Ed
há 3 meses
Vamos analisar o caso apresentado e as alternativas. A paciente apresenta dor abdominal intensa, icterícia, febre, e exames laboratoriais que mostram elevação das bilirrubinas e das enzimas hepáticas, além de uma ultrassonografia que revela múltiplos cálculos na vesícula biliar e dilatação das vias biliares. Esses sinais são sugestivos de uma condição relacionada à obstrução biliar. Agora, vamos analisar as alternativas: a) Colecistite aguda, tomografia de abdome e pelve. - A tomografia não é a primeira escolha para diagnóstico de colecistite aguda, que é mais frequentemente diagnosticada por ultrassonografia. b) Colecistite aguda, colecistectomia aberta com exploração de via biliar. - Embora a colecistite aguda possa ser uma hipótese, a presença de dilatação das vias biliares e icterícia sugere que pode haver uma obstrução biliar, o que não é típico apenas da colecistite. c) Coledocolitíase, colecistostomia percutânea. - A coledocolitíase é uma condição em que há cálculos no ducto colédoco, que pode causar icterícia e dilatação das vias biliares. A colecistostomia percutânea não é a conduta padrão para coledocolitíase. d) Colangite aguda, antibioticoterapia e drenagem da via biliar. - A colangite aguda é uma infecção das vias biliares que pode ocorrer devido à obstrução, e a paciente apresenta sinais de infecção (febre, icterícia) e dilatação das vias biliares. A conduta correta para colangite aguda é iniciar antibioticoterapia e realizar drenagem da via biliar. Diante da análise, a principal hipótese diagnóstica é colangite aguda, e a conduta correta é antibioticoterapia e drenagem da via biliar. Portanto, a alternativa correta é: d) Colangite aguda, antibioticoterapia e drenagem da via biliar.
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