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As inovações tecnológicas têm sido cada vez mais empregadas na produção de alimentos, com objetivo de otimizar a produtividade, intensificar a oferta alimentar e reduzir os impactos ambientais gerados pelos métodos produtivos tradicionais. Atualmente, estima-se que a carne sintética, produzida em laboratório, chegará em breve à mesa do consumidor. A proteína cultivada pode parecer algo distante e complexo, mas a base do processo é simples. Primeiro, é retirada uma pequena amostra de tecido do animal vivo. Em uma placa de cultivo fora do animal, essa amostra é alimentada com nutrientes e fatores de crescimento, para que se multiplique até compor um tecido completo. Tudo isso acontece dentro de biorreatores, equipamentos que funcionam como um vaso onde a célula poderá se multiplicar.
Entre outros fatores, a oferta de carne sintética pode contribuir com a redução dos impactos ambientais gerados pela produção convencional de carne
A quando as emissões de CH4 pelo novo processo produtivo forem zeradas.
B quando as emissões de CO2 pelo novo processo produtivo forem zeradas.
C se o tamanho de rebanhos de produção convencional de carne for significativamente reduzido.
D se o preço de custo para produção de carne sintética for menor que o da produção convencional.
E se as emissões de CO2 pelo novo processo produtivo superar as emissões de CH4 entérico por bovinos.
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Vamos analisar as alternativas com base no impacto ambiental da produção de carne sintética: - A) "quando as emissões de CH4 pelo novo processo produtivo forem zeradas." Metano (CH4) é um gás de efeito estufa muito emitido pela criação de bovinos. A carne sintética não envolve criação de animais, então reduz as emissões de metano. - B) "quando as emissões de CO2 pelo novo processo produtivo forem zeradas." A produção em laboratório ainda consome energia, podendo emitir CO2, mas o foco principal da redução ambiental está no metano da criação animal. - C) "se o tamanho de rebanhos de produção convencional de carne for significativamente reduzido." Reduzir o número de animais criados diminui as emissões de metano e o impacto ambiental da pecuária tradicional. - D) "se o preço de custo para produção de carne sintética for menor que o da produção convencional." Isso é econômico, não ambiental. - E) "se as emissões de CO2 pelo novo processo produtivo superar as emissões de CH4 entérico por bovinos." Isso indicaria pior impacto ambiental, não redução. Portanto, a oferta de carne sintética contribui para a redução dos impactos ambientais principalmente se o tamanho dos rebanhos convencionais for significativamente reduzido, pois isso diminui as emissões de metano. Resposta correta: C) se o tamanho de rebanhos de produção convencional de carne for significativamente reduzido.

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Há alguns anos, surgiram no mercado as geladeiras invertidas, cujo congelador se encontra na parte inferior para melhor ergonomia, que é a adequação de equipamentos para maior comodidade ao utilizá-los. Com essa diferença no eletrodoméstico, as pessoas não têm que se abaixar para pegar os alimentos que utilizam com maior frequência, como verduras e legumes, que costumam ficar na parte mais baixa da geladeira convencional. Testes técnicos indicam que as geladeiras invertidas têm um gasto maior de energia que as geladeiras convencionais, uma vez que, na geladeira invertida, o movimento forçado do ar frio – gerado no congelador para resfriar o ar quente acima – é uma troca de calor não espontânea, diferentemente da geladeira convencional.
Por que as geladeiras invertidas têm um gasto maior de energia que as geladeiras convencionais?
A convencional, o processo de resfriamento é natural e espontâneo, bem como a movimentação entre o ar quente e o ar frio dentro da geladeira.
B convencional, o ar frio dos alimentos sobe, trocando calor espontaneamente com o ar quente acima, próximo ao congelador.
C invertida, o processo de troca de calor interno é totalmente natural e espontâneo.
D invertida, o congelador têm menor volume que o restante da geladeira, diferentemente da geladeira convencional.
E invertida, o movimento forçado do ar frio – gerado no congelador para resfriar o ar quente acima – é uma troca de calor não espontânea, diferentemente da geladeira convencional.

O sulfato de bário é um agente radiopaco, que é capaz de barrar raios X. Por isso, esse composto é muito utilizado como contraste radiológico no tubo intestinal. Os íons bário (Ba2+) apresentam alta toxicidade para o organismo humano, e, por isso, o composto usado para as radiografias deve ser insolúvel em água, como o BaSO4, para evitar uma possível intoxicação. A alta toxicidade do bário ocorre porque os íons Ba2+ tendem a substituir os íons cálcio (Ca2+) e realizar suas funções de forma ineficiente, provocando sérias consequências ao organismo, como o acúmulo de bário nos ossos e o decorrente desenvolvimento anormal do tecido ósseo.

Considerando que o número atômico do bário é 56 e que o número atômico do cálcio é 20, uma explicação plausível do motivo pelo qual tal intoxicação pode acontecer é que o bário apresenta
Considerando que o número atômico do bário é 56 e que o número atômico do cálcio é 20, uma explicação plausível do motivo pelo qual tal intoxicação pode acontecer é que o bário apresenta
A raio atômico maior e, por isso, tem uma energia de ionização maior que a do cálcio.
B apenas um elétron na camada de valência, que pode ser facilmente doado em uma ligação.
C propriedades químicas muito semelhantes ao cálcio por localizar-se no mesmo grupo que ele.
D eletronegatividade maior do que o cálcio, oxidando compostos do organismo mais facilmente.
E maior eletronegatividade por apresentar um raio atômico maior e, por isso, é menos reativo.

A falta de chuva não é a única responsável por uma crise hídrica no Brasil. A retirada da cobertura vegetal do solo, agravada por atividades como o agronegócio e a mineração, contribui para reduzir ainda mais a disponibilidade de água nas torneiras. No Cerrado, onde estão as nascentes das principais bacias hidrográficas da América do Sul, incluindo a do Rio São Francisco, a situação é alarmante. A área devastada no segundo maior bioma brasileiro chega a 1,5 milhão de metros quadrados – em torno de 75%. Com isso, a água da chuva deixa de ser absorvida pela vegetação e não chega aos aquíferos.

Além de impedir o reabastecimento dos aquíferos, a retirada da cobertura vegetal interfere na disponibilidade de água, uma vez que
Além de impedir o reabastecimento dos aquíferos, a retirada da cobertura vegetal interfere na disponibilidade de água, uma vez que
A favorece o processo de erosão, de forma que os resíduos são sedimentados nos rios, diminuindo a sua capacidade e a sua vazão.
B fragmenta hábitats, com consequente diminuição de sua área e o aumento considerável da área de borda da região desmatada.
C promove o intenso acúmulo de terra, lixo e matéria orgânica nas fontes de água, iniciando o processo de lixiviação do solo nas margens dos rios.
D propicia a contaminação de ambientes aquáticos, causando um acúmulo progressivo de substâncias tóxicas pelos níveis tróficos de uma teia alimentar.
E aumenta a oferta de nitrogênio e fósforo nos rios, o que inicia o processo de eutrofização, com consequente diminuição do oxigênio e morte dos organismos.

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