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O tratamento mais adequado para uma mulher de 75 anos com cardiomiopatia dilatada e fração de ejeção ventricular esquerda de 28% é:
A - marcapasso VV.
B - marcapasso DDD.
C - ressincronizador cardíaco + cardiodesfibrilador implantável.
D - transplante cardíaco.
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Questões para o Sucesso

há 2 anos

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há 2 anos

Para uma mulher de 75 anos com cardiomiopatia dilatada e fração de ejeção ventricular esquerda de 28%, é importante considerar as opções de tratamento que melhor se adequam à gravidade da condição e ao risco de morte súbita. Analisando as alternativas: A - marcapasso VV: Este tipo de marcapasso é utilizado para tratar bradicardias, mas não é a melhor opção para cardiomiopatia dilatada com baixa fração de ejeção. B - marcapasso DDD: Este marcapasso é mais avançado, mas ainda não é a primeira linha de tratamento para essa condição específica. C - ressincronizador cardíaco + cardiodesfibrilador implantável: Essa opção é indicada para pacientes com fração de ejeção reduzida e pode ajudar a melhorar a função cardíaca e prevenir morte súbita. D - transplante cardíaco: Embora seja uma opção para casos graves, o transplante é um procedimento complexo e pode não ser a primeira escolha para todos os pacientes, especialmente considerando a idade e a condição geral da paciente. Diante disso, a opção mais adequada para o tratamento dessa paciente, considerando a gravidade da cardiomiopatia dilatada e a fração de ejeção muito baixa, é: C - ressincronizador cardíaco + cardiodesfibrilador implantável.

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Insu ciência cardíaca é um termo que descreve uma síndrome que abrange um vasto espectro de distúrbios cardiovasculares e que está associada a um risco bastante elevado de morte e de eventos cardiovasculares adversos não fatais. Com relação ao manejo e prognóstico dessa patologia, analise os itens a seguir.
Estão corretos os itens:
I. O tratamento é direcionado inicialmente para a prevenção da lesão cardíaca (p. ex., consequente a hipertensão arterial sistêmica ou infarto do miocárdio) ou para limitar a progressão estrutural se o dano cardíaco já tiver ocorrido (p. ex., remodelamento do ventrículo esquerdo com redução da fração de ejeção ventricular esquerda) e depois para o retardo do desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomática.
II. Dentre as terapias com benefício comprovado para a insu ciência cardíaca, pode-se citar: inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores do receptor de angiotensina, betabloqueadores, antagonistas do receptor de mineralocorticóide, sacubitril-valsartana, hidralazina-dinitrato de isossorbida, digitálicos, cardiodes brilador, transplante cardíaco e treinamento físico.
III. O desenvolvimento de sinais e sintomas da síndrome de insu ciência cardíaca de ne a transição dos pacientes dos estágios assintomáticos “em risco” (estágios C e D) para aqueles que preenchem o diagnóstico clínico de insu ciência cardíaca sintomática. Essa transição para a fase sintomática evidencia a natureza progressiva da insu ciência cardíaca e traz um declínio marcante para o prognóstico.
IV. Os objetivos terapêuticos para o paciente com insu ciência cardíaca de estágios C ou D são alívio dos sintomas, evitar admissões hospitalares decorrentes da piora da insu ciência cardíaca e prevenção da morte prematura. Em geral, as medidas preventivas que são valiosas durante os estágios A e B devem ser mantidas para os pacientes com os estágios C e D da insuficiência cardíaca.
A I e II, apenas.
B I, II e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II, III e IV.

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