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Artes, Arquitetura e Urbanismo - Artes Arq e Urb Idade Moderna e Contemporanea - Simulado VI

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Questões resolvidas

Rem Koolhaas, em seu texto sobre a "Cidade Genérica", faz a desconstrução dos ideais de cidade do modernismo e do pós-modernismo. Olha para a cidade do final do século XX e expõe de maneira desencantada suas conclusões.
Dentre as proposições acima, podemos afirmar que são corretas:
I. O discurso urbano do pós-modernismo baseado na história, memória coletiva, identidade, contexto e práticas sociais arraigadas só se aplica aos centros urbanos das cidades históricas, em especial as europeias, algumas do Oriente Médio, mas raríssimas na Ásia e no novo mundo.
II. Fora dos centros históricos, mesmo nas cidades antigas e bem preservadas da Europa, a cidade se construiu segundo um mix de experiências, tentativas e erros baseados em regramentos advindos das várias teorias urbanas que acompanharam a expansão urbana da era industrial.
III. História, contexto e identidade urbana só existem nos centros históricos e se tornaram bens de consumo da grande indústria do turismo mundial. Há história nas cidades genéricas, mas está distribuída de forma esparsa. Sempre ameaçada, requer estratégias de conservação de alto custo financeiro e político.
IV. As cidades genéricas são sempre cidades incompletas, onde a arquitetura tende a seguir padrões e tendências sempre mutáveis, onde a descontinuidade de linguagens e formas urbanas torna o espaço urbano fractal e disjuntivo. Sua velocidade de construção é acelerada. A sua obsolescência também. Substituições de partes não são traumáticas.
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) I, II e IV.
d) II, III e IV.
e) II e IV.

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Questões resolvidas

Rem Koolhaas, em seu texto sobre a "Cidade Genérica", faz a desconstrução dos ideais de cidade do modernismo e do pós-modernismo. Olha para a cidade do final do século XX e expõe de maneira desencantada suas conclusões.
Dentre as proposições acima, podemos afirmar que são corretas:
I. O discurso urbano do pós-modernismo baseado na história, memória coletiva, identidade, contexto e práticas sociais arraigadas só se aplica aos centros urbanos das cidades históricas, em especial as europeias, algumas do Oriente Médio, mas raríssimas na Ásia e no novo mundo.
II. Fora dos centros históricos, mesmo nas cidades antigas e bem preservadas da Europa, a cidade se construiu segundo um mix de experiências, tentativas e erros baseados em regramentos advindos das várias teorias urbanas que acompanharam a expansão urbana da era industrial.
III. História, contexto e identidade urbana só existem nos centros históricos e se tornaram bens de consumo da grande indústria do turismo mundial. Há história nas cidades genéricas, mas está distribuída de forma esparsa. Sempre ameaçada, requer estratégias de conservação de alto custo financeiro e político.
IV. As cidades genéricas são sempre cidades incompletas, onde a arquitetura tende a seguir padrões e tendências sempre mutáveis, onde a descontinuidade de linguagens e formas urbanas torna o espaço urbano fractal e disjuntivo. Sua velocidade de construção é acelerada. A sua obsolescência também. Substituições de partes não são traumáticas.
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) I, II e IV.
d) II, III e IV.
e) II e IV.

