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Analise atentamente as duas asserções a seguir, que discorrem sob a perspectiva teórico-crítica sobre as metodologias de avaliação da aprendizagem voltadas aos alunos com necessidades educacionais especiais incluídos no ensino regular comum, bem como verifique a intrínseca relação pedagógica de complementaridade entre elas. I. A avaliação do desempenho cognitivo e pedagógico dos alunos atípicos deve configurar-se, sem margem a concessões padronizadoras, como uma intervenção processual, formativa e dinâmica, fazendo prevalecer as nuances qualitativas do progresso em relação às notas quantitativas abstratas, sopesando o conhecimento prévio existencial e as futuras potencialidades intelectuais e de convivência do sujeito. PORQUE II. O delineamento do projeto político e pedagógico da escola fundamentada na equidade exige dos educadores a criação flexível de recursos de ensino e meios variados de resposta na avaliação — como o uso da informática, sistemas Braille, tecnologia assistiva e a necessária dilatação do tempo contratual — visando monitorar avanços em função do itinerário estritamente individual do aluno, rompendo a cruel lógica homogeneizadora de massa. Sobre a densidade conceitual destas proposições, assinale a opção inteiramente adequada. Constata-se que a asserção I configura-se como proposição fundacionalmente falsa, pois o pensamento complexo e a doutrina global da educação inclusiva moderna proscrevem a aplicação de instrumentos formais de testagem sobre grupos vulneráveis, sendo que a asserção II carrega veracidade se operada unicamente sob os severos e imutáveis muros dos hospitais psiquiátricos Nota-se que as asserções I e II revelam-se proposições afirmativas dotadas de validade parcial, todavia, a provisão dos recursos técnicos e de tempo estendido assinalados expressamente na asserção II entra em rota de colisão anacrônica e não estabelece nenhuma coerência de causalidade teórica real com os princípios descritos idealisticamente na asserção I. Nota-se que as asserções I e II revelam-se proposições afirmativas dotadas de validade parcial, todavia, a provisão dos recursos técnicos e de tempo estendido assinalados expressamente na asserção II entra em rota de colisão anacrônica e não estabelece nenhuma coerência de causalidade teórica real com os princípios descritos idealisticamente na asserção I. As asserções I e II constituem-se como firmes e irrefutáveis proposições normativamente verdadeiras no paradigma inclusivo atual, e a robusta asserção II funciona com perfeição conceitual como a justificativa empírica e metodológica coerente para a exigente práxis humanística que se encontra prescrita detalhadamente na asserção I.
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