Logo Passei Direto
Buscar

Outros

Outros
Sobre o ideal de democracia não é possível dizer:
A democracia procedimental tem foco na desobstrução dos canais de mudança política e na correção de discriminações às minorias, não pretendendo imediatamente fornecer um bem determinado de valor substantivo, mas assegurar um adequado processo político.
A democracia substantiva propõe a introdução de valores morais à leitura de uma Constituição e, portanto, à ideia de democracia, a fim de permitir que tais valores não sejam ignorados em tal regime, não tendo como foco imediato a premissa majoritária.
A democracia deliberativa tem como um dos pontos centrais a deliberação dos assuntos políticos que dão condução à vida em sociedade, significando que se os debates são conduzidos no Parlamento, locus em que a democracia deliberativa se circunscreve.
A democracia participativa propõe a participação como ponto vital da democracia, determinando uma ampliação dos limites deliberativos, para que ingressem no debate outras pessoas que não somente os representantes eleitos.
As fake news não visam influenciar a democracia, posto que não possuem qualquer relação com a deliberação e com a participação na vida democrática.
User badge image
CuriosidadesGerais

há 10 meses

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 10 meses

A afirmação que não é possível dizer sobre o ideal de democracia é: "As fake news não visam influenciar a democracia, posto que não possuem qualquer relação com a deliberação e com a participação na vida democrática." Na verdade, as fake news têm um impacto significativo na democracia, pois podem distorcer informações, influenciar a opinião pública e prejudicar a deliberação e a participação efetiva dos cidadãos.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
details

Libere essa resposta sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

O que não está envolvido no fenômeno da monetização?
Uma empresa não tem interesse em anunciar sua publicidade na apontada página, perfil ou conta.
Ele parte da aptidão da inteligência artificial de quantificar o número de acessos a uma página, perfil ou conta.
Devido à tecnologia da informação que rastreia a quantidade de acessos antes mencionada, a página, o perfil ou a conta, mesmo que difusora de desinformação, é eleita para servir de espaço de publicidade.
A pessoa proprietária da página, do perfil ou da conta lucra - monetiza sua atuação (por exemplo, a difusão de desinformação) - com o olhar desinteressado do provedor onde se situa.
Existe a possibilidade de a empresa anunciante apontar para a exclusão de locais em que não quer a circulação da sua publicidade.

Existiria e, caso positivo, qual seria a relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital"?
A relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital" não se explica, porque as fake news jamais ambicionam manipular o conhecimento das pessoas e, dessa forma, não pretendem enfraquecer o ideal democrático.
A relação entre o tema "democracia, eleições e fake news" e o tema "constitucionalismo digital" se explica sob a perspectiva do sentido harmônico do termo constitucionalismo digital, porque as fake news ambicionam manipular o conhecimento das pessoas e, desta forma, enfraquecer o ideal democrático.
A falta de relação entre os temas se explica pelo fato de a concepção antagônica de constitucionalismo digital não se ligar com a compreensão de que as fake news visam minar as eleições e a democracia.
Inexiste relação umbilical, vez que a concepção de constitucionalismo digital data do século passado e a preocupação com as fake news é um problema originado neste século.
Os temas não se interconectam, pois as fake news apenas visam difamar uma pessoa e o constitucionalismo digital está relacionado à supremacia constitucional e ao controle do poder.

O Supremo Tribunal Federal foi chamado a analisar qual o status normativo dos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição Federal no âmbito do RE 466.343. Sobre o assunto, assinale a alternativa que representa o entendimento do STF:
A) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei ordinária, tal como os demais atos normativos internacionais.
B) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei complementar, tal como os demais atos normativos internacionais.
C) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de emenda constitucional, haja vista a importância do seu conteúdo.
D) O STF entendeu que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status supralegal, estando acima das leis, porém abaixo da Constituição.
E) Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos internalizados sem observância do quórum do art. $5^{\circ}$, $\S 3^{\circ}$, da Constituição possuem status de lei delegada.

Mais conteúdos dessa disciplina