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Sobre a influência das correntes filosóficas do desconstrutivismo e da fenomenologia sobre a arquitetura, a partir do final dos anos 1980, pode-se afirmar que:
Sobre as proposições apresentadas acima podemos afirmar que:
I. O desconstrutivismo coloca em xeque a maneira como pensamos o projeto arquitetônico, questionando as noções de programa, funcionalidade, materialidade, geometria. O impacto da computação gráfica se faz sentir na grande liberdade de experimentação formal.
II. A fenomenologia questiona até mesmo a cultura visual da arquitetura incrementada pela computação gráfica no processo projetual e pela disseminação fácil, maciça rápida de imagens na internet. Para os arquitetos ligados a esta corrente de pensamento, a arquitetura deve ser sentida com o tato, a audição e o olfato e não apenas com a visão.
a) I e II estão corretas, sendo a segunda proposição uma justificativa da primeira.
b) A proposição I é correta, a II é falsa.
c) I e II estão corretas, mas uma não é justificativa da outra.
d) I e II são proposições falsas.
e) A proposição I é falsa, a II é correta.
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Vamos analisar as proposições: I. O desconstrutivismo realmente questiona as noções tradicionais do projeto arquitetônico, como programa, funcionalidade, materialidade e geometria. Além disso, o impacto da computação gráfica possibilitou uma grande liberdade formal, o que está correto. II. A fenomenologia na arquitetura enfatiza a experiência sensorial completa (tato, audição, olfato), criticando a cultura visual dominante, inclusive a influência da computação gráfica e da rápida disseminação de imagens. Isso também está correto. Agora, a relação entre as duas: a segunda proposição não é uma justificativa da primeira, pois tratam de abordagens filosóficas diferentes e independentes, embora ambas influenciem a arquitetura. Portanto, a alternativa correta é: c) I e II estão corretas, mas uma não é justificativa da outra.

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Rem Koolhaas, em seu texto sobre a "Cidade Genérica", faz a desconstrução dos ideais de cidade do modernismo e do pós-modernismo. Olha para a cidade do final do século XX e expõe de maneira desencantada suas conclusões.
Dentre as proposições acima, podemos afirmar que são corretas:
I. O discurso urbano do pós-modernismo baseado na história, memória coletiva, identidade, contexto e práticas sociais arraigadas só se aplica aos centros urbanos das cidades históricas, em especial as europeias, algumas do Oriente Médio, mas raríssimas na Ásia e no novo mundo.
II. Fora dos centros históricos, mesmo nas cidades antigas e bem preservadas da Europa, a cidade se construiu segundo um mix de experiências, tentativas e erros baseados em regramentos advindos das várias teorias urbanas que acompanharam a expansão urbana da era industrial.
III. História, contexto e identidade urbana só existem nos centros históricos e se tornaram bens de consumo da grande indústria do turismo mundial. Há história nas cidades genéricas, mas está distribuída de forma esparsa. Sempre ameaçada, requer estratégias de conservação de alto custo financeiro e político.
IV. As cidades genéricas são sempre cidades incompletas, onde a arquitetura tende a seguir padrões e tendências sempre mutáveis, onde a descontinuidade de linguagens e formas urbanas torna o espaço urbano fractal e disjuntivo. Sua velocidade de construção é acelerada. A sua obsolescência também. Substituições de partes não são traumáticas.
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) I, II e IV.
d) II, III e IV.
e) II e IV.