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Obstetrícia

Colegio Cometa
O diagnóstico nutricional de pessoas gestantes é fundamental para prevenir complicações durante a gestação, parto e pós-parto e neonatais, especialmente em situações de risco nutricional. Com base nas diretrizes mais recentes, qual abordagem está mais alinhada às práticas recomendadas para esse diagnóstico? A avaliação do estado nutricional da gestante deve priorizar o cálculo do IMC com base nos mesmos critérios de corte utilizados para adultos, no qual são classificados como baixo peso (IMC < 18,5), eutrofia (18,5–24,9), sobrepeso (25–29,9) ou obesidade (≥30). No pré-natal, o acompanhamento do estado nutricional deve ser realizado exclusivamente com base nos gráficos específicos de ganho de peso para gestantes, avaliando a progressão ponderal durante a gestação e focando no ganho de peso esperado como principal parâmetro de monitoramento. A investigação da história alimentar deve priorizar os marcadores de consumo alimentar, com ênfase nos primeiros três meses em garantir a ingestão adequada de alimentos, focando na quantidade necessária para suprir as demandas nutricionais iniciais do feto. É fundamental realizar o rastreio para insegurança alimentar por meio da TRIA durante a gestação. Este instrumento, simples e de aplicação rápida, é amplamente recomendado na APS para identificar gestantes em situação de vulnerabilidade alimentar e nutricional, viabilizando intervenções multiprofissionais e intersetoriais.
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Laila Soares

há 3 meses

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