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Artes, Arquitetura e Urbanismo
ARTES ARQ E URB IDADE MODERNA E CONTEMPORANEA - SIMULADO VI
Questão 1 
Na arquitetura contemporânea, diversos movimentos e arquitetos têm desempenhado papéis significativos na definição da 
paisagem arquitetônica atual. Esses profissionais e grupos frequentemente incorporam novas perspectivas, estilos e abordagens 
em seus projetos, refletindo a evolução das necessidades e sensibilidades da sociedade. São representantes da arquitetura 
contemporânea:
a) O Team X e o casal Smithson.
b) O modernismo de Frank Ghery.
c) O historicismo de Robert Venturi.
d) A fantasia do grupo SITE.
e) O desconstrutivismo de Frank Ghery.
Questão 2 
Dois dos grandes arquitetos do movimento moderno definiram suas versões do minimalismo em frases ou expressões 
memoráveis. Le Corbusier afirmou que “casa é uma máquina”, enquanto Mies van der Rohe tinha como lema a expressão 
“menos é mais”. As razões de cada um deles podem ser definidas como:
I. A frase de Le Corbusier significa que, em uma casa, tudo deve ser desenhado estritamente para atender a funções e 
necessidades específicas, ornamentos são desnecessários, como o são nos automóveis, navios ou aviões.
II. A expressão de Mies reflete sua busca por uma arquitetura reduzida quase que apenas à estrutura, à cobertura e a vedações de 
vidro transparente.
III. Ambas as visões refletem o desejo dos arquitetos do início do século XX de representar o “espírito do tempo”, ou seja, as 
conquistas científicas e tecnológicas que estavam transformando a vida dos cidadãos comuns.
Podemos dizer que está correto o que se afirma em:
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) I, II e III.
e) Apenas I.
Questão 3 
Robert Venturi, em resposta à expressão “Less is More” (menos é mais) de Mies, declarou que “Less is Bore” (menos é uma 
chatice). Em seu livro Aprendendo com Las Vegas, Venturi estuda o grande sucesso comercial e popular da arquitetura daquela 
cidade. A frase que melhor define sua principal constatação sobre aquela arquitetura é:
a) A arquitetura de Las Vegas se caracteriza pela linguagem direta com que se comunica com seu público: o edifício 
apresenta em seus ornamentos de fachada ou em sua forma elementos que remetem diretamente à função a que se destinam.
b) O sucesso da arquitetura de Las Vegas tem a ver com a opulência de cores e luzes que contrasta com a linguagem 
historicista de seus edifícios.
c) A arquitetura de Las Vegas se caracteriza pela linguagem minimalista de seus edifícios que, no entanto, são coloridos e 
iluminados de forma opulenta e atraente.
d) A arquitetura Las Vegas é kitsch, de gosto duvidoso, deriva diretamente da linguagem da publicidade para as massas, 
mesmo assim tem prestígio junto aos arquitetos mais acadêmicos.
e) O principal elemento agregador da arquitetura de Las Vegas é a estrutura urbana altamente sofisticada sobre a qual se 
assenta e que cria entornos e visuais atraentes para os edifícios da strip.
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Questão 4 
Sobre os five architects e a arquitetura high-tech, pode ser afirmar que:
I. São dois exemplos de continuidade da arquitetura do movimento moderno, mesmo que, no caso dos five architects, essa 
continuidade se manifeste com ênfase na linguagem formal baseada nas obras do International Style.
II. No caso da arquitetura high-tech, a continuidade com o modernismo manifesta-se no princípio da verdade dos materiais, da 
busca por representar o “espírito da época”, expondo estruturas e infraestruturas no exterior dos edifícios, deixando livre o 
espaço interior.
III. Peter Eisenman não fazia parte do grupo dos five architects, mas foi um dos seus principais apoiadores e usou as 
experiências formais e geométricas do grupo como base para sua maneira de compreender o desconstrutivismo.
IV. É comum, na arquitetura high-tech, a utilização de soluções estruturais tais como o recurso às megaestruturas ou estruturas 
em tração, de forma a evidenciar a linguagem tecnológica pretendida.
Estão corretas as seguintes afirmações:
a) I, II e III.
b) II, III e IV.
c) I, II e IV.
d) I e II.
e) I, III e IV.
Questão 5 
Sobre o star system da arquitetura, podemos afirmar que:
I. Representa a culminância de um processo de valorização e de reconhecimento dos artistas e arquitetos como criadores, que se 
inicia ainda no período do Renascimento, mesmo que os criadores ainda dependessem do financiamento de patronos poderosos 
e trabalhassem estritamente dentro das normas da linguagem clássica. Tudo só começa a mudar com o advento da Revolução 
Industrial.
PORQUE
II. A linguagem clássica é abandonada como padrão e a força inventiva e criativa individual dos grandes artistas passa a ser 
valorizada. Para financiarem-se, passam a contar com investidores e consumidores da nova burguesia em ascensão. Não demora 
muito para que instituições e empresas percebam as vantagens de associar sua imagem ao prestígio de grande e inventivo 
criador. Sobre essas duas asserções, podemos afirmar que:
a) I e II são proposições corretas, mas II não é uma justificativa de I.
b) A proposição I é falsa, enquanto a II é correta.
c) A proposição I é correta, enquanto a II é falsa.
d) I e II são proposições corretas, sendo a proposição II uma justificativa de I.
e) I e II são proposições falsas.
ARTES ARQ E URB IDADE MODERNA E CONTEMPORANEA - SIMULADO VI
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Questão 6 
Sobre a ruptura representada pelo desconstrutivismo em relação a estilos arquitetônicos anteriores, pode-se afirmar que:
I. Em relação ao pós-modernismo, rompe com a noção de linguagem e tradição voltando-se para especulações geométricas 
auxiliadas por computador.
II. Em relação ao modernismo, rompe com a noção minimalista de simplicidade e verdade dos materiais, as formas do 
desconstrutivismo não guardam necessariamente relação com a função dos edifícios.
