Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas para transformar um alcano C4H10 em um álcool secundário C4H10O, mantendo o número de carbonos e respeitando a tetravalência do carbono. a) Combustão parcial do alcano → formação de CO e CO2 → redução catalítica até álcool C4. - Não é viável, pois a combustão quebra a cadeia e forma gases, não preservando o número de carbonos. b) Craqueamento térmico do alcano em olefinas menores → polimerização controlada → hidratação do polímero para liberar álcool C4. - Muito complexo e não prático para pequena escala; além disso, pode não preservar a estrutura desejada. c) Isomerização do alcano linear em ramificado → halogenação radicalar seletiva → hidratação eletrofílica direta do haleto. - A hidratação eletrofílica direta do haleto não é um processo comum; haletos de alquila geralmente sofrem substituição nucleofílica. d) Oxidação branda do alcano → formação direta de álcool secundário → estabilização por rearranjo carbocátionico. - Oxidação direta de alcano é difícil e pouco seletiva; rearranjos podem ocorrer, mas não é método clássico. e) Halogenação radicalar controlada em posição adequada → substituição nucleofílica por OH⁻ → ajuste estérico para álcool secundário. - Essa é a rota clássica: primeiro halogenar seletivamente o alcano para formar um haleto de alquila, depois substituir o halogênio por OH⁻ via substituição nucleofílica, formando o álcool secundário. Portanto, a alternativa correta é: e) Halogenação radicalar controlada em posição adequada → substituição nucleofílica por OH⁻ → ajuste estérico para álcool secundário.