Ed
há 4 semanas
Vamos analisar cada alternativa com base no Direito Administrativo e Previdenciário: (A) O requerimento administrativo prévio é, em regra, obrigatório para configurar o interesse de agir em ações contra o INSS, salvo exceções previstas em lei. Portanto, não é lícito ajuizar a ação sem prévio pedido administrativo, salvo situações específicas. Logo, essa alternativa está incorreta. (B) A isenção de preparo para recurso em favor do segurado está prevista na Lei nº 8.213/1991, mas o advogado pode recorrer para além da majoração dos honorários. Além disso, a isenção não se estende automaticamente ao advogado, mas ao segurado. Portanto, essa alternativa está incorreta. (C) Os honorários advocatícios, segundo o entendimento do STJ, incidem sobre o valor total da condenação, incluindo as parcelas vincendas (futuras), não apenas sobre as parcelas vencidas até a sentença. Logo, essa alternativa está incorreta. (D) A competência para ações contra o INSS que envolvam revisão de benefício previdenciário é da Justiça Federal, conforme o art. 109, I, da Constituição Federal. Portanto, essa alternativa está correta. (E) O percentual dos honorários advocatícios não é fixo nas ações acidentárias; deve obedecer às faixas previstas no Código de Processo Civil, mesmo quando a Fazenda Pública é parte. Logo, essa alternativa está incorreta. Resposta correta: (D)
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