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Teresa investiu em um fundo de crédito privado, mas ficou decepcionada. A rentabilidade do fundo foi inferior ao benchmark, além das taxas de administração incorridas no período. Procurando atendimento, entrou em contato com Raquel, profissional da instituição, para solicitar o resgate de suas cotas. Durante a conversa, Teresa comentou que cogitava investir apenas em títulos de crédito individuais, em vez de fundos. Raquel explicou que, entre as vantagens dos fundos, está a diversificação do risco de crédito.
Neste caso, Raquel poderia explicar este benefício como uma forma de:
A) reduzir o risco de perdas de crédito decorrentes do não pagamento de emissores individuais.
B) assegurar retornos superiores ao fundo, quando comparado a ativos individuais.
C) reduzir custos de administração e gerenciamento do fundo.
D) permitir liquidez imediata semelhante à dos fundos de renda fixa de alta liquidez.
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Testando o Conhecimento

há 4 horas

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há 4 horas

Vamos analisar as alternativas com base no que Raquel explicou sobre a diversificação do risco de crédito em fundos: A) reduzir o risco de perdas de crédito decorrentes do não pagamento de emissores individuais. - Correto. A diversificação em fundos de crédito privado dilui o risco, pois o investimento está distribuído entre vários emissores, reduzindo o impacto negativo caso um emissor não pague. B) assegurar retornos superiores ao fundo, quando comparado a ativos individuais. - Incorreto. A diversificação não garante retornos superiores, apenas busca reduzir riscos. C) reduzir custos de administração e gerenciamento do fundo. - Incorreto. Na verdade, fundos costumam ter custos de administração. D) permitir liquidez imediata semelhante à dos fundos de renda fixa de alta liquidez. - Incorreto. A liquidez depende do tipo de fundo e dos ativos, não é uma vantagem direta da diversificação. Portanto, a alternativa correta é: A) reduzir o risco de perdas de crédito decorrentes do não pagamento de emissores individuais.

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Carolina, profissional certificada CPA, foi convidada para uma reunião de orientação a jovens empreendedores que se preocupam com o ambiente macroeconômico. Um dos presentes afirmou que o governo pode sempre aumentar despesas para estimular a economia, sem maiores limites. Outro lembrou que, quando isso acontece de forma recorrente, a dívida pública cresce e a confiança de investidores pode diminuir. Carolina explicou que, no Brasil, existem regras para conter riscos fiscais. Mencionou que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece princípios de gestão responsável, como limites para endividamento e exigência de equilíbrio nas contas. Em seguida, destacou que o novo arcabouço fiscal estabelece regras para o crescimento das despesas públicas, vinculando-o parcialmente à evolução das receitas e impondo limites para garantir a sustentabilidade da dívida. O grupo, então, pediu que Carolina resumisse de forma prática o efeito mais provável dessas medidas sobre as contas públicas.
No resumo de Carolina o efeito é:
A) equilibrar contas públicas ao unir contenção de despesas, limites de dívida e controle da expansão dos gastos primários.
B) manter disciplina fiscal ao limitar o avanço real das despesas, alinhando gastos à inflação.
C) garantir previsibilidade ao exigir limites de endividamento e maior transparência na execução orçamentária.
D) sustentar confiança ao reforçar regras de alocação de recursos e parâmetros de crescimento compatíveis com arrecadação.

Durante um atendimento, o profissional CPA Roberto percebeu que seu cliente José estava preocupado. José contou que tinha acabado de ler uma reportagem sobre os prejuízos sofridos por investidores de um fundo gerido por uma instituição financeira que comprou em liquidação extrajudicial. José pediu para Roberto explicar qual seria a melhor forma de avaliar a transparência das informações dos fundos de investimento e também gostaria de saber como analisar a conduta das instituições que distribuem esses fundos. Roberto disse que um bom começo é procurar saber se a instituição é filiada à Anbima e se adota o Código de Regulação e Melhores Práticas da Anbima, que é obrigatório para instituições filiadas ou que aderirem formalmente.
Roberto explicou que, além da regulação oficial, há normas de autorregulação que impactam diretamente a confiança e a clareza no relacionamento com investidores. E que um exemplo de norma presente no Código é:
A) definir parâmetros de conduta que asseguram concorrência leal, padronização de procedimentos e maior qualidade das informações prestadas sobre fundos de investimento.
B) reforçar principalmente os padrões fiduciários e a ética dos gestores, deixando a padronização de informações e a publicidade a critério de cada instituição.
C) orientar governança e compliance para elevar a integridade, sem abranger concorrência leal, padronização de procedimentos e qualidade das informações ao investidor.
D) padronizar comunicação e divulgação para dar clareza ao investidor, sem cobrir conduta de mercado, concorrência leal e procedimentos operacionais previstos no Código.

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