III. O desconstrutivismo é uma linguagem arquitetônica baseada no construtivismo e suprematismo russos do início do século 
XX.
IV. O desconstrutivismo não se propõe como linguagem, mas como ferramenta intelectual no processo de projeto, seja pelo 
meio da desconstrução geométrica seja pelo meio da desconstrução das noções de racionalidade e função.
Sobre as proposições acima, podemos afirmar que estão corretas:
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) II e IV.
d) I e III.
e) I, II e IV.
Questão 7 
Sobre a influência das correntes filosóficas do desconstrutivismo e da fenomenologia sobre a arquitetura, a partir do final dos 
anos 1980, pode-se afirmar que:
I. O desconstrutivismo coloca em xeque a maneira como pensamos o projeto arquitetônico, questionando as noções de 
programa, funcionalidade, materialidade, geometria. O impacto da computação gráfica se faz sentir na grande liberdade de 
experimentação formal.
PORQUE
II. A fenomenologia questiona até mesmo a cultura visual da arquitetura incrementada pela computação gráfica no processo 
projetual e pela disseminação fácil, maciça rápida de imagens na internet. Para os arquitetos ligados a esta corrente de 
pensamento, a arquitetura deve ser sentida com o tato, a audição e o olfato e não apenas com a visão.
Sobre as proposições apresentadas acima podemos afirmar que:
a) I e II estão corretas, sendo a segunda proposição uma justificativa da primeira.
b) A proposição I é correta, a II é falsa.
c) I e II estão corretas, mas uma não é justificativa da outra.
d) I e II são proposições falsas.
e) A proposição I é falsa, a II é correta.
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Questão 8 
Sobre o fenômeno da espetacularização das cidades, podemos afirmar:
a) Trata-se de aproveitar determinado potencial da cidade para, mediante um projeto urbano de impacto, alterar a dinâmica 
econômica, reposicionando a cidade como produto no mercado global de investimentos e consumo.
b) É um fenômeno associado ao star system da arquitetura já que grandes projetos, para serem reconhecidos, precisam da 
grife de um starchitect para ganhar reconhecimento e prestígio.
c) A espetacularização refere-se a grandes projetos urbanos que visamreposicionar uma cidade no circuito de grandes shows 
e eventos em escala global, como copas do mundo e Olimpíadas.
d) É um fenômeno associado ao conceito de cidade genérica de Rem Koolhaas e descreve o impacto dos grandes 
equipamentos urbanos, como shoppings, centros culturais, museus e aeroportos nessas generic cities.
e) Ocorre quando intervenções de caráter social, mesmo que em pequenas escalas, apropriam-se de forma oportunista de 
determinados espaços urbanos e, pela intervenção de algum starchitect, ganham destaque na mídia global.
Questão 9 
Alguns autores afirmam que a parametrização na arquitetura tem precursores e que entre eles estão Luigi Moretti e Antoni 
Gaudí. Sobre eles, pode-se afirmar que:
I. Moretti percebe que a capacidade dos computadores para processar enormes quantidades de informação de forma 
extremamente veloz poderia se constituir em uma enorme contribuição para garantir o rigor técnico no processo que vai do 
projeto à execução.
II. Moretti usou pela primeira vez a expressão “parametrização” para descrever como seriam os softwares que, alimentados por 
dados fixos da realidade projetual, confrontados com parâmetros variáveis derivados das decisões arquitetônicas, constituiriam 
novas e revolucionárias ferramentas de projeto.
III. A obra de Gaudí oferece exemplos da forma de pensar “paramétrica” do arquiteto, em especial, nas suas maquetes, onde os 
testes de forma eram gerados a partir de dados objetivos de projeto e parâmetros variáveis que o arquiteto manipulava para 
verificar variações desejadas.
IV. Gaudí gerava maquetes sobre as quais podia intervir alterando parâmetros e utilizava suas conclusões para gerar algoritmos 
aos softwares de parametrização que estavam em desenvolvimento à época.
Sobre as proposições acima, podemos afirmar que estão corretas:
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) I, III e IV.
d) I, II e IV.
e) II, III e IV.
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Questão 10 
Rem Koolhaas, em seu texto sobre a "Cidade Genérica", faz a desconstrução dos ideais de cidade do modernismo e do pós-
modernismo. Olha para a cidade do final do século XX e expõe de maneira desencantada suas conclusões. Entre elas estão:
I. O discurso urbano do pós-modernismo baseado na história, memória coletiva, identidade, contexto e práticas sociais 
arraigadas só se aplica aos centros urbanos das cidades históricas, em especial as europeias, algumas do Oriente Médio, mas 
raríssimas na Ásia e no novo mundo.
II. Fora dos centros históricos, mesmo nas cidades antigas e bem preservadas da Europa, a cidade se construiu segundo um mix 
de experiências, tentativas e erros baseados em regramentos advindos das várias teorias urbanas que acompanharam a expansão 
urbana da era industrial.
III. História, contexto e identidade urbana só existem nos centros históricos e se tornaram bens de consumo da grande indústria 
do turismo mundial. Há história nas cidades genéricas, mas está distribuída de forma esparsa. Sempre ameaçada, requer 
estratégias de conservação de alto custo financeiro e político.
IV. As cidades genéricas são sempre cidades incompletas, onde a arquitetura tende a seguir padrões e tendências sempre 
mutáveis, onde a descontinuidade de linguagens e formas urbanas torna o espaço urbano fractal e disjuntivo. Sua velocidade de 
construção é acelerada. A sua obsolescência também. Substituições de partes não são traumáticas.
Dentre as proposições acima, podemos afirmar que são corretas:
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III.
c) I, II e IV.
d) II, III e IV.
e) II e IV.
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06 E 07 C 08 A 09 B 10 A
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