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7ª) Relativamente a dislexia e estimulação é incorreta: a) o aspecto metodológico tem por base: proporcionar à criança o desenvolvimento da leitura a partir de textos curtos, para que possam interpretar com qualidade o que estão lendo (é melhor uma leitura lenta e precisa do que uma leitura rápida sem compreensão); variar o uso de recursos didáticos (uso de data show, televisão, CD, leitura de quadrinhos, computador) para que a criança tenha diferentes formas de compreender um mesmo assunto; e realizar e disponibilizar à criança e à família a gravação do conteúdo trabalhado durante as aulas para que possam ser recuperados nos trabalhos de casa. b) a escola é vista por todos como o primeiro momento em que a criança é de forma concreta, inserida na sociedade, depois de já ser integrante do núcleo familiar. Logo, somente a escola tradicional tem sido capaz de atender os estudantes que se encontram em condições normais de aprendizagem e aqueles que possuem algum distúrbio de aprendizagem como a dislexia. (Oliveira, 2019, p. 37). No aspecto avaliativo, tanto as tarefas em classe, os trabalhos em grupo ou as provas devem considerar um tempo maior de realização; e as provas devem - preferencialmente - ser orais em vez de escritas, e o professor deve participar ativamente do processo, lendo e explicando o que deseja de cada pergunta formulada. c) as escolas podem implementar adaptações e modificações acadêmicas para ajudar os alunos com dislexia a obter êxito. Por exemplo, um aluno com dislexia pode ter tempo extra para concluir tarefas, ter ajuda com suas anotações e realizar tarefas adaptadas. Os professores podem fazer provas gravadas (oferecer as questões e aceitar as respostas em áudio, por exemplo) ou permitir que os alunos com dislexia usem outros meios alternativos de avaliação. Os estudantes podem se beneficiar ouvindo audiolivros e utilizando programas de leitura e de processamento de texto. (Associação Internacional de Dislexia, 2020, p. 7) No aspecto emocional, o professor deve agir organizando equipes de trabalhos com determinados temas, evitando que o aluno disléxico fique fora de algum grupo. Nesse caso, o professor intervém para evitar o surgimento da baixa autoestima na criança. d) atividades de estimulação para a criança disléxica, de modo adaptado, alguns exemplos de atividades elaboradas por Condemarin e Blomquist (1989) podem ser desenvolvidas pelo professor (ou reeducador, como preferem as autoras) com a criança disléxica em relação ao reconhecimento de palavras. Para que o reconhecimento de palavras ocorra adequadamente, os seguintes aspectos são necessários: discriminação dos elementos fonéticos das palavras; reconhecimento dos elementos estruturais das palavras; desenvolvimento do vocabulário visual; domínio da silabação das palavras; reconhecimento da acentuação das palavras; e correções de inversões.
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Solange Bruneli

mês passado

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