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Paciente de 82 anos realizou colangiografia endoscópica com papilotomia e extração de cálculo de 0,9 cm (litíase residual). Após 24 horas, apresentava dor abdominal, nauseas e vômitos. Exame físico em bom estado geral, frequência cardíaca de 84 bpm, e dor epigástrica à palpação profunda. Realizou leucograma de 12000 leucócitos/mm³ e hemoglobina de 12g/dL, amilase de 880 UI, e proteína reativa (PCR) de 14 MG/L. Foi solicitada tomografia abdominal e detectou somente mínima quantidade de ar peri-duodenal, com demais achados normais.
A conduta correta é
A) tratamento clínico com analgésico, jejum e nutrição parenteral devido à pancreatite aguda.
B) tratamento clínico com antibioticoterapia, jejum e nutrição parenteral para a complicação do procedimento.
C) tratamento cirúrgico imediato com desbridamento local e limpeza pancreática.
D) tratamento endoscópico com cateterização da papila e passagem de prótese.
E) tratamento cirúrgico com colocação de dreno Kerh na via biliar.
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há 17 horas

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há 17 horas

Vamos analisar o caso: - Paciente idoso (82 anos) realizou colangiografia endoscópica com papilotomia e extração de cálculo. - Após 24 horas, apresenta dor abdominal, náuseas, vômitos, dor epigástrica, leucocitose (12.000), amilase elevada (880 UI), PCR elevada (14 mg/L). - Tomografia mostra mínima quantidade de ar peri-duodenal (normal após papilotomia), sem outras alterações. Esses sinais indicam pancreatite aguda leve pós-CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica), que é uma complicação comum. Conduta padrão para pancreatite aguda leve pós-CPRE é tratamento clínico com: - Analgésicos, - Jejum, - Nutrição parenteral se necessário, - Monitoramento. Antibioticoterapia não é indicada rotineiramente na pancreatite aguda leve. Tratamento cirúrgico ou endoscópico imediato não é indicado sem complicações graves. Portanto, a alternativa correta é: A) tratamento clínico com analgésico, jejum e nutrição parenteral devido à pancreatite aguda.

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Homem, 78 anos, com queixa de dor à deambulação bilateral, porém mais intensa em membro inferior esquerdo há 20 anos. Há 4 horas apresentou dor súbita em pé direito, frialdade e parestesia. É portador de hipertensão arterial sistêmica e tabagismo ativo. Ao exame físico: bom estado geral, corado e hidratado. Ritmo cardíaco regular, sem sopros, PA: 180 X 100 mmHg e frequência cardíaca de 67 bpm. Exame físico vascular: presença de pulsos femorais bilaterais, porém ausência de pulsos poplíteos ou mais distais bilateralmente. pé direito está frio, com perda sensitiva, porém sem fraqueza muscular e sinal doppler arterial ausente neste pé. Apresenta ainda cianose não fixa de pododáctilos em pé direito. Não há lesões tróficas.
Qual diagnóstico e a melhor conduta?
A) Obstrução arterial crônica agudizada. Deve-se iniciar anticoagulação e, se não houver melhora em 24 horas, está indicada exploração arterial.
B) Obstrução arterial crônica com isquemia crítica. Paciente deve ser internado e solicitado inicialmente um ultrassom arterial que auxiliará na estratégia cirúrgica.
C) Obstrução arterial aguda de provável origem trombótica em paciente com doença arterial crônica subjacente. Deve ser iniciado antiagregação e anticoagulação imediatas e realizado um exame de imagem inicialmente.
D) Doença arterial obstrutiva periférica com claudicação limitante e embolia aguda sobrejacente em membro mais sadio. Está indicado trombólise e exploração cirúrgica para realização de tromboembolectomia à Fogarty.

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