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3. Considere o caso hipotético a sequir: Uma menor de 10 anos foi atendida na Santa Casa de Misericórdia de uma cidade do interior de São Paulo após ser prescrita com os medicamentos Profenid& 2% gotas e Penicilina Benzatina 1.200.000 UI. O pai da criança, ao receber a prescrição, foi até uma drogaria onde o atendente sugeriu dividir a dose em três partes e indicou DeltaflanR 100 ma e ceftriaxona sódica 1a IM. A ceftriaxona já havia sido administrada na criança. No dia seguinte, a menor retornou à Santa Casa com uma reacão alérgica grave, incluindo angioedema agudo, urticária aguda e problemas respiratórios, necessitando de internação. Segundo a médica que a atendeu, a reação ocorreu devido ao fornecimento inadequado de medicamentos pelo atendente da drogaria. Fonte: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. Série Deontologia e legislação farmacêutica: tópicos aplicados ao ensino. Volume 1: coletânea de casos de infrações às normas vigentes. / Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. - São Paulo: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, 2022. 1a edição. Disponível em: https://www.crfsp.org.br/images/datep/220916
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Luana Vieira

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

No caso apresentado, a situação envolve uma grave infração ética e legal por parte do atendente da drogaria, que forneceu orientações inadequadas e medicamentos não prescritos, resultando em reação alérgica grave na criança. Passo a passo: 1. Prescrição médica: A criança recebeu medicamentos específicos (Profenid 2% gotas e Penicilina Benzatina 1.200.000 UI) indicados pelo médico. 2. Atuação inadequada do atendente: O atendente da drogaria sugeriu dividir a dose e indicou outros medicamentos (Deltaflan 100 mg e ceftriaxona sódica), sendo que a ceftriaxona já havia sido administrada, o que configura duplicidade e risco. 3. Consequência: A criança apresentou reação alérgica grave (angioedema, urticária, problemas respiratórios), necessitando internação. 4. Responsabilidade: O atendente da drogaria agiu fora de sua competência, desrespeitando normas de dispensação e colocando a saúde da criança em risco. 5. Implicações legais e éticas: O caso caracteriza infração às normas farmacêuticas e pode gerar sanções administrativas, civis e penais para o responsável. Portanto, as empresas e profissionais devem seguir rigorosamente as prescrições médicas e normas legais para garantir a segurança do paciente, evitando a automedicação e a indicação indevida de medicamentos.

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