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Donald Pierson, autor de trabalhos como Cruz das Almas: a Brazilian Village (1951) e O Homem no Vale do São Francisco (1972) e importante sociólogo estrangeiro na Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo, teve como referência teórica a:
Escola Francesa de Sociologia.
Escola de Frankfurt.
Escola de Manchester.
Escola Culturalista de Sociologia.
Escola de Chicago.
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Donald Pierson é conhecido por sua contribuição à sociologia brasileira e sua referência teórica está mais alinhada com a Escola de Chicago, que enfatiza a pesquisa empírica e o estudo das interações sociais nas cidades. Analisando as opções: - Escola Francesa de Sociologia: Focada em Durkheim e suas teorias, não é a principal referência de Pierson. - Escola de Frankfurt: Conhecida por suas teorias críticas, não é a abordagem de Pierson. - Escola de Manchester: Relacionada a estudos de urbanização, mas não é a principal referência de Pierson. - Escola Culturalista de Sociologia: Foca em aspectos culturais, mas não é a referência principal de Pierson. - Escola de Chicago: Esta é a escola que mais se relaciona com o trabalho de Pierson, especialmente em suas análises sociais. Portanto, a alternativa correta é: Escola de Chicago.

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Diversos estudos sociológicos buscam analisar a formação da cultura brasileira e da identidade nacional. Com base nesse tema, assinale a alternativa correta.




Florestan Fernandes é responsável por desconstruir a visão de um convívio harmonioso entre as raças no Brasil. Para o autor, em A integração do negro na sociedade de classes, a democracia racial seria um mito, uma imagem idealizada que serve para a perpetuação das desvantagens sociais dos negros na sociedade brasileira.



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A Constituição brasileira de 1988 assegura os direitos sociais e individuais sem preconceito e discriminação. Sendo assim, casos como os sálarios mais baixos para as mulheres, mesmo ocupando a mesma atividade que os homens, não fazem parte do cenário social brasileiro atual.



As teorias raciais e eugênicas não tiveram sucesso no Brasil do século XIX. A ideia da superioridade dos brancos europeus foi totalmente repudiada pelos intelectuais brasileiros da época que buscavam valorizar as práticas culturais advindas da mestiçagem.

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