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Qual a diferença entre cessão de crédito e assunção de dívida?

Diferença


4 resposta(s)

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Clesyo Kym da Silva Souto Maior

Há mais de um mês

A cessão de crédito consiste em um negócio jurídico por meio do qual o credor (cedente) traansmite total ou parcialmente o seu crédito a um terceiro (cessionário), mantendo-se a relação obrigacional primitiva com o mesmo devedor (cedido). Art., 286 O credor não pode ceder o seu crédito, se a isso não se opuser a natureza da obrigação, a lei, ou a convenção com o devedor; a cláusula proibitiva da cessão não poderá ser oposta ao cessionário de boa-fé, se não constar no instrumento da obrigação. Não ocorre a cessão de crédito em três hipóteses:

a) se a natureza da obrigação for incompatível com a cessão;

b) se houver vedação legal;

c) se houver cláusula contratual proibitiva.

Na cessão de crédito não é preciso a autorização do devedor, no entanto, o meesmo deve ser informado para que a cessão tenha eficácia.

A cessão de débito ou assunção de dívida consiste em um negócio jurídico por meio do qual o devedor, com o expresso consentimento do credor, transmite a um terceiro a sua obrigação. A importãncia do consentimento do credor é de tal forma, que o silêncio é qualificado como recusa, contrariando, portanto, até mesmo a máxima do cotidiano de que "quem cala, consente". Para que a assunção de dívida seja válida deve obedecer alguns requisitos, sejam:

a)a presença de uma relação jurídica obrigacional juridicamente válida;

b) a substituição do devedor, mantendo-se a relação jurídica originária;

c) a anuênciia expressa do devedor.

A assunção de dívida ocorre de duas formas, por delegação e por expromissão, enquanto que por delegação ocorre de negócio pactuado entre devedor originário e o terceiro, com a devida anuência do credor, a por expromissão é quando um terceiro assume a obrigação, independentemente do consentimento do devedor primitivo.

A cessão de crédito consiste em um negócio jurídico por meio do qual o credor (cedente) traansmite total ou parcialmente o seu crédito a um terceiro (cessionário), mantendo-se a relação obrigacional primitiva com o mesmo devedor (cedido). Art., 286 O credor não pode ceder o seu crédito, se a isso não se opuser a natureza da obrigação, a lei, ou a convenção com o devedor; a cláusula proibitiva da cessão não poderá ser oposta ao cessionário de boa-fé, se não constar no instrumento da obrigação. Não ocorre a cessão de crédito em três hipóteses:

a) se a natureza da obrigação for incompatível com a cessão;

b) se houver vedação legal;

c) se houver cláusula contratual proibitiva.

Na cessão de crédito não é preciso a autorização do devedor, no entanto, o meesmo deve ser informado para que a cessão tenha eficácia.

A cessão de débito ou assunção de dívida consiste em um negócio jurídico por meio do qual o devedor, com o expresso consentimento do credor, transmite a um terceiro a sua obrigação. A importãncia do consentimento do credor é de tal forma, que o silêncio é qualificado como recusa, contrariando, portanto, até mesmo a máxima do cotidiano de que "quem cala, consente". Para que a assunção de dívida seja válida deve obedecer alguns requisitos, sejam:

a)a presença de uma relação jurídica obrigacional juridicamente válida;

b) a substituição do devedor, mantendo-se a relação jurídica originária;

c) a anuênciia expressa do devedor.

A assunção de dívida ocorre de duas formas, por delegação e por expromissão, enquanto que por delegação ocorre de negócio pactuado entre devedor originário e o terceiro, com a devida anuência do credor, a por expromissão é quando um terceiro assume a obrigação, independentemente do consentimento do devedor primitivo.

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Emerson Silva

Há mais de um mês

ESSÃO DE CRÉDITO 

Na cessão de crédito, o cedente é aquele que aliena o direito; o cessionário, o que adquire. O cedido é o devedor, a quem incumbe cumprir a obrigação. Assim a cessão não é totalmente alheia ao cedido, muito embora não seja necessária sua anuência, mas tão somente sua ciência para que possa efetuar o pagamento da obrigação, salvo peculiaridades do caso concreto. Tal comunicação é feita por notificação. 

Assim, nos termos do art. 290 do CC a cessão de crédito não tem eficácia em relação ao devedor, senão quando a este notificada; mas por notificado se tem o devedor que, em escrito público ou particular, se declarou ciente da cessão feita. Com maior razão, se o próprio devedor anuir no instrumento da cessão. Exige ainda o art. 288, CC que seja feita por escrito. 

É um negócio jurídico de feição contratual, em que o credor transfere seu direito a um terceiro 

ASSUNÇÃO DE DÍVIDA 

A chamada assunção de dívida, denominada por alguns doutrinadores como Cessão de Débito, não poderá ocorrer sem a concordância do credor. Isso porque a garantia do adimplemento da obrigação para o credor resulta do patrimônio do devedor. Assim, é importantíssima a figura do devedor para o destinatário do crédito. Ademais, o credor não é obrigado a receber coisa diversa do objeto da obrigação, ainda que mais valiosa, não sendo, portanto obrigado a aceitar outro devedor, ainda que mais abastado. Ou seja, não pode ser imposto ao credor um novo devedor. 

Diferentemente da Cessão de Crédito, na Assunção de Débito, as garantias ditas especiais, quais sejam, aquelas conferidas em razão da pessoa, ditas pessoais não subsistirão com a cessão do débito, salvo se houver menção expressa neste sentido, uma vez que são garantias inseparáveis da pessoa a quem conferidas, como por exemplo, a fiança, em que não poderia se obrigar o fiador a garantir o crédito de um devedor que desconhece. 

http://www.lfg.com.br/public_html/articl... 

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