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Quanto às fake news e ao cenário brasileiro, é errado afirmar:
O Brasil possuía, nos primeiros meses de 2021, dentre várias proposições legislativas, o Projeto de Lei n° 2.630/2020, de autoria do Senador Alessandro Vieira (Partido Cidadania/ SE), que inicialmente usava a expressão desinformação, no lugar de fake news, e definia seus contornos, o que foi objeto de supressão posterior.
Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, intitulada "CPI das Fake news", foi criada para investigar o uso das fake news como método sistemático de manipulação, nas eleições à Presidência da República de 2018.
No Supremo Tribunal Federal foi instaurado o Inquérito n° 4.781, conhecido como "Inquérito das Fake news", que teve origem na Portaria GPSTF n° 69, de 14 de março de 2019, da lavra do então Presidente da Corte, Ministro Dias Toffoli.
Não há por parte das autoridades legislativas e judiciárias de cúpula preocupação com o tema das fake news e sua relação com a democracia e as eleições.
O Inquérito n° 4.781, que tramita no Supremo Tribunal Federal, tem como objeto, dentre outros pontos, a identificação dos usuários que difundem as fake news e o respectivo combate, sob o aspecto penal.
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CuriosidadesGerais

há 10 meses

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há 10 meses

Vamos analisar as afirmações apresentadas para identificar qual delas é errada: 1. O Brasil possuía, nos primeiros meses de 2021, o Projeto de Lei n° 2.630/2020, que usava a expressão desinformação e definia seus contornos. - Esta afirmação é verdadeira. 2. Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, intitulada "CPI das Fake news", foi criada para investigar o uso das fake news nas eleições de 2018. - Esta afirmação é verdadeira. 3. No Supremo Tribunal Federal foi instaurado o Inquérito n° 4.781, conhecido como "Inquérito das Fake news", que teve origem na Portaria GPSTF n° 69, de 14 de março de 2019. - Esta afirmação é verdadeira. 4. Não há por parte das autoridades legislativas e judiciárias de cúpula preocupação com o tema das fake news e sua relação com a democracia e as eleições. - Esta afirmação é falsa, pois há sim preocupação das autoridades com o tema. 5. O Inquérito n° 4.781, que tramita no Supremo Tribunal Federal, tem como objeto a identificação dos usuários que difundem as fake news e o respectivo combate, sob o aspecto penal. - Esta afirmação é verdadeira. Portanto, a afirmação errada é: "Não há por parte das autoridades legislativas e judiciárias de cúpula preocupação com o tema das fake news e sua relação com a democracia e as eleições."

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O que não está envolvido no fenômeno da monetização?
Uma empresa não tem interesse em anunciar sua publicidade na apontada página, perfil ou conta.
Ele parte da aptidão da inteligência artificial de quantificar o número de acessos a uma página, perfil ou conta.
Devido à tecnologia da informação que rastreia a quantidade de acessos antes mencionada, a página, o perfil ou a conta, mesmo que difusora de desinformação, é eleita para servir de espaço de publicidade.
A pessoa proprietária da página, do perfil ou da conta lucra - monetiza sua atuação (por exemplo, a difusão de desinformação) - com o olhar desinteressado do provedor onde se situa.
Existe a possibilidade de a empresa anunciante apontar para a exclusão de locais em que não quer a circulação da sua publicidade.

Existiria e, caso positivo, qual seria a relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital"?
A relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital" não se explica, porque as fake news jamais ambicionam manipular o conhecimento das pessoas e, dessa forma, não pretendem enfraquecer o ideal democrático.
A relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital" se explica sob a perspectiva do sentido harmônico do termo constitucionalismo digital, porque as fake news ambicionam manipular o conhecimento das pessoas e, desta forma, enfraquecer o ideal democrático.
A falta de relação entre os temas se explica pelo fato de a concepção antagônica de constitucionalismo digital não se ligar com a compreensão de que as fake news visam minar as eleições e a democracia.
Inexiste relação umbilical, vez que a concepção de constitucionalismo digital data do século passado e a preocupação com as fake news é um problema originado neste século.
Os temas não se interconectam, pois as fake news apenas visam difamar uma pessoa e o constitucionalismo digital está relacionado à supremacia constitucional e ao controle do poder.

O Supremo Tribunal Federal foi chamado a analisar qual o status normativo dos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição Federal no âmbito do RE 466.343. Sobre o assunto, assinale a alternativa que representa o entendimento do STF:
A) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei ordinária, tal como os demais atos normativos internacionais.
B) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei complementar, tal como os demais atos normativos internacionais.
C) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de emenda constitucional, haja vista a importância do seu conteúdo.
D) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status supralegal, estando acima das leis, porém abaixo da Constituição.
E) Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei delegada.

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