Quando eu penso na diversidade das turmas, o que mais me chama atenção é o ritmo de aprendizagem e a característica das turmas. [...], nós temos que identificar esse aluno, saber onde ele está e o que ele precisa. O caso concreto, que nós percebemos, para reavaliar nossas práticas pedagógicas são especialmente os alunos que estão na proficiência abaixo do básico, são aqueles que não sabem. E o que fazer com esses alunos? Então, tem que identificá-los, a partir daí capacitar os professores e plano de ação. (Genilson Nardy, Diretor de Escola/Escolar – 1:06–1:57) Essa fala do Diretor de Escola/Escolar Genilson descreve um percurso claro no uso pedagógico das evidências: identificar os estudantes com dificuldades, compreender suas necessidades, reavaliar as práticas pedagógicas e, a partir disso, organizar ações de apoio e formação docente. Em uma escola, o trio gestor realizou a etapa inicial desse percurso ao aplicar uma avaliação interna, identificar os estudantes abaixo do básico e registrar os resultados em uma planilha. No entanto, na ATPC seguinte, a discussão concentrou-se no comportamento dos estudantes, sem avançar na análise das dificuldades de aprendizagem nem na definição de ações pedagógicas, interrompendo o movimento indicado no relato. Considerando o trecho e o cenário descrito, qual alternativa identifica o passo que falta para que a escola dê continuidade ao uso pedagógico das evidências? Questão 6Resposta a. Socializar os resultados com as famílias, fortalecendo o acompanhamento da aprendizagem fora da escola. b. Estabelecer metas de melhoria por turma, oferecendo uma referência comum para o acompanhamento dos resultados. c. Traduzir os resultados em uma análise das dificuldades de aprendizagem, articulando os dados à reavaliação das práticas pedagógicas, ao apoio aos professores e ao acompanhamento dos estudantes. d. Manter a planilha atualizada ao longo do bimestre, garantindo o registro contínuo da evolução dos estudantes. e. Ampliar a avaliação seguinte, incluindo mais questões, para