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No âmbito do município de Aracaju SE, em determinada ação de execução de título judicial derivada de sentença proferida em ação que envolvia relação de consumo, movida contra a empresa A, houve penhora de bens, que recaiu sobre um bem imóvel da empresa B, pertencente ao mesmo grupo econômico da empresa A, que não tinha bens disponíveis para solver o débito. Em face da penhora, a empresa B opôs embargos de terceiro contra o exequente, buscando a nulidade da penhora realizada.
magistrado da competente vara cível de Aracaju julgou improcedente o pedido, por entender que a empresa embargante era a mesma que a executada, apenas com denominação diversa. Ao juiz sentenciante, a empresa B, embargante, não negou que pertencia ao mesmo grupo de sociedades. Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ/SE) manteve a sentença e destacou que não havia necessidade de prévia instauração de incidente de desconsideração da personalidade jurídica, porque, em relação de consumo, como no caso, respondem subsidiariamente as sociedades componentes do mesmo grupo societário, bastando que a devedora principal (empresa A) não tenha bens disponíveis para solver o débito, para que o patrimônio das demais integrantes do grupo possa ser atingido.
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ano passado

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ano passado

A questão apresentada envolve a responsabilidade das empresas que pertencem ao mesmo grupo econômico em relação a dívidas decorrentes de relações de consumo. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), as empresas do mesmo grupo econômico podem ser responsabilizadas de forma subsidiária, ou seja, se a devedora principal não tiver bens para quitar a dívida, o patrimônio das demais empresas do grupo pode ser atingido. No caso descrito, a empresa B, embora tenha uma denominação diferente, pertence ao mesmo grupo econômico da empresa A, que é a devedora principal. O Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ/SE) entendeu que não era necessário instaurar um incidente de desconsideração da personalidade jurídica, pois a responsabilidade subsidiária já se aplicava. Portanto, a afirmação de que a empresa B pode ter seu patrimônio atingido pela dívida da empresa A, devido à relação de consumo e à sua condição de integrante do mesmo grupo econômico, está Certa.

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Craque NetoCraque Neto

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