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ano passado
Para diagnosticar a síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS), existem critérios específicos que incluem alterações em parâmetros como temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória e contagem de leucócitos. Vamos analisar as alternativas: A) temperatura = 36,5º C - Este valor está dentro da faixa normal (36,1º C a 37,2º C) e não indica febre ou hipotermia, portanto, não é um critério diagnóstico. B) PaCO2 = 25 mmHg - Este valor indica hiperventilação, mas não é um critério diagnóstico para SRIS. C) frequência cardíaca = 85 bpm - Este valor está dentro da faixa normal (60-100 bpm) e não indica taquicardia, portanto, não é um critério diagnóstico. D) leucócitos = 5.000 células/mm³ - Este valor está dentro da faixa normal (4.000 a 10.000 células/mm³) e não indica leucocitose ou leucopenia, portanto, não é um critério diagnóstico. E) não sei - Esta opção não é relevante para a resposta. Nenhuma das alternativas apresentadas atende aos critérios diagnósticos da SRIS, que incluem, por exemplo, temperatura > 38º C ou < 36º C, frequência cardíaca > 90 bpm, frequência respiratória > 20/min ou PaCO2 < 32 mmHg, e leucócitos > 12.000 células/mm³ ou < 4.000 células/mm³. Portanto, a resposta correta é que nenhuma das opções apresentadas é um critério diagnóstico para a síndrome da resposta inflamatória sistêmica.
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