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O Modernismo no Brasil, embora influenciado por correntes europeias, teve uma trajetória particular. A construção de Brasília, por exemplo, materializou os preceitos modernistas em escala urbana, com uma setorização clara e edifícios icônicos. No entanto, a aplicação desses ideais, como a priorização do automóvel em detrimento do pedestre e a setorização rígida, gerou críticas posteriores sobre a funcionalidade e a inclusão social na nova capital, levantando debates sobre a adaptação do modelo europeu à realidade brasileira. Considerando a aplicação dos ideais modernistas no urbanismo brasileiro, como exemplificado em Brasília, e as críticas subsequentes, avalie qual aspecto se tornou um ponto central de debate sobre a funcionalidade da cidade. A excessiva ornamentação dos edifícios governamentais, que contrariava OS princípios de A simplicidade e pureza formal defendidos pelo movimento moderno europeu. A ausência de áreas verdes nas superquadras, O que impedia a integração comunitária e O B lazer dos moradores, gerando um ambiente urbano excessivamente denso e inóspito. A proibição do uso de transporte público dentro do Plano Piloto, forçando todos OS cidadãos C a adquirirem automóveis, O
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bostinha

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A questão aborda a aplicação dos ideais modernistas no urbanismo de Brasília e as críticas que surgiram, especialmente sobre a funcionalidade e inclusão social. Analisando as alternativas apresentadas: - A excessiva ornamentação dos edifícios governamentais: não é uma crítica central, pois o modernismo valorizava a simplicidade e pureza formal, e Brasília seguiu esse princípio, com arquitetura limpa e funcional. - A ausência de áreas verdes nas superquadras: incorreto, pois as superquadras de Brasília foram planejadas justamente com áreas verdes para lazer e integração comunitária. - A proibição do uso de transporte público dentro do Plano Piloto, forçando todos os cidadãos a adquirirem automóveis: essa é uma crítica real e central, pois o projeto priorizou o automóvel, dificultando a mobilidade para quem depende de transporte público, gerando debates sobre exclusão social e funcionalidade urbana. Portanto, o ponto central de debate sobre a funcionalidade da cidade é: A proibição do uso de transporte público dentro do Plano Piloto, forçando todos os cidadãos a adquirirem automóveis.

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