Ed
há 9 meses
Vamos analisar as opções com base no quadro clínico apresentado: O paciente apresenta sonolência progressiva, dispneia, sangramentos espontâneos, febre, perda de peso, e um hemograma que mostra leucocitose significativa com 75% de blastos, o que sugere uma leucemia aguda, possivelmente leucemia mieloide aguda (LMA) ou leucemia linfoblástica aguda (LLA). Agora, vamos às alternativas: A) Trombocitopenia refratária, com necessidade de esplenectomia de urgência. - Embora a trombocitopenia seja um problema, a esplenectomia não é uma intervenção imediata necessária neste contexto. B) Síndrome de lise tumoral espontânea, com risco iminente de arritmia por hipercalemia. - A síndrome de lise tumoral é uma complicação que pode ocorrer, mas não é a mais imediata a ser considerada neste caso. C) Leucoestase, com risco de hipoxemia e eventos neurológicos isquêmicos. - A leucoestase é uma complicação que pode ocorrer em casos de leucemia aguda com alta contagem de leucócitos, levando a hipoxemia e eventos neurológicos. Isso é uma preocupação imediata. D) Coagulação intravascular disseminada, com risco de sangramento grave e consumo de fatores. - Embora a CID possa ser uma complicação em pacientes com leucemia, o quadro clínico apresentado não sugere que seja a complicação mais imediata a ser tratada. Diante da análise, a complicação aguda que justifica a necessidade de intervenção imediata, considerando o quadro de leucocitose e os riscos associados, é: C) Leucoestase, com risco de hipoxemia e eventos neurológicos isquêmicos.
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