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Medicina

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Aqui está a apresentação do seu Desafio Profissional: Paciente: Maria S., 48 anos. Histórico: tabagista há 20 anos. Relata não realizar o exame preventivo (Papanicolau) há oito anos e só realizou uma vez por participar de uma ação social e teve curiosidade em fazer, mas, como se sentiu muito incomodada com o procedimento, decidiu não mais fazer como determinado pela OMS com a periodicidade recomendada. Ela procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) queixando-se de sangramento pós-relação sexual e corrimento vaginal intenso com odor fétido persistente há três meses. De imediato, foi realizada a coleta ecto e endocervical. Ao exame especular, observou-se uma lesão exofítica e friável no colo do útero, sangrante ao toque. O resultado do exame revelou achados citológicos (lâmina): a microscopia revelou alta celularidade com as seguintes características:
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Doris Futata

há 3 meses

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Doris Futata

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Com base no caso apresentado, seguem os passos para análise e conduta: 1. Histórico e sintomas: Paciente tabagista há 20 anos, sem exames preventivos regulares, apresenta sangramento pós-coito e corrimento vaginal fétido há 3 meses. Isso sugere possível lesão cervical grave. 2. Exame físico: Lesão exofítica e friável no colo do útero, sangrante ao toque, indica suspeita de neoplasia cervical. 3. Exame citológico: Alta celularidade com características suspeitas (não detalhadas no enunciado), provavelmente indicando células atípicas ou malignas. 4. Conduta imediata: - Encaminhar para colposcopia com biópsia para confirmação histopatológica. - Avaliar extensão da lesão e estadiamento caso seja câncer. - Iniciar aconselhamento sobre cessação do tabagismo, que é fator de risco importante. 5. Prevenção e seguimento: - Orientar sobre a importância do exame Papanicolau periódico conforme recomendação da OMS (a cada 3 anos após dois exames normais). - Avaliar vacinação contra HPV se aplicável. 6. Possíveis diagnósticos: - Neoplasia intraepitelial cervical (NIC) de alto grau. - Carcinoma cervical invasivo. 7. Importância do diagnóstico precoce: - Permite tratamento menos agressivo e melhor prognóstico. Resumindo, a paciente apresenta sinais clínicos e citológicos sugestivos de lesão cervical grave, possivelmente câncer. A conduta é realizar colposcopia com biópsia para diagnóstico definitivo e iniciar tratamento conforme resultado, além de reforçar prevenção e acompanhamento.

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leninha luiz

há 2 meses

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