada a partir da segunda metade do século XIX, foi o(a)
a) aprovação de medidas de inclusão social.
b) adoção de crianças com diferentes características físicas.
c) estabelecimento de legislação que combatia as divisões sociais.
d) prisão e esterilização de pessoas com características consideradas inferiores.
e) desenvolvimento de próteses que possibilitavam a reabilitação de pessoas deficientes.

Todos os anos, multidões de portugueses e de estrangeiros saem nas frotas para ir às minas. Das cidades, vilas, plantações e do interior do Brasil vêm brancos, mestiços e negros juntamente com muitos ameríndios contratados pelos paulistas. A mistura é de pessoas de todos os tipos e condições; homens e mulheres; moços e velhos; pobres e ricos; fidalgos e povo; leigos, clérigos e religiosos de diferentes ordens, muitos dos quais não têm casa nem convento no Brasil.
A qual aspecto da vida no Brasil colonial o autor se refere?
a) À imposição de um credo exclusivo.
b) À alteração dos fluxos populacionais.
c) À fragilização do poder da Metrópole.
d) Ao desregramento da ordem social.
e) Ao antilusitanismo das camadas populares.

Estão aí, como se sabe, dois candidatos à presidência, os senhores Eduardo Gomes e Eurico Dutra, e um terceiro, o senhor Getúlio Vargas, que deve ser candidato de algum grupo político oculto, mas é também o candidato popular. Porque há dois “queremos”: o “queremos” dos que querem ver se continuam nas posições e o “queremos” popular… Afinal, o que é que o senhor Getúlio Vargas é? É fascista? É comunista? É ateu? É cristão? Quer sair? Quer ficar? O povo, entretanto, parece que gosta dele por isso mesmo, porque ele é “à moda da casa”.
O movimento político mencionado no texto caracterizou-se por
a) demandar a confirmação dos direitos trabalhistas.
b) apoiar a permanência da ditadura estadonovista.
c) resgatar a representatividade dos sindicatos sob controle social.
d) reivindicar a transição constitucional sob influência do governante.
e) reclamar a participação das agremiações partidárias.

Esta foi a regra que eu segui diante dos que me foram denunciados como cristãos: perguntei a eles mesmos se eram cristãos; aos que respondiam afirmativamente, repeti uma segunda e uma terceira vez a pergunta, ameaçando-os com o suplício. Os que persistiram, mandei executá-los, pois eu não duvidava que, seja qual for a culpa, a teimosia e a obstinação inflexível deveriam ser punidas. Outros, cidadãos romanos portadores da mesma loucura, pus no rol dos que devem ser enviados a Roma.
Nos textos, a postura do Império Romano diante do cristianismo é retratada em dois momentos distintos. Em que pesem as diferentes épocas, é destacada a permanência da seguinte prática:
a) Ausência de liberdade religiosa.
b) Sacralização dos locais de culto.
c) Reconhecimento do direito divino.
d) Formação de tribunais eclesiásticos.
e) Subordinação do poder governamental.

Embora eles, artistas modernos, se deem como novos precursores duma arte a ir, nada é mais velho que a arte anormal. De há muitos já que a estudam os psiquiatras em seus tratados, documentando-se nos inúmeros desenhos que ornam as paredes internas dos manicômios. Essas considerações são provocadas pela exposição da Sra. Malfatti. Sejam sinceros: futurismo, cubisrno, impressionismo e tutti quanti não passam de outros tantos ramos da arte caricatural.
A análise dos documentos apresentados demonstra que o cenário artístico brasileiro no primeiro quartel do século XX era caracterizado pelo(a)
a) domínio do academicismo, que dificulta a recepção da vertente realista na obra de Anita Malfatti.
b) dissonância entre as vertentes artísticas, que divergiam sobre a validade do modelo estético europeu.
c) exaltação da beleza e da rigidez da forma, que justificavam a adaptação da estética europeia à realidade brasileira.
d) impacto de novas linguagens estéticas, que alteravam o conceito de arte e abasteciam a busca por uma produção artística nacional.
e) influência dos movimentos artísticos europeus de vanguarda, que levava os modernistas a copiarem suas técnicas e temáticas.

A prática governamental descrita no texto, com a escolha dos temas das obras, tinha como propósito a construção de uma memória que:
A) afirmava a centralidade de um estado na política do país. B) resgatava a importância da resistência escrava na história brasileira. C) evidenciava a importância da produção artística no contexto regional. D) valorizava a saga histórica do povo na afirmação de uma memória social. E) destacava a presença do indígena no desbravamento do território colonial.

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