Ed
há 6 dias
Analisando o caso apresentado, o problema não é técnico (mapeamento impreciso) nem falta de engajamento dos profissionais, tampouco uma falha de comunicação entre RH e lideranças. O ponto central é que o modelo de gestão por competências, sem uma reflexão crítica, acabou padronizando os perfis e subordinando trajetórias individuais às prioridades corporativas, excluindo profissionais que não se encaixavam no padrão estratégico, mesmo que tivessem competências técnicas sólidas. Portanto, a alternativa correta é: c) A gestão por competências, sem reflexão crítica, pode subordinar o desenvolvimento individual às prioridades organizacionais, excluindo perfis que fogem ao padrão estratégico vigente.