Ed
há 3 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação ao quadro clínico apresentado, que sugere uma pancreatite aguda, dado o aumento da amilase e a dor abdominal epigástrica. a) A reintrodução alimentar precoce via oral (quando tolerada) ou enteral reduz a incidência de complicações infecciosas e mortalidade da patologia. - Essa afirmação é verdadeira em muitos casos de pancreatite leve, onde a alimentação pode ser reintroduzida precocemente, mas não é a conduta padrão em todos os casos. b) Está indicado o uso de antibióticos de largo espectro devido leucocitose com desvio à esquerda. - O uso de antibióticos não é indicado rotineiramente em pancreatite aguda leve, a menos que haja evidência de infecção. c) A pancreatite biliar está relacionada à migração de cálculos da vesícula para o duodeno, sendo necessária a realização de colangiorressonância para definição etiológica. - A pancreatite biliar é de fato relacionada à migração de cálculos, mas a colangiorressonância é mais indicada se houver suspeita de colangite ou obstrução biliar, não necessariamente para todos os casos de pancreatite biliar. d) Nas pancreatites leves devemos colher amilase diária para guiar a reintrodução de dieta e programar alta hospitalar. - A amilase não é um marcador confiável para guiar a reintrodução da dieta ou a alta hospitalar em pancreatite leve. Após essa análise, a alternativa que se destaca como a mais correta, considerando a conduta em pancreatite leve, é a) A reintrodução alimentar precoce via oral (quando tolerada) ou enteral reduz a incidência de complicações infecciosas e mortalidade da patologia.
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