Ed
há 3 dias
Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas à luz da proposta de uma avaliação educacional que seja democrática e inclusiva, conforme os princípios da LDB e as concepções contemporâneas de avaliação. Vamos analisar cada alternativa: a) A avaliação deve priorizar instrumentos formais e quantitativos, pois garantem maior objetividade, confiabilidade dos resultados e comparabilidade entre os estudantes. - Essa visão é mais tradicional e não se alinha com uma prática pedagógica inclusiva. b) A avaliação somativa, por ocorrer ao final do processo educativo, é suficiente para orientar decisões pedagógicas e assegurar a qualidade da aprendizagem. - Essa alternativa ignora a importância da avaliação formativa e contínua, que é essencial para uma prática pedagógica inclusiva. c) A avaliação diagnóstica deve ser utilizada exclusivamente no início do processo educativo, com a finalidade de classificar os estudantes segundo seus conhecimentos prévios. - Essa visão é limitada, pois a avaliação diagnóstica deve ser contínua e não apenas no início. d) A avaliação, quando compreendida como processo contínuo e formativo, deve subsidiar a tomada de decisões pedagógicas, promover intervenções ao longo do ensino e favorecer a aprendizagem, superando a lógica classificatória e excludente. - Esta alternativa reflete uma concepção avaliativa coerente com práticas pedagógicas democráticas e inclusivas. e) A avaliação educacional deve manter neutralidade em relação às condições socioculturais dos estudantes, evitando interferências subjetivas que comprometam a equidade do processo avaliativo. - Embora a neutralidade seja importante, essa visão pode desconsiderar as realidades e contextos dos estudantes, que devem ser levados em conta. Diante dessa análise, a alternativa que melhor expressa uma concepção avaliativa coerente com uma prática pedagógica democrática e inclusiva é: d) A avaliação, quando compreendida como processo contínuo e formativo, deve subsidiar a tomada de decisões pedagógicas, promover intervenções ao longo do ensino e favorecer a aprendizagem, superando a lógica classificatória e excludente.
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