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AGENTE ETIOLÓGICO: Strongyloides stercoralis - Geo-helminto FORMA EVOLUTIVA: 6 formas - fêmea partenogenética parasita, fêmea de vida livre, macho de vida livre, ovos, larvas rabditoides e larvas filarioides. Forma de contágio: Penetração ativa das larvas (forma filarioide) através da pele. DOENÇA: Estrongiloidíase DIAGNÓSTICO: Exame parasitológico de fezes, detecção das larvas. SINTOMAS: Agudo: erupção cutânea pruriginosa e eritematosa localizada no local da penetração na pele. Pode desenvolver irritação traqueal e tosse seca à medida que as larvas migram dos pulmões para a traqueia. Após a ingestão das larvas para o trato gastrointestinal, os pacientes podem apresentar diarreia, constipação, dor abdominal e anorexia. A estrongiloidíase crônica é geralmente assintomática, mas uma variedade de manifestações gastrointestinais e cutâneas pode ocorrer. PREVENÇÃO: Melhoria das condições de saneamento básico, construção de fossas sépticas, educação sanitária, tratamento das pessoas parasitadas, uso de calçados em áreas endêmicas e nunca utilizar fezes humanas como adubo. TRATAMENTO: Ivermectina (1ª escolha): se liga a canais de cloro controlados por glutamato, aumentando a entrada de Cl- → hiperpolarização da membrana → paralisia e morte do verme. Albendazol (alternativo): Interfere na síntese de microtúbulos. Larva rabidtoide essas informações estão certas?
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Stela Machado

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Sim, as informações estão corretas. Resumo passo a passo: - Agente etiológico: Strongyloides stercoralis, um geo-helminto. - Formas evolutivas: 6 formas — fêmea partenogenética parasita, fêmea de vida livre, macho de vida livre, ovos, larvas rabditoides e larvas filarioides. - Forma de contágio: Penetração ativa das larvas filarioides pela pele. - Doença: Estrongiloidíase. - Diagnóstico: Exame parasitológico de fezes para detectar larvas. - Sintomas: - Agudos: erupção cutânea pruriginosa e eritematosa no local da penetração; irritação traqueal e tosse seca durante migração pulmonar; sintomas gastrointestinais como diarreia, constipação, dor abdominal e anorexia. - Crônicos: geralmente assintomáticos, mas podem ocorrer manifestações gastrointestinais e cutâneas. - Prevenção: saneamento básico, fossas sépticas, educação sanitária, tratamento dos parasitados, uso de calçados em áreas endêmicas e evitar uso de fezes humanas como adubo. - Tratamento: - Ivermectina (primeira escolha) — atua nos canais de cloro controlados por glutamato, causando paralisia e morte do verme. - Albendazol (alternativa) — interfere na síntese de microtúbulos. Portanto, suas informações estão corretas e completas para o estudo da Strongyloides stercoralis e da estrongiloidíase.